Sol na eira, Água no nabal.

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Este Inverno meteorológico tem sido muito rigoroso em Portugal, com muita chuva, frio, neve, vento, o mar a galgar a costa, sinais das mudanças climatéricas que estão a acontecer provocadas pela mão do homem que não tem respeitado a mãe Natureza. O recente acontecimento na Madeira é prova disso mesmo.

Não sei se por influência da meteorologia, mas o Inverno político tem sido também uma autêntica calamidade, uns quantos actores que gostam de aparecer na ribalta, em lugares soalheiros e luminosos, mas que agora por causa de outro “SOL” que tentam tapar com a peneira, a fugir para a escuridão tentando evitar os seus raios ultra-violetas que queimam demasiado. Outros, mais tímidos, avessos a tanta luminosidade, passando despercebidos entre os seus pares, sendo por isso Portugal um país com muitos nabos.

Este pequeno pedaço de terra, à beira-mar plantado, tornou-se assim num imenso lodaçal, onde chapinham os figurantes políticos, brincando como crianças, atirando lama uns aos outros.

A estação da Primavera chegará dentro de um mês, faço votos para que o tempo seja mais ameno, o astro Rei brilhe, pois como diz o sábio povo, “O Sol quando nasce é para todos”.

E como será a Primavera política? Agora que o Carnaval já lá vai, esperamos que  os figurantes saiam do lameiro onde se têm entretido, ponham a roupa a corar ao Sol e apareçam aos olhos dos portugueses de cara lavada, limpos e impolutos.

Mário Mendes

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