Esplanada Açoreana

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Cuca ou Nocal? Tanto faz, desde que esteja bem fresquinha. Venham mais cinco para o mesa do canto, e também um pacote de alcagoitas, s.f.f. …

Este ritual aconteceu vezes sem conta lá nesta esplanada da Mamarrosa. Levava o nome de Açoreana, porque foi construída pela C.Caç. 2676, nossa antecessora naquele aquartelamento, e também proveniente do BII 17, de Angra do Heroísmo.

Local de convívio e de discussões mais azedas,  que também as havia principalmente quando a cerveja começava a fermentar… aqui se aliviou muito stress acumulado pelos longos dias que o calendário ia deixando para trás, na certeza de que o tão almejado dia do regresso estava mais próximo.

Tenho envidado esforços para tentar localizar alguns “coriscos” mas os resultados não têm sido muito animadores. Consegui chegar à fala com o Manuel Dutra de Lima, que está em San José, Califórnia, e com o Manuel Fernando Teixeira da Silva Quadros, que está em Velas, S.Jorge.

Com esta foto da esplanada pode ser que se abra o apetite de mais alguns açorianos que se queiram sentar à mesa para relembrar memórias de outros tempos.

Hoje publico as “caras” de 4 companheiros que faziam parte da minha secção do 2º grupo de combate, esperando que por onde quer que andem, os próprios ou outros intermediários dêem notícias. São eles: Francisco Manuel da Costa Simas (S.Miguel), Manuel Deodato Marques da Silva (Terceira),  Norberto Jacinto Ribeiro (S. Roque do Pico) e Vítor Manuel Ferreira Tomás (Lisboa).

Mário Mendes

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