É o fim da picada!

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Já passou um mês desde que fomos “plantados” nestas terras inóspitas algures no Uíge e a rotina das dificuldades de todos os dias começava a fazer mossa. O paludismo também já deu sinais de vida provocando algum desânimo nas hostes, mas a vida lá continuava, ainda não era o fim da picada!

As máquinas da engenharia militar trabalhavam a todo o gás para aproveitar a época seca, mas as gargantas e narizes é que “pagavam” a conta do imenso pó que pairava no ar.

Ainda havia muita picada para desbravar, era preciso manter a moral elevada porque o fim da comissão ainda não se vislumbrava no horizonte, tal como esta picada que parecia não ter fim.

Nesta foto vemos um morteiro de 120 mm que lá do alto dominava os montes circundantes e que viria a ser utilizado no dia 7 de Outubro de 1971, o primeiro dia em que ouvimos as Kalashnikov em contraponto com as G3.

 Mário Mendes

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