Adeus, até ao meu regresso!

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Nesta quadra festiva, a frase deste cabeçalho era proferida por quase todos os militares que combateram em África, depois de desejarem um Feliz Natal e Próspero Ano Novo aos seus familiares e amigos, quer através da rádio ou da televisão. A C.Caç. 3413, talvez por ter estado sempre em locais remotos, nunca foi visitada pela comunicação social para mandar mensagens para a família e por isso não tivemos oportunidade de registar para a posteridade aquela que foi a frase mais emblemática da guerra do ultramar.

Este momento era um elo de ligação entre os militares e os seus entes queridos que os podiam ver e/ou ouvir, matar saudades esperando ansiosamente pelo seu regresso.

No entanto, muitos foram os que não regressaram, nem vivos nem sequer os seus restos mortais que ainda hoje por lá estão ao abandono, como se pode verificar no vídeo que se segue e nos deixa a todos (ex-combatentes) muito indignados.

Hoje, 22 de Dezembro, faz também 39 anos que a nossa companhia sofreu a primeira baixa,  o companheiro Emanuel Firmino Nunes Aguiar que está sepultado em solo angolano. Natural da Madeira, vivia em Angola e repousa no cemitério de Folgares, Freixiel, Huíla, local onde morava com os seus pais.

Boas Festas

Mário Mendes


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