Cronologia da guerra colonial (Julho/1961)

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? – Chegam a Angola os BCaç 132, 158, 159, 184, 185, 186.

– Operações do Exército e Força Aérea na serra da Canda, para reabertura da chamada «estrada do café».

– É inaugurada, por Américo Tomás, uma exposição cujo lema é «Por que nos batemos em África».

3– O ministro da Defesa da África do Sul, J. Fouché, visita Lisboa para conversações com Salazar.

7– Comunicado das Forças Armadas sobre as actividades dos meses de Maio e Junho, no Norte de Angola.

10 – Morrem em combate 2 militares da CCaç 62 e da CCaç 110.

– Início da Operação “Viriato”, em que intervieram os Batalhões de Caçadores 96 e 114 e o Esquadrão de Cavalaria 149, por três eixos de ataque convergentes sobre o objectivo, Nambuangongo, sendo apoiados por meios de artilharia, engenharia e pela Força Aérea.

12 – Termina em Leopoldville, sem qualquer acordo, uma ronda de conversações para a criação de uma Frente Comum de organizações nacionalistas angolanas.

– Inicia-se em Dakar a Conferência das Organizações Nacionalistas da Guiné e Cabo Verde.

14 – Difusão de Novas Directivas Gerais de Censura que exigem atenção especial aos títulos e subtítulos referentes a acontecimentos militares do Ultramar.

– Operação “Raio” (de 14 a 17), no sector compreendido entre a Fazenda Américo e Barraca a sul do rio Bengo (Angola).

15– Morrem em combate 8 militares. Dois da CCaç 103 e seis da CCaç 115 em Quicabo.

18– Início da operação de cerco a Nambuangongo, ocupada pelos rebeldes desde o início da sublevação em Angola.

26 – Início da Operação “Pedra Verde”, que se prolongou até dia 31.

– Reconhecimento armado às matas da Quibaba (Angola), de que resultou a morte de duas praças da CCaç 63.

27– D. L. n.° 43823. Regula a concessão dos abonos a que têm direito os militares e civis militarizados que, nas Províncias Ultramarinas, façam parte de forças com a missão de restabelecer a ordem nas zonas onde a acção terrorista ponha em perigo as condições normais de existência da população.

28– Morrem em combate 3 militares. Dois do RIL (Regimento de Infantaria de Luanda) e um da CCaç 63.

29– Morrem em combate 2 militares. Um do RIL e um da BCaç 1.

31– Durante este mês as baixas das forças portuguesas totalizaram 32 mortos. Em acções de combate morreram 24 militares.

Do livro: “Cronologia da Guerra Colonial”, de José Brandão

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