O tareco do Luvo

1 Comentário

Desde tempos remotos que os humanos se habituaram a conviver com animais domésticos e na tropa, havia cães e gatos. Tanto na Mamarrosa como no Luvo, principalmente os cães faziam-nos companhia, não fossem eles os melhores amigos do homem.

Os cães fazem hoje muitas actividades importantes para os humanos, como sejam trabalhos de guia para cegos, procura de desaparecidos, busca de feridos e mortos em catástrofes e são usados também pelas forças de segurança e judiciais para ajuda na descodificação de crimes.

No post “Ataque ao Luvo” publicado no dia 13 de Abril de 2009, referi-me que nessa noite quando um grupo se preparava para ir dormir depois de um serão de jogo de cartas, ter comentado que naquela noite os cães não pararam de ladrar. O que eles nos queriam dizer é que estavam a detectar a presença de estranhos na cercania e nós não lhes demos ouvidos.

Efectivamente ao romper do dia sofremos um forte ataque que felizmente suplantamos sem baixas, mas hoje certamente teríamos compreendido a fala dos nossos amigos, e se de imediato tivéssemos varrido os morros em volta do aquartelamento à morteirada, seria uma surpresa completa para o inimigo e a derrota infringida seria muito maior.

Vem este post a propósito de outro bicho, o gato tareco do Luvo, que também nos divertia imenso com as suas habilidades. Bastava colocar os braços na posição desta foto para ele dar o salto.

Mário Mendes

One thought on “O tareco do Luvo

  1. Interessante este tema dos animais de companhia na GC, que também era tema para uma boa tese de doutoramento.
    Lembro-me que em Quimaria, onde estive um mês e meio, a secção de Transmissões tinha um cão, a que tinha sido posto o nome do furriel vagomestre, e compreende-se porquê!
    Na Mamarrosa a nossa secção de TRMS possuía um cão que avisava a malta sobre as cobras que apareciam sem avisar, um gato malabarista e um galo enorme, com o qual muitos queriam fazer um churrasco e que parece que morreu de velho.
    O galo era uma ave inteligente e que parecia ler o nosso pensamento, pois corria atrás do agente da PIDE, quando este parava na secretaria e comando, que ficava no mesmo edifício.
    Um braço a todos JS

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