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Encontro de 2018.

O Encontro de 2018 da C.Caç. 3413 começa a ganhar forma, depois do de 2017 que se efectuou em 27 de Maio. Desta vez vamos até Sesimbra. Para o pessoal do Norte a viagem tem mais alguns quilómetros mas isso não será óbice para não marcarem presença, porque é um grupo que vai a todos. Deixo um apelo especial ao grupo do Algarve, que esperamos esteja presente. Fazem cá falta.

Aqui está um pequeno vídeo do encontro de 2017, em Oleiros, para abrir o apetite para Sesimbra.


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Encontro de 2017 – Contagem decrescente

Faltam 30 dias para o encontro anual da C.Caç. 3413. É tempo de começar a fazer marcações, não guardem para o último dia, por isso, para o dia 27 de Maio, marcar, marcar…

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Já estamos à espera, não há meio de chegar o rancho. Juro e jurarei que à manga e ao pré, nunca faltarei.

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Já passaram mais de 45 anos que chegamos a estas paragens. Com boas e más recordações, a vida continua.

Para todos da C.Caç. 3413, um abraço, cá vos espero.

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Encontro de 2017

Caros amigos e companheiros da C.Caç. 3413, o almoço convívio deste ano já está em marcha. Marquem na vossa agenda o dia 27 de Maio e se lhes for possível não faltem à chamada.

O evento terá lugar no Hotel Santa Margarida em Oleiros, distrito de Castelo Branco, centro de Portugal com uma paisagem maravilhosa, no coração da maior mancha florestal contínua de pinheiro bravo da Europa que felizmente este ano não foi dizimada pelos incêndios, pelo que o verde é a cor dominante na paisagem.

É um mito pensar que este local é muito distante dos grandes centros urbanos do país e por isso não fazem sentido as desculpas de que é muito longe para justificar eventuais ausências. Não, esta zona do país não fica “atrás do sol posto” e para desmistificar o que afirmo aqui coloco um mapa com as distâncias do Porto e de Lisboa.

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Do Porto a Oleiros são 217 km e de Lisboa são 208 km, cerca de 2 horas de viagem por boas estradas, maioritariamente autoestrada.

Para os que residem mais longe, a norte do Porto, Alentejo e Algarve fazem mais alguns quilómetros, os companheiros do norte já foram ao Algarve, os do Sul ao Norte e por isso não se aceitam desculpas referentes a distâncias. Quem não quiser fazer a viagem e regressar no próprio dia, podem aproveitar o fim de semana na região e conhecer o património.

Visitem o site do hotel AQUI.

Oportunamente serão divulgadas mais informações.

Mário Mendes


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Natureza e Desporto

O ano de 2011 foi consagrado pela ONU como o Ano Internacional da Floresta. Segundo esta organização, as florestas representam 31% da cobertura terrestre do planeta e têm responsabilidade directa na sobrevivência de 1,6 biliões de pessoas.

Em Portugal, a floresta cobre cerca de 40% do território nacional e bem no centro do país há concelhos como o de Oleiros que detêm a maior mancha contínua de pinhal bravo da Europa. O ano de 2003 foi catastrófico no que diz respeito a incêndios florestais e em alguns concelhos a área devastada foi maior que 50%.

É por isso muito importante que todos nos preocupemos com a conservação da natureza e biodiversidade e para aqueles que vivem na “floresta de cimento” em que se transformaram as cidades proponho que visitem o Portugal profundo, que está cada vez mais desertificado de gente porque as políticas que se têm seguido para o interior têm sempre consignada a palavra “fechar”.

Fecham-se escolas, centros de saúde e outras estruturas locais que empurram os habitantes para os grandes centros urbanos onde se acotovelam, ficando no interior apenas os mais idosos para guardar as memórias do passado, porque a maioria dos mais jovens aqui não tem grande futuro.

Para remar contra esta maré, existem associações que através de iniciativas várias onde também se incluem alguns desportos de natureza dão a conhecer as potencialidades destas terras que nos brindam com paisagens deslumbrantes.

Tenho a sorte de ter na família um apaixonado da aventura TT e no passado dia 19 de Fevereiro, no posto de “navegador” pude comprovar toda a beleza do concelho de Oleiros, no coração do pinhal. Entre as serras de Alvelos e Muradal, atravessando ribeiras de água cristalina, aqui ficam algumas fotos:


Vila de Oleiros. O verde já domina a paisagem. Em 2003 toda esta zona ficou queimada.


Um troço do passeio, por entre vales e montes, com o verde da floresta sempre presente.


Os pinheiros que renasceram das cinzas de 2003, a ribeira ao fundo e as máquinas em acção.


Passeio TT sem “encravanços” não é passeio. As dificuldades bem duras também estão presentes, mas no fim todos os obstáculos se ultrapassam. A solidariedade não é palavra vã nestes eventos.


Uma pausa vem sempre a calhar. Convívio entre os participantes e tempo para apreciar a paisagem.


Foi neste “burro do mato” que percorri esta aventura. Não nos deixou ficar mal, antes pelo contrário, o guincho serviu para socorrer dois “atascados” e rebocar um terceiro.

Há também outros prazeres “off road” que não podem ser esquecidos, como a gastronomia. Aqui pode-se degustar o cabrito estonado, uma iguaria única no país, candidata a maravilha gastronómica e também os famosos maranhos.  Aprecie o vinho branco callum, um produto genuíno oleirense e como digestivo a aguardente de medronho, outro produto característico desta região.

Mário Mendes

NR: Há alojamentos de turismo rural no concelho de Oleiros. Veja o site da Câmara Municipal em: http://www.cm-oleiros.pt

Se quiser participar nos desportos de natureza organizados pelas associações locais, clique aqui: Trilhos do Estreito e Pinhal Total.

Itinerário do passeio.