Zaire – Chegada das 1ªs tropas

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Há dias recebi um e-mail de companheiros de armas que no ano de 1961, estiveram também na Mamarrosa e no Luvo e que aqui se transcreve:

Somos 3 ex-furriéis da CART 102 que numa das suas pesquisas na Net encontraram o seu interessante blog.
Os nossos nomes são MADEIRA, ROGÉRIO e SANTIAGO.
Nesta zona, a  nossa Companhia ocupou posições na MAMARROSA (comando), LUVO e M’POZO.

O blog chamou-nos a atenção por referir a MAMARROSA, uma das posições
que também ocupamos aquando da nossa passagem por Angola no período de 1961/63.
Tal como vós, também sentimos saudades desses tempos e dos bons momentos de camaradagem que lá passamos. Os maus procuramos esquecê-los.
Desde o período em que ocupamos a Mamarrosa e aquele em que a sua unidade lá esteve muitas coisas mudaram, como tivemos a oportunidade de ver no seu blog.
Gostaríamos de contribuir para o seu “enriquecimento”  e ajudar a promover a adesão de outros camaradas.
Para já e porque não sabemos da sua disponibilidade, vamos-nos limitar a enviar-lhe algumas fotos do nosso tempo para que possa conhecer a história da Mamarrosa, enquanto posição militar, desde o seu início.

A Companhia de Artilharia 102 esteve em Angola desde Maio de 1961 e pelo que me é dado a entender foi a  primeira a chegar à Mamarrosa depois do eclodir da guerra em 15 de Março de 1961.

Aqui ficam algumas fotos que estes amigos me enviaram que nos elucidam sobre a realidade que encontraram na zona:

 


Foto tirada de longe, da picada que ia para a fazenda. Na foto da direita vemos as únicas duas construções existentes em 1961, a que está ao centro ocupada pelos soldados, a do lado direito ocupada pelos oficiais, sargentos e secretaria. A foto da esquerda são as instalações da fazenda incluindo casas para os capatazes.

Casa dos oficiais, sargentos e secretaria em 1961.  Em 1972, este edifício era a messe dos oficiais. (No cabeçalho do blog, o que tem escrito “Mamarrosa” no telhado).

Trabalhadores da fazenda a dançar no terreiro das instalações. Em 1961 a Mamarrosa ocupava somente o ponto mais alto da colina. Depois no auge da guerra, quando o aquartelamento foi sede de batalhão, os trabalhadores mudaram para a parte mais baixa onde foram construídas outras instalações.


Esta árvore (mangueira) estava em 1961 junto à casa dos capatazes da fazenda. Em 1972 já não existia. No Luvo é que havia muitas destas árvores.

A entrada no Luvo em 1961, vendo-se à esquerda a casa do Administrador de Posto, e o campo de futebol à direita. Em 1972 no Luvo ainda existia o Administrador, A Guarda Fiscal e a DGS. A árvore ao centro tapa parcialmente o edifício que servia de messe e dormitório aos alferes e furriéis em 1972.

Ponte sobre o rio Luvo, a 300 metros do aquartelamento e fazendo a fronteira com o Congo. Em 1972, estava na mesma, o tabuleiro de madeira ainda se mantinha.

Construção do acampamento no M´Pozo em 1961. Em 1972 este aquartelamento, juntamente com M´Pala e Canga eram os mais próximos da Mamarrosa e Luvo. Curiosidades: Em 1961, pelo que se vê na foto, não havia camuflados, o pessoal usava capacete e a espingarda era ainda a velha Mauser, de repetição (um pente com 5 munições).

Ponte sobre o rio M´Pozo, tal como ainda se mantinha em 1972.

 

Agora que sabemos quem foram os pioneiros que ocuparam a zona, a C.Art. 102, seria interessante que outros protagonistas, principalmente os que ali assentaram arraiais entre 1963 e 1970, pudessem partilhar connosco fotos e testemunhos, para assim completar a história militar daqueles aquartelamentos. Antes de nós, foi a C.Caç. 2676 a “dona” daquele território entre 1970 e 1972, tendo em Abril desse ano passado a “pasta” à C. Caç. 3413 e em Setembro de 1973, passamos o testemunho à C.Cav. 8453, que foi certamente a última a ocupar a Mamarrosa, antes da independência de Angola em 11 de Novembro de 1975.

Aguardando notícias dos ex-combatentes que estiveram na Mamarrosa e Luvo e se queiram juntar a nós, porque aqui tal como lá,  há lugar para (artilheiros, caçadores, cavaleiros, sapadores), envio um forte abraço para todos. Recordar é VIVER!

Mário Mendes




73 thoughts on “Zaire – Chegada das 1ªs tropas

  1. Nas notas de rodapé do meu modesto trabalho sobre a História da CCaç.3413 (Contributo para a História da Companhia de Caçadores 3413 (Angola 1971-1973), 2010), procurei historiar as unidades que antes de nós passaram pela Mamarrosa e o Luvo:

    CArt.102 (1961-62);
    CCS do BCav.631 (?);
    CCS do BArt.1852 (1965);
    CCS do BCaç.595 (1965-66),
    CCS do BCaç.1900 (1966-67);
    CCS do BCaç.1930 (1967-69);
    CCS do BCaç.2890, que aqui chegou em Dezembro de 1969, tendo mudado em Junho de 1970 para Cuimba;
    C.Caç.2676 (açoriana, do BII17), que aqui esteve até à nossa chegada a 7 de Abril de 1972.

    A estas informações poderão ser acrescentadas algumas que ainda possam aparecer, cedidas por algum companheiro.

    Saudações veteranas
    José Sampaio

    • Caro José Sampaio

      Já li o seu livro e fiz também o comentário da falta da Compª de Sap. Engª 151 que esteve na Fazenda Mamarrosa entre Agosto de 1962 e Julho de 1963.
      No Luvo, esteve também a CCav 253 do BCav 345, comandado pelo então Ten. Coronel Spínola, entre Junho de 1962 e Maio de 1963.
      É mais uma ajuda para a história da Fazenda Mamarrosa e Luvo.

      Um abraço
      José Magalhães

    • Caro Sampaio,
      Fiz parte do BART.1852, mais concretamente da CART.1405 que estava destacada na Magina. A CART. 1406 estava na Canga, a 1407 no Luvo, na Mamarrosa estava a CCS. Tenho tentado chegar a algumas conclusões quanto às datas em que alguns destacamentos permaneceram naquela zona, não tem sido nada fácil. Quanto a nós, sei que ali estivemos de 09-09-1965 a 15-02-1967 e que durante este período, além de nós, também por ali “passaram” destacamentos de engenharia, para reconstrução de pontes e de vias rodoviárias (picadas) e os poletões de morteiros que reforçavam algumas das companhias do batalhão. Pelas muitas leituras também me parece claro que BCAV 631, comandada pelo Cap. Almeida Bruno, permaneceu na Mamarrosa sensivelmente pela mesma altura da CART.102, comandada pelo Ten. Cor. Spinola, isto é de Maio de 1961 a 1962.Também me parece claro que o aquartelamento da Magina foi desmantelado em Janeiro de 1071 pela CCAÇ. 2609 do BCAÇ.2890 e tamb´m que em 23-06-1974.
      Saudações

      • Apenas para fazer algumas clarificações/retificações:
        O então Ten. Cor. Spinola comandava o B. de CAV. 345 que também foi operar para a zona.
        No Luvo esteve a CART. 1406 e em Canga a CART. 1407.
        No último parágrafo o pretendia escrever era que em 23-06-1974 o aquartelamento da Mamarrosa foi atacado pela FNLA 8Holden Roberto).
        Oportunamente vou tentar anexar umas fotos tiradas no local no decorrer da nossa presença.
        Saudações
        H.T. Marcelino

      • Caro Amigo: Das muitas fotos que tenho, por agora envio-lhe estas. Se entender que gostaria de mais, diga que ofereo-lhas. Cumprimentos. Date: Fri, 26 Oct 2012 22:21:17 +0000 To: anvilela@hotmail.com

      • TC Spínola,Cdt do BCvaª 345; Cap.Almeida Bruno Cdt do Esquadrão 148,este estava no M`pôzo,quanto ao BCac 2890,muito mais tarde 69/71,Cuimba,Foi rendido pelo BART-3859,71/73.Espero ter contribuido para alguma conclusão!!Abraços para todos os que lutaram e sofreram naquela Zona_ ZAI.Muito em especial para os Ex Combatentes,da CALAMBATA,cuja CART;não recordo o Numero. BART 3859.Estava eu em SSalvador!!

    • Caro José Sampaio,
      Alguns contributos com o intuito de arrumar o calendário das “permanêcias” na Mamarrosa:
      – A CCS do BArt.1852 esteve de setembro/65 a fevereiro/67
      – A CCS do BCaç. 1900 esteve de fev. a dezembro/69?
      – A partir de dez./69 até 1974 (retirada) parece não existirem dúvidas
      – A CCS do BCaç.595 esteve em 1963, 1964 e até set.65?
      – A CCs do BCav. 631 esteve em 1963?
      – No Blog existe um depoiamento de companheiros da CEng. e Sap.151 que dizem ter estado na Mamarrosa e na Magina de agosto/62 a Julho/63, será que foi “apenas” para a realização de trabalhos da especialidade? como parece ter sido o caso do GE do BCav.345 comandado pelo então TC Spínola.
      Decerto que vamos ter contributos para arrumar devidamente esta cronologia.

      Um abraço.
      HTM

      • camaradas de Dezembro de 1967 a Dezembro de 1969 a mamarrosa esteve ocupada pela ccs do b.c.1930 com uma companhia na canga outra na magina e outra no luvo estivemos aí 24 meses exactos um abraço para todos

  2. A companhia c.cav.8450 de 73/74,teve sempre um pelotão destacado na Mamarrosa,tendo sido o meu pelotão o primeiro,isto durante três ou quatro meses,depois passamos a ir os restantes meses para o Luvo,tendo o 2ºpelotão da minha companhia, juntamente com um pelotão da Mamarrosa sofrido um ataque pelas forças inimigas, Fnla em 29 ou 30 de julho de1974, se a memória não me foge.Depois de sairmos da Canga, julgo que não foi mais nenhuma companhia para a Canga,nem para a Mamarrosa.
    Saudações militares.
    João Abreu

    • Esse ataque, segundo Manuel Aldeias, transmissões da C.Cav.8453, ocorreu no dia 29 de Julho de 1974. No post “A Mamarrosa, depois de nós” aqui publicado em 5 de Dezembro de 2009, é feito um relato desse ataque.

  3. Depois da mensagem que te enviei em Dezembro de 2009 sobre a Mamarrosa, aqui estou novamente, desta vez a fazer um pequeno comentário e dar também mais uma informação.
    Provavelmente já lês-te os comentários que fiz, nesse mesmo artigo, dirigindo-me ao José Sampaio. No entanto queria mais uma vez reforçar que também esteve na Mamarrosa e na Magina a Compª de Sap. de Engª 151, entre Agosto de 1962 e Julho de 1963 e no Luvo a CCav 253 do BCav 345 comandado pelo então Ten.Cor. Spínola, entre Junho de 1962 e Maio de 1963. E já agora, no último parágrafo do referido artigo porque não foram referidas outras armas além dos artilheiros, caçadores e cavaleiros ? Poderias ter finalizado com um etc….
    Se tiver conhecimento de outras companhias informar-te-ei.

    Um grande abraço , umas boas férias e desculpa esta minha “vaidade” em reforçar que a 151 também esteve na Mamarrosa…

    José Magalhães

  4. Eu sou Angolano e creio ter aprendido um pouco sobre a nossa historia por intermedio das ideias depositadas neste intrumento electronico.

    Eu gostaria que enviassem mais fotografias dos anos 1950-70 de Angola. Ficaria tambem feliz se me podessem falar do maior transporte de tropas navais. Qual tera sido o maior transporte de tropas maritimas para Angola no tempo referido acima?

    Ficaria muito grato.

  5. A outra pergunta que gostaria de fazer e que se refere a Angola trata-se do tipo de navio usado no grande transporte de tropas a Angola entre 1950 e 1970. Qual tera sido o navio? Terao fotografias deste transporte?

    • Caro Amigo
      Fiz parte da Cart. 102 que, foi para Angola em Maio de 1961. Fizemos (cerca de dois mil homens) a viagem a bordo do Navio “Vera Cruz” neste momento não tenho à mão nenhuma foto, mas na internet deves consegui-la.
      Abraço
      José Madeira

    • Amigo Jomasco !!
      Revendo as mensagens mais antigas, deparei com a sua em que solicita informações sobre os navios que transportaram as tropas para o Ultramar ! Aqui vai uma ajuda :
      Os navios utilizados, sempre foram os normais navios de passageiros da marinha mercante nacional e que faziam as carreiras de África e Oriente!
      O 1ºgrande contingente para Angola foi no “Niassa”, mas o mais significativo pela sua capacidade (adaptada) foi sem dúvida o “Vera Cruz”, antigo paquete de cruzeiros de luxo para a América do Sul ! Nele viajei em 1965, precisamente de 9 a 18 de Janeiro, na viagem em que mais tropa deve ter carregado … cerca de 4000 homens !! Anexo duas fotos do “Vera Cruz”. Outros navios que fizeram de transporte de tropas: “Quanza” – “Uíge” – “India” – “Timor”.
      Creio que no final dos anos 6o, ou princípios dos 70, a malta passou a viajar nos Boeing 707 da Força Aérea.
      Um abraço


      • Amigo Carvalho. Sou o Soares, o fur.de minas da CArt 3449/BArt 3859 que redeu a CCaç 2609/BCaç2890 na Calambata em Dez-71. Só ontem vi a tua conversa com o Julio Ferreira da 1783/BCaç 1930 neste blog. Tentaste dar-me bons conselhos, que só segui depois de no Lufusse ter dado cabo da perna a um da Buela (cujo GC veio acampar por conselho da vissa malta da Buela para o nosso lado do rio. Foi a única coisa que fiz na guerra, em que nem no único dia em que estive debaixo de fogo disparei (por não ver os 3 da frente – e eu era o 5º). Vejo que estás ou estiveste (mas as raízes ganham-se …e estarás) no Canadá. Estou a escrever umas memórias não só da minha guerra mas de todos os que estiveram na zona de S.Salvador-Mamarrosa desde o 2º pelotão da 2ª CCE do Toto (CCaçEsp 61) até ais nossos sucessores do BCaç 4412 que entregaram todos os nossos quartéis à FNLA, retirando para S.Salvador e Nóqui (os da 1ª, que eram da Calambata). Só na Buela é que ficaram até quando todos partiram para Luanda com 14 meses de comissão. Tenho as histórias de tidos os batalhões, mas há muita aldrabice e sérias omissões (a barrer para debaixo do tapete). Tenho contactos com gente de quase todos os batalhões, menos do vosso. Dá sinal de vida. Se estás em Portugal, tlmv 93 701 39 97; se estás no Canadá, melhor o e-mail ( joaq.tomaz@gmail.com ). Tenho 3 PDF’s com histórias minhas em bruto que gistarás de receber (no 3º a Nkalambata – é assim que agora se escreve, mas tal como em Mbanza Congo, a 1ª letra não se lê – como estava em 2010: umas ruinas danadas. Um abraço, Joaquim Tomaz Soares

  6. Amigos,saudações para todos.
    Eu também estive na Mamarrosa,ccs-batalhão caçadores 1900 no período 1967 a 1968.No período em que estivemos construímos a pista para as avionetas,deposito de água e a canalização a a partir do pequeno rio próximo.Para aqueles que possam ler e conhecer-me eu fazia parte duma equipe de foto-cine,lembro-me que pela 1ªvez que ia dar cinema no aquartelamento da Canga ao ar livre e só esperava ordem do capitão (creio que era cap.miliciano Madeira da Silva)estava a coluna de abastecimento a ser atacada que tinha ido a S.Salvador,aí creio que 2 colegas perderam a vida.O comandante de batalhão era o Manuel P.Esmoriz. Sem outro assunto um abraço para todos.Joaquim M. Serrano

  7. Caros ex-camaradas: creio que no que diz respeito às unidades militares que ocuparam o Mpozo, existe por aqui alguma confusão. Em Agosto de 1971, no Mpozo ficou a CCaç 3391, do BCaç 3849, que estava em Noqui. E esteve no local até Agosto de 1973. O seu comandante foi o Cap. Castro Carneiro. Espero ter contribuído deste modo a compor o quadro das últimas unidades militares que passaram pelo Mpozo. Um abraço.
    Zé Castilho

  8. Caros ex- camaradas de armas:O José Magalhães,tem razão ao dizer que o Batalhão de
    cavalaria 345,comandado pelo ten.coronel António Sebastião Ribeiro Spínola, esteve na
    Mamarrosa, Luvo, etc.porque se eu não me engano existia uma lápide junto a messe de
    de Oficiais, da Mamarrosa que dizia que por ali tinha passado tal Senhor,também quero dizer que este senhor é descendente de Madeirenses.-
    Também falava-se que este senhor deu ordens a muita gente que vivia em sanzalas junto a fronteira que quem quisesse ficar no nosso lado muito bem, mas quem não quisesse que desaparecesse, porque segundo consta ele limpou a zona, por isso era
    notório que quando se fazia operações para a fronteira, víamos muitos vestígios de sanzalas,limoeiros, laranjeiras e mangueiras,etc.etc.
    Quanto ao comentário do Mário Mendes da c.cav 8453,foi de facto a última companhia
    a ir para a Mamarrosa,já agora peço desculpa porque eu disse que não tinha ido mais
    nenhuma para lá,mas quanto a Canga,a minha foi a última,porque antes de sairmos para S.Salvador armadilhamos tudo.-
    Quanto a fotografias proximamente enviarei algumas entre elas uma sobre o rio M´Pozo
    mas sem viaturas,quanto a isso vou dizer uma coisa quem comandava essa coluna devia
    ter pouco juízo,porque aquilo ficava numa descida íngreme,e ao subir igualmente por
    isso nunca se devia juntar tantas viaturas sobre o rio,porque se o inimigo tivesse monta-
    do uma emboscada ia tudo para o c……..-
    Eu aprendi que na picada as viaturas deviam estar distanciadas cerca de 50/metros voltando atrás,era uma viatura a entrar na Ponte e a outra a sair.
    Mais tarde também vou enviar pelo menos 3 fotografias do material apreendido no ataque
    ao Luvo,e um fiat a fazer reconhecimento.
    Agora um pedacinho de brincadeira,sabem por acaso porquê que a Mamarrosa se chama
    Mamarrosa,segundo diziam se deve aos dois Morros que ficavam em frente,que pareciam umas mamas uns diziam que eram as mamas da Sofia e outros diziam que eram as da Rosa
    por isso vem daí o nome Mamarrosa.-
    Por hoje,é tudo.
    Saudações militares.
    E um abraço amigo.
    João Abreu,ex militar

    • Caro amigo, quanto à explicação que emites para o nome “Mamarrosa” é apenas fantasia e miragem, o que é natural, pois com a ausência de fêmeas há muito tempo, qualquer macho vê nos montes recortados do horizonte as mamas de uma mulher. Na realidade, o local tem este nome porque o dono da fazenda, de seu nome Salvador Beltrão, era natural de uma freguesia do concelho de Oliveira do Bairro, distrito de Aveiro, com o mesmo nome.

    • Caro Camarada

      Sou ex Furriel milº. da CART102. Se não fui mal informado… o nome de Mamarosa deve-se ao facto, de o dono da fazenda ser natural de uma localidade da Bairrada chamada Mamarosa.
      Cumprimentos,
      Jose Madeira

  9. Boa tarde camaradas

    Quanto ao nome,”Mamarrosa”,estamos entendidos,também disse em tom de gozo
    ou brincadeira,por acaso sei,e sabia que a fazenda da “Mamarrosa” pertencia ao
    Salvador Beltrão, e que ele era natural dessa povoação e que fica em Oliveira do
    Bairro, aliais povoação que conheço bem.-
    Quanto ao Bairrismo não me queira dizer que só Oliveira do Bairro pertence a Zona
    da Bairrada, porque a zona da Bairrada é grande e engloba três cidades importantes
    como seja Aveiro,Coimbra e Águeda tendo sido esta cidade que organizou no princípio
    de Setembro, a festa do porco da Bairrada, na qual estive presente com muito
    gosto.-Quanto aos “mangueiros”,não havia assim tantos no Luvo, na saída da Mamarrosa
    no cruzamento que dá para S.Salvador e Canga, distanciado daí uns 500
    metros mais ou menos, fiz uma protecção ao MVL, durante um dia e aí havia uma
    mata que estava a abarrotar delas que até caíam sobre nós de maduras.-
    Ainda respondendo a quem faz o site cc3413, não confundi as mamas com os morros
    e passados 36 anos não confundo ainda.-
    Felizmente não era racista,e dormi e fiquei na sanzala muitas noites com elas, e davam
    uma de fortes, mas batiam era a p!…

    Saudações militares

    Do ex. militar Abreu

    • Meu caro João Abreu
      A festa a que se refere na Bairrada, não é do porco mas sim do leitão. Convenhamos que não é a mesma coisa, os bichos que lá se degustam têm uma vida tão curta que nunca chegam a porcos … Eu também sou um apreciador do leitão à Bairrada e quando vou para aquelas bandas, por acaso são muitas vezes, não perco a ocasião. Sem ter qualquer interesse no ramo e passe a publicidade, posso recomendar o “Rui dos Leitões” na Adémia, o “Vidal” em Aguada de Baixo, o “João dos Leitões” na Piedade, o “Pedro dos Leitões” ou a “Meta dos Leitões”, ambos na Mealhada.
      A guerra em África, dura para todos, foi mais para alguns que outros. A C.Caç. 3413, a que pertenci, esteve sempre em zonas isoladas longe de sanzalas e quanto às necessidades mais primárias nem sempre foi fácil, eu felizmente sempre tive uma imaginação fértil para compor cenários propícios à auto-satisfação e ia muitas vezes a S.Salvador onde sempre aproveitava para mudar o óleo !!!
      Mário Mendes

  10. Caro amigo Mário Mendes

    Desculpe do lapso de chamar porco, o leitão, mas como sabe ou penso
    que sabe, não uso rascunho, escrevo ao correr da pena, e muitas vezes
    não revejo o que escrevo para corrigir, mas tem razão, quando me chama
    a atenção.-
    Sobre as casas que fazem o célebre repasto, eu conheço as casas muito bem
    e já agora vou acrescentar mais uma, “O Rui”, em Coimbra.-
    Porque ao longo dos anos, a maior parte dos convívios, feitos pela minha
    Companhia, são realizados nesta zona, e longo destes mesmos já passei mais
    de três meses em Águeda, devido pelos vários anos, por isso conheço bem esta
    zona do País.-
    Para terminar, gostei do termo que usou para os seus devaneios “imaginação
    fértil”sic, sabe, mas segundo aquilo que eu sei,e, presenciei, juntamente com
    o fur.Sacramento Correia, enfermeiro e nos jogos de voleibol que fiz, e muitos
    dos quais fazia parte o 2º comandante, havia auto satisfações, que não eram
    passados em S.Salvador, mas sim nos lados da Mamarrosa!…
    Quanto a mudança do óleo, não era mais forte que os outros, mas quando
    estive em S, Salvador depois de deixarmos a Canga, passei mais tempo na
    sanzala, do que no quartel.-
    Já agora,não se recorda,ou foi lá havia uma grande sanzala distanciada de
    S.Salvador cerca de uns três quilómetros mais ou menos que era famosa
    chamada “Banza Puto”.-

    Saudações Militares

    Um abraço para todos os que escrevem para este Blog.-

    Abreu, ex. militar

  11. Tinha 8 anos quando o meu irmão com 19 anos embarcou para Angola integrado na Ca103 B96 do tenente coronel Maçanita no ano de 1961.
    Segundo as informações oficiais faleceu no dia 15 de Julho de 1961.
    Além da notícia do seu falecimento pouco mais sei, tenho uma fotografia da notícia dada na altura pelo jonal “O COMÉRCIO”, penso que enviada aos meus pais pelos seus companheiros de armas, ver em:

    noticia de jornal

    Pesquisando na internet a propósito da personalidade do comandante do batalhão t. coronel Maçanita encontrei a seguinte passagem:

    ” Na zona de Caxito, uma companhia do batalhão depara-se com um numeroso grupo calculado em mais de um milhar de guerrilheiros. Maçanita põe a pistola-metralhadora FBP à tiracolo e vai ver. A mole de negros começa a formar um círculo para cercar a companhia. O tenente-coronel avança com o cabo Armindo Grilo ao lado – e os dois ficam a meia dúzia-1 de metros de um guerrilheiro armado de canhangulo. Parece ser o chefe. É um gigante com quase dois metros de altura. Maçanita é o primeiro a disparar: faz uma rajada e mata-o.
    Vem a saber depois que o homem da guerrilha abatido é Maneca Paca – de quem os militares portugueses já tinham ouvido falar com temor

    Certamente se refere ao meu irmão Armindo Grilo Paulino 1Cb Rt 1422/60. E RI 2 A CCac103/BCac96 cbt.

    Agradecia a quem o tenha conhecido ou tenha alguma informação sobre os factos mencionados me contacte.

    José Paulino
    tm:962680912 Mail “j.m.paulino@sapo.pt”

  12. Caros Camaradas Veteranos, de Angola !!
    Pelo pedido do Sr. José Paulino. através do Mázungue, tomei conhecimento deste blog, que logo me prendeu a atenção!
    Como alferes miliciano,Sapador de Infantaria, servi em Angola de Janeiro de 1965 a Março de 1967. Dentro das várias “actividades” exercidas, além de sapador, fiz vários MVL, por toda a ZIN. Um deles, em meados de 65, foi levar uma C.Caç de “Maçaricos” para render a C.Caç 673 que estava em M.Pozo! Permaneci lá vários dias, aguardando que se fizesse a transição para trazer “os velhinhos” para Luanda, onde aguardariam novo destino!
    Durante esses dias acompanhei a rotina diária da Cª, com deslocações a S. Salvador, Mamarrosa, Luvo e ao outro lado da fronteira. Tive oportunidade de tirar várias fotos que creio vos interessarão.
    Aqui vão as primeiras:

    Eu, (à esq.) o cap. Viriato, o médico e o monumento.

    Aquartelamento do M’Pozo

    Ponte sobre o rio M’Pozo e … a protecção !

    Um abraço para todos, Manuel Carvalho

  13. Alô Camaradas Amigos !!
    Aqui estou como vos prometi, com mais fotos da minha passagem por M’Pozo, Luvo e Mamarosa.
    Tirei estas fotos na última viagem que um G.C. da C.Caç. 673 fez a S.Salvador. Dias depois, regressaríamos a Lda, feita a rendição com a C.Caç, 793.

    Um abraço para todos, Manuel Carvalho

    • MEU CARO MANUEL CARVALHO EU ESTIVE EM M´PALA E TODO O DIA A GENTE SE ENCONTRAVA LÁ NUM LUGAR MAS DEVERIA TER SIDO UM FAZENDA OU QUINTA PORQUE AQUELAS CASAS ESTAVA TUDO QUEIMADO E PARA O LADO DO CABEÇO TOP TUDO QUEIMADO TAMBÉM EU ESTIVE EM M´PALA DO MEIO DE MAIO DE 1965 A 2OU 4 OU 5 DE DEZEMBRO DE 1966 MAS DORMI MUITAS VEZES EM M´POZO COMO TINHA RATO PASSANDO PELOS CAIBROS E MOSQUITO EM M´PALA NÃO TINHA MOSQUITO E MUITO MENOS RATOS TINHA SIM MUITO ANIMAL DO MATO TUDO QUE ERA RAÇA DE BICHO EU GOSTARIA DE SABER ANO QUE VC ESTEVE LÁ EU ERA SOLDADO CONDUTOR PASSEI MUITAS VEZES NA PONTE SOBRE O RIO M´POZO E OUTRAS VARIAS DE MADEIRA CLARO MINHA COMPANHIA 777 UM ABRAÇO E MUITA SAÚDE

    • Caro Manuel Carvalho,

      Já fiz diversas tentativas para aceder às fofos que enviou e não consigo ver nenhuma imagem, diga-me qual a forma de o conseguir ou faça o favor de as anexar a um mail para o endereço. horacio.marcelino@gmail.com
      Eu tenho diversas fotos da Magina, já passadas para pen, obtidas nos anos 1965/66/67, quando integrava a CART. 1405 do Bart. 1852 e que por lá permanecemos de 08-09-65 a 15-08-67, mas não sei como hei-de fazer para as poder partilhar com os que têm acesso a esta página.

      Um abraço.
      H:T: Marcelino

  14. meus caros ex-camaradas gosto muito de ler estas paginas referentes aos lugares que nós estivemos em angola eu estive em m´pala e ninguém fala sobre m´pala falam sobre m´pozo sobre canga que eu acho que m´pozo e canga nunca teve um bom capitão. e eu dormi muitas vezes em m´pozo e era ruim para se dormir ali era rato passando por cima dos caibros e muito mosquito e via o acampamento muito sujo já m´pala não tinha mosquito e muito menos ratos era um lugar lindo mas o in. nos via todo o dia mas nós tínhamos tudo armadilhado e muitas vezes o in. tinha muito prejuízo e fugiam de nós?agora canga acho que foi atacada não sei a época mas tudo bem,mas não venham dizer que canga era perto do congo a pé era muito longe.como pode o in. chegar com armas tão pesadas para atacar canga será que não estava armadilhado o canga e para o in. fazer tudo isso não foi um dia foram vários dias e ninguém desconfiou,e não mandaram um radio para m´pozo pois chegavam lá em menos de 30 minutos,alguém errou e muito, meus caros companheiros os lugares que eu conheci que ficavam pertissimo do congo era nóqui e luvo claro deveria ter outros lugares mas eu não conheci [agora canga ser atacada não sei a época mas foi um fiasco para o comandante da companhia e só peço desculpa aos soldados e cabos e abraços a gente não podia dar mole para o in.e por vezes os maçaricos faziam as suas maçaricadas obs. nao quero ofender ninguém apenas escrevo aquilo que li e fui jose guilherme.

  15. Caros amigos!
    Fui Furriel Miliciano na Companhia 2610 do Batalhão 2890.
    Inicialmente fomos colocados no M’Pozo (Dezembro de 1969) e transferidos mais tarde para a Buela,onde ficamos até ao fim da comissão.
    Tenho tido muita dificuldade em saber do paradeiro de antigos companheiros de armas.Resido nos Açores, de onde sou natural e gostaria imenso de poder matar saudades desses velhos tempos.Um abraço muito forte para todos,meus bons amigos.
    Emircio Paço
    Ex-Furriel Miliciano

    • Olá, Emircio. Fala o ex -furriel mec.º auto França. Eu estou bem. Ontem tivemos um convívio do Batalhão e todos os antigos colegas furrieis, Vieira, Rola, Monteiro e Silva,nos lembramos de ti. O luz e o Guerreiro, já faleceram, o Patrício e o Rio, não estiveram, desta vez.Espero que estejas e a parttir de agora vamos tentar estar mais próximos, através do diálogo, via e-mail. Um forte abraço para ti.

      • Caro França.Gostaria de poder entrar no grupo de convivio que fazem anualmente.O meu telemovel é 964084687 e meu mail é josepepebranco@gmail.com Até hoje só consegui contacto com o Vieira e o Emircio Paço mas gostava de estar com todos.Um abraço.

    • cunha foi para a buela em fins 71 se e assim foi eu que os foi render compnhia 3448 bart 3859

      • RAPAZIADA DO M.POZO, A C,CAÇ.673 OS RATINHOS DO CAPIM,VÃO FAZER O ALMOCO NO DIA 23 DE MAIO 2016 NO INATEL DA COSTA DE CAPARICA.(PENULTIMO DOMINGO DO MÊS).
        APAREÇAM.
        UM ABRAÇO DO EX.FURRIEL REIS

      • Caro camarada Fernando eu estive no M Pôzo mas pertencia à CC 793 que foi render a vossa, vocês tiveram um ataque ao aquartelamento creio que foi efetuado do Pé de Galo. A minha companhia 793 também faz um almoço anual ultimo sábado do mês de maio sem mais um abraço e um desejo de saúde as todos os camaradas.
        Alcindo Santos

      • BOA TARDE,FICAS CONVIDADO PARA O NOSSO ALMOÇO.
        UM ABRAÇO MUITA SAUDE E IMENSA FELICIDADE.
        REIS
        P.S. EU MORO NO FEIJÓ -ALMADA E TU?

      • Olá camarada, eu sou da Cidade do Porto, a 500 metros do estádio do Dragão F.C.Porto.
        Um abraço.

  16. A Canga foi atacada creio que a 8 de Janeiro de 1968; a Compª pertencente ao BCaç 1930, estava há meia dúzia de dias na zona e ainda não repusera a armadilhagem na periferia do Quartel. Era um trabalho que só deveria fazer-se após conhecer bem o local. Creio ter sido essa a razão, de ainda não ter a periferia armadilhada. Quantas baixas não tivemos do nosso lado, devido a oper. de armadilhagem feitas à pressão. Quanto ao Mpozo, também quase em finais de 72, com a CCaç 3391, teve um ataque a sério ao aquartelamento. Por sorte, havia muita informação, e o pessoal dormia na vala circundante. E teve um resposta óptima.

    • Pertenci à C. Caç 3410 (sediada no Lufico) e estive no MPozo no dia em que a C. Caç 3391 teve o ataque. No dia anterior, tinham chegado ao Lufico os Helicópteros para nos transportarem para um patrulhamento de 6 dias. Por volta das 5 ou 6 horas da manha fomos alertados para o ataque que se verificava no Mposo. Logo que foi possível os helicópteros levantarem, fomos direitinhos para o Mposo. Recordo-me de que quando sobrevoavamos o aquartelamento vimos o telhado de uma caserna parcialmente destruido, devido ao rebentamento de uma bazucada, o que nos levou a pensar o pior, mas que felizmente não causou vitimas porque nessa noite os habituais “moradores” tinham dormido na vala ou nas imediações do aquartelamento. Quando descemos do helicóptero vimos 2 ou 3 soldados feridos, estando um deles em situação bastante crítica, a ser introduzido numa DO para ser transportado para o hospital. Acabou por falecer ainda nesse dia.

      • João,
        Estou tentando me lembrar de você. Eu sou o ex. Alferes Costa, comandava o 4º Pelotão da C. Caç. 3410. Além de mim tinha ainda os Alferes Monteiro, Pena Condesso e o……… não me lembro. De Lufico penso que fomos para M´Pala, que tinha uma povoação próxima, da qual não lembro mais o nome. Lembro que as instalações eram muito ruins, e logo na entrada havia uma guarita que servia de prisão para os soldados punidos. Nós nunca a utilizamos. A nossa Cia. era, na sua grande maioria composta de soldados da Ilha da Madeira. Gente muito boa. Ajude-me a refrescar a memória. Depois eu posto fotografias para você se relembrar.

      • Olá Amigo Oliveira
        Eu era Fur. Mil.º do 3.º grupo, comandado pelo Alf. Monteiro. O 1.º grupo era comandado pelo Alf. Barbosa. Estivemos no Lufico desde Julho de 1971 até Abril de 1973. Fomos rendidos pela C. Caç. 4742, comandada pelo Capitão Pimenta, que curiosamente foi o 1.º Alferes que esteve na nossa Companhia a efectuar o estágio de Capitão Miliciano. Seguimos do Lufico para a Madimba, onde ficamos até Outubro de 1973, tendo entretanto cada pelotão permanecido durante cerca de 1 mês em S. Savador do Congo.
        Regressamos no dia 23 de Outubro de 1973.
        Desde 1995, temos efetuado anualmente o nosso convívio (extensivo a todos os nossos familiares e amigos), marcando presença sempre alguns dos nossos Amigos Madeirenses (também já foram realizados encontros na Madeira.).
        Este ano, o encontro teve lugar no dia 7 de Julho no Porto, organizado pelo ex – radiotelegrafista Leitão.
        No próximo ano, iremos até Torre de Moncorvo, onde o Alves estará à nossa espera.
        Esperamos por ti nos encontros futuros.
        Um Abraço

      • João Carrola nesse ataque ao Mpozo para alem da infeliz morte do soldado Soares do 2º pelotão por uma estupidez, não houve mais feridos eu estava lá; e no Lufico tinha um furriel amigo que andamos juntos desde as Caldas, passando por Tavira. eu creio que depois vocês saíram do LUFICO E PASSARAM PARA A INTERVENÇÃO. UM ABRAÇO. S.Castro

      • José Castro, depois de 21 meses de permanência no lufico, a minha Companhia (C. Caç 3410) foi para a Madimba, durante mais 6 meses. Durante esse período de tempo, cada pelotão esteve cerca de 1 mês e meio em S. Salvador.
        Não sei a que Amigo do Lufico te referes, porque eu e outros ex-furrieis companheiros e Amigos, após a recruta nas Caldas da Rainha, passamos por Tavira e formamos a Companhia (3410 Independente) no BII 19 no Funchal, antes da “viagem” para Angola no dia 7de Julho de 1971.

        João Carrola

  17. Amigo Zé castilho, eu fui Fur. MIL. na CANGA do Bat. 1930. A CANGA, foi atacada no dia 7 de Janeiro de 1968 e não no dia 8.Também o M,POZO,e o LUVO tinham sido uns dias antes, apanhamos dois pobres pedintes no LUVO, que os entregamos à D. G. S.. Que seguiram via MAMARROSA, S.S. SALVADOR.O M,POZO,foi violenta.Estava lá a Comp.1738 que era comandada pelo cap. Betemc.creio.Fui lá em seu socorro mas quando lá chegamos apenas fizemos a perseguição ao IN, pois este em virtude da nossa resposta tinha abancado.Mas para mais, e completas informações sobre a zona aconselho o Livro as BRUMAS DO MATO que relata muitos dos episódios por vividos. Um abraço e continua que estás no bom caminho.

    • olha bem ó Vilela por acaso não foi na noite anterior ao dia de reis é que eu também lá fui após o combate e tenho ideia que era mesmo dia de reis um abraço

      • António Marta : Não me lembro de ti. Mas quero dize-te que o dia de reis é no dia 6, A Canga é atacada no dia 7 de Janeiro, e o M`Pozo é atacado depois. Correto ? Creio que sim. Pena não se falar disto mais cedo. No ultimo fim de semana foi o almoço anual do Bat., onde eu estive, e tinhamos esclarecido melhor o assunto. Um abraço

  18. Aqui C.Caç.673 os Ratinhos do capim.

    Esta companhia esteve no MPOZO de maio 1965 a junho de 1966 seguindo para
    CAMABATELA.EM SETEMBRO FOMOS ATACADOS no acampamento dia 18 e estivemos mais de uma hora debaixo de fogo.Este ataque foi co,mandado por um Alferes e tres furrieis nossos,,segundo informações oficiais.
    Aproveito esta ocasião para informar que n0 ultimo domingo de Maio,todos os anos temos o almoço convivio.
    Um grande abraço do ex.furriel REIS.

    fernando-reis1942@sapo.pt

  19. Desde Dezembro de 1969 que na Companhia 2610,Batalhão 2890 andei na Zona de Mamarosa,Buela e Mpozo.Tempos que ainda hoje lembro mas que não entendo para que nos serviu.Enfim, já ter voltado não foi mau.Da malta que como eu e, na mesma altura, andou por lá só consegui até hoje contactar com o açoreano Emircio Paço. Sou natural e vivo na Madeira.

    • Olá Branco. Sou o ex-furriel França, mec.º auto. Já estive na Madeira algumas vezes e quando aí estou falo sempre a alguém de ti. Ontem tivemos um convívio do Batalhão e todos nós da Companhia falamos de ti. O Rola, Monteiro, Silva, Vieira. O Patrício, e o Rio não aparecera. O Pinheiro está doente e o Luz e Guerreiro, já faleceram.Espero a partir de agora poder-mos falar mais vezes, através do e-mail. Um forte abraço

      • Só hoje vi teu comentário. O ano passado andei por aí e falei com o Vieira em Panafiel e estive também com o Pinheiro, na verdade doente. Meu telemóvel é 964084687.Pensei estar convosco no convívio deste ano mas não me foi possível, talvez para o ano que vem. Meu e-mail é josepepebranco@gmail.com Um abraço.

  20. Tambem estive na canga (70/71) fur.enfermeiro.
    Ccaç 2530.
    um abraço

    • Eu também estive na Canga entre julho de 1970 e julho de 1971,depois de ter estado no Quiende de junho de 1969 a Abril de 1970.Ainda estive em finais de 1970 na Mamarrosa e no Luvo, pertencia ao 2ºpelotão da CCAÇ2530, tal como o meu amigo Fernando Silva. Um abraço do ex.Furriel MIL.Almeida

  21. Fiz parte do BART 1852, pertenci à CART 1405, a CCS estava sediada na Mamarrosa e a 1405 na Magina, eu era condutor auto e tive opotunidade de passar por todos os locais referidos e ainda pela Calambata, Pangala, Buela, etc. onde estava outro Batalhão. O BART 1852 esteve nessa zona entre setembro de 1965 a maio de 1967.
    Um abraço para todos.
    Horácio Tavares Marcelino

  22. José Anjos Monteiro,
    Condutor Auto, estive no M`Poso de Maio de 1965 a Maio de 1966, seguindo para Camabatela no Quanza Norte, até 1966. fiz parte da Companhia de Caç, 673 que estava na mesma zona, conheci bem a Mamarrosa, Canga, Luvo e fronteira com o Congo.
    A C.Caç. 673 realiza todos os Anos, no ultimo domingo de Maio o Almoço Convívio e ainda nos juntamos cerca de 70/80 colegas de tropa e ao qual se juntam sempre esposas, filhos e netos.
    Um grande abraço aos que ainda subrevivem.
    Monteiro

    • Amigo José Monteiro
      No teu comentario dizes que estiveste no M Pozo de Maio de 1965 a Maio de 1966
      E que fazias parte da companhia 673.
      Eu estive no M pozo de Junho de 1965 a Agosto ou Setembro de 1966 e fazia
      Parte da companhia 793 que o comandante era o capitao trovao
      Para todos que passaram por M poso um grande abraço
      Manuel Nunes

    • Caro José Monteiro: há uma imprecisão na data em que esteve no M`Poso pois eu estive lá na C.Caç. 793 princípios de Junho 1965 e estivemos aí 18 meses depois viemos para o Grafanil para Intervenção.
      Parece que a 793 foi render a Companhia de Caç, 673 será assim?

      Alcindo Santos:

  23. GOSTAVA DE REALIZAR UM ENCONTRO CONVIVIO COM OS CAMARADAS QUE PASSARAM PELO M,POZO E ARREDORES.
    UM ABRAÇO DO EX-FURRIEL REIS

    • Ola rapaziada que passaram por M Pôzo e arredores.Eu pertenci á comp. nº 673 estive em M`Pôzo de Maio de 1964 a Maio de 1965 e não de 1965 a 1966 camo se referem mais a traz os meus colegas Fernando Reis e Anjos Monteiro ,foi lapso. Eu acabei por ficar em Angola mais 8 anos mas camo civil.onde montei uma pequena relojoaria no prédio do Salvador Beltrão em S. Salvador, certamente que ainda reparei alguns relogios ou vendi aos colengas vindouros.Um abraço a todos os nossos celegas.

      • Meu caro Sequeira. Recordo-me de si. Um grande abraço- Carlos Ivo da Silva ( ex. Alferes Ivo do B.Caç.1930, da Mamarrosa ).

      • Amigo Alferes Ivo,Fiquei satisfeito por saber que se recorda de mim.Está reforçado o convite do Furriel Reis para o nosso almoço anual a 26 de Março.Um forte abraço.

      • Amigo : Vocs esto todos cacimbados. Ento o IVO est mesmo apanhado. Vos nunca se encontraram em ANGOLA . Pensem bem. Oh Ivo. O nosso Bat. quando chegou l eles j tinham vindo embora. Um abrao. A. Vilela. Date: Sat, 9 Mar 2013 18:32:32 +0000 To: anvilela@hotmail.com

  24. ALFERES IVO,FOI UM ENORME PRAZER LER A SUA MENSAGEM PARA O SEQUEIRA,EU SOU O REIS EX.FURRIEL DA c.caç.673.
    NO DIA 26 MAIO VAMOS TER O NOSSO ALMOÇO EM ALMEIRIM,FICA DESDE JÁ CONVIDADO.
    UM ABRAÇO
    REIS

  25. Companheiros da companhia de sapadores 151 não se esqueçam do almoço no dia 18/5/2013 perto do pombal um forte abraço para todos do Feliçiano Carvalho o condutor .

  26. Amigo Fernando Afonso Reis : O Ivo, apareceu no dia 26 ao vosso almoço ? Ao nosso que foi no dia anterior, ( 25 de Maio ), não apareceu , é só conversa. Creio que a casa de fotografias do Joaquim Sequeira se chamava ABANEZA, ou nome parecido. Bem me lembro da casa que por lá passei a revelar fotos. Um abraço a todos.

  27. Camaradas da guerra de Angola, da Companhia de sapadores 151, nos idos anos de 1961/1963. Adorei estar no noso almoço convivio em Pombal. Como é bom rever os amigos que conosco sofreram naquela guerra. Para os que não puderam estar presentes, que façam um pequeno esforço e venham no próximo ano para todos nos abraçarmos.Pela nossa idade o “fim do caminho” estará próximo, vamos aproveitar a “estrada” para convivermos.
    Um abraço do tamanho do mundo para todos

  28. Caros companheiros combatentes.
    Li com muita atenção as mensagens aqui postadas. Quero deixar mais algumas informações ao companheiro José Sampaio. Na Mamarrosa também esteve a C.Caç.3372 sob o comando do B.Art.3859, que esteve sempre em Cuimba assumindo o comando total da zona em 15 de Dezembro de 1971 e saiu em Fevereiro de 1974. Fica aqui a retificação da informação dada pelo companheiro Miguel Oliveira.
    Também para o companheiro que não sabe qual a companhia que esteve na Calambata e que fazia parte do B.Art. 3859, foi a C.Art. 3449 que em Junho de 1972 caiu numa emboscada e teve 9 mortos.
    Eu fiz parte do B.Art.3859 (CCS) que rendeu o Bat. Caç. 2890 e visitei por uma vez a Mamarrosa e o Luvo quando lá estavam companhias independentes mas sob as ordens do B.Art.3859. Fui operador rádio ou TRMS como os companheiros gostavam de dizer, e é sempre com muita satisfação que leio quando alguém escreve algo relacionado com aquelas paragens.
    Abraço muito grande a todos os companheiros que pisaram picadas e matas ao norte de Angola.
    Joaquim Cortes

  29. Fernando Francisco Soares
    Caros Amigos combatentes/ tambem por la passei nestas localidades de Mamarosa/Magina/Luvo/ Canga/ e sei la que mais…
    Pertenci ao Batalhao 1930/ companhia 1783
    Cozinheiro, dia apos dia a preocuparme se todos os nossos camaradas tinham uma boa refeicao… Tempos muitos dificeis,
    Envio um forte abraco para cada um de voces, contactem comigo…Obrigado

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