Mamarrosa, no espaço e no tempo.

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Mamarrosa, no espaço e no tempo.

Algumas terras em Angola no tempo da colonização eram baptizadas com nomes de terras da Metrópole, nomes de origem dos fazendeiros que ali assentaram “arraiais”. Este nome é assim derivado da freguesia de Mamarrosa, concelho de Oliveira do Bairro, distrito de Aveiro, donde era natural o patrão da fazenda de café e de outros negócios em S.Salvador, de nome Salvador Beltrão. Nesta cidade, agora chamada de M´Banza Congo, existe ainda um prédio que era conhecido por “Prédio Salvador Beltrão”, onde havia um restaurante e uma drogaria. Certamente não haverá militar que não tenha entrado lá das muitas vezes que ia à capital para reabastecimento ou nas colunas do MVL. Aqui está a foto.

salvadorbeltrao

Mamarrosa fica situada 58 Km a norte de S.Salvador do Congo, 6 km a sul do Luvo (fronteira com a República Democrática do Congo), a Oeste temos Canga a 23 Km e Magina fica a 42 Km para Este. Esta placa à saída do aquartelamento indicava estes percursos.

placa_mamarrosa

As instalações militares da Mamarrosa ficavam numa colina onde no ponto mais alto estava situada a messe dos oficiais (edifício com o nome “MAMARROSA” gravado no telhado). Esta era a vista do local, vendo-se à direita o comando e a secretaria e à esquerda o posto médico e a enfermaria. A população civil (trabalhadores da fazenda do café) situava-se no lado oposto, na parte mais baixa da colina.

Mamarrosa_ar

Outros açorianos recrutados no BII 17 em Angra do Heroísmo por aqui passaram, pois este monumento que lá deixaram prova isso mesmo. “Antes morrer livres que em Paz sujeitos” era o lema daquele batalhão da ilha Terceira. Nesta foto, vê-se ao fundo o edifício da messe dos oficiais.

emblema_bii17

Foi aqui que chegámos em 9/4/1972, depois de percorrer cerca de 550 Km desde Luanda. A primeira etapa terminou em Ambrizete onde pernoitámos, tendo passado por Ambriz e Mussera. No segundo dia passámos em Tomboco, Xamindele, Cumbi, Luanica, S.Salvador. A 8 de Setembro de 1973 fizemos o mesmo caminho de regresso para Luanda, onde estivemos até ao dia 2/10/1973. Estas 3 semanas foram as melhores da comissão, praia na ilha, cucas na Portugália, e o “Puto” ali ao virar da esquina, a 9 horas de distância!

(Mário Mendes)

174 thoughts on “Mamarrosa, no espaço e no tempo.

  1. Olá amigo Mendes

    Como ninguém comenta… cá estou eu mais uma vez…

    De facto não sabia a origem do nome “Mamarrosa”, embora pensasse que tivesse alguma ligação com a Mamarrosa, de Oliveira do Bairro.
    Nunca gostei deste nome pois fazia-me lembrar alguma “Mama Rosa” daqueles lados, talvez uma prima do “Principie Pedro”, do Luvo, sobre o qual hei-de escrever, que era familiar do último rei do Congo.

    Também há quem a escreva “Mama Rosa”, sobretudo na net, e até o escritor João de Melo, no seu livro “Autópsia de um Mar em Ruínas” (6.ª edição, Dom Quixote, pp.23, 274), que faz referencia aos ataques que sofremos nos dois aquartelamentos.

    O Memorial com a divisa “Antes morrer livres que em paz sujeitos” deveria ser da CCaç. 2676/BII17, que antes de nós esteve na Mamarrosa.
    Antes deles estiveram: a CCS do BCaç.2890 (1969-1971), a CCS do BCaç.1930 (1967-1969),
    a CCS do BCaç.1900 (1967), a CCS do BCaç.595 (1966), a CCS do BArt.1852 (1965), a CCS do BCav.631, e a CArt.102 (1961-62).

    Creio que o edifício com as letras era apenas a messe de oficiais, pois o comando encontrava-se no edifício à direita, onde funcionava a secretaria e também as transmissões. O edifício à esquerda era o do posto médico e enfermaria.

    Onde será que andam os intelectuais da companhia, alguns deles professores e outros ligados à escrita e às artes, que têm faltado à chamada, com os textos prometidos, nomeadamente o Carvalho, Amorim, Benjamim, Araújo, Caldeira, Pinto, Igrejas, Fernandes, Menino, Proença, Correia, e outros.

    Um braço do José Sampaio

    • Amigos desconhecidos. Fui Alferes da CCS 2890 e só queria dizer que na altura o edificio que se vê á esquerda eram onde se encontravam os alojamentos dos Alferes. O posto médico enfermaria ficava ao fundo da “avenida”.
      Cumprimentos LSD

      • Caros amigos (mesmo que… desconhecidos), porque todos “peregrinámos”, fardados, nos idos de 70, pela RMN -S. Salvador-e em particular Mamarrosa, Luvo, M’Pozo, Magina, Canga,… Cuimba, Buela, Maquela do Zombo!

        Caríssimo amigo Laurentino Duarte, grande operacional da mobilidade mecânica do BCAÇ2890, das engenharias e da lúcida, serena e crítica postura cívica de todos os dias!…

        Descobri-te/vos aqui, por acaso, e, por ora, apenas quero levantar a mão para dizer que aqui estou, gratificado por vos “ver”.

        Fui alf. miliciano da CCS do B. Caç 2890 (Angola, 1969-1972). Neste terreiro superior do aquartelamento, jogou-se badmington à meia noite sob os holofotes das berliets; consumiu-se, socialmente, bom wisky, gin e cerveja e… discutiu-se (mas não se decidiu) o futuro próximo da Humanidade…

        Um grande abraço do ex-alf Amaral

      • Permitam que fale para dois ao mesmo tempo, o Duarte e o Amaral, cujos comentários acabo de encontrar.
        Certamente se lembrarão de mim, sou o Faria, ex-Alferes da C.Caç 2609, do B.Caç. 2890, que esteve no Luvo, na Magina e na Calambata.
        Folgo muito por ver que ambos estão vivos e ainda mexem !
        Um abraço forte para ambos
        José A. M. Faria
        PS: podem contactar-me via FACEBOOK

      • assim era entre 67/69 um abraço

    • Caro José Sampaio.

      li o artigo do Mário Mendes, que me deixou com muitas saudades, no entanto o seu comentário não está completo, pois a Comp.de Sap. de Engª 151 também esteve na fazenda Mamarrosa e Magina, entre
      Agosto de 1962 e julho de 1963, conforme artigo que enviei em Dezembro ao Mário Mendes.

      Um abraço
      Magalhães

      • Uma correção.O Batalhão de cav 631 não esteve na Mamarrosa em 1963 pois este saiu de Lisboa 10 de FEVEREIRO de1964 . 1º cabo 1152 da comp .628 Joaquim Moreira, e seguiu para Sanza Pombo e a 628 para Quimbel.Um abraço

    • Caro José Sampaio,
      Nos últimos tempos, em particular nos últimos dois anos, porque como reformado, disponho de mais tempo e melhores conhecimentos, embora ainda limitados, de utlizar dos meios informáticos, que comecei a fazer pesquizas relativas a Angola, dos locais que conheci pela Provincia do Zaire, em particular relativas à Magina, Mamarrosa, Luvo. Canga, São Salvador (agora M’Banza Congo) Calambata, Pangala, Cuimba, Luvaca, Buela, etc. por onde conduzi durante cerca de dezoito meses, dado que era condutor-auto da CART.1405 do BART.1852. Só muito recente descobri que os conhecimentos adquiridos ultimamamente só se verificaram graças à CCAÇ. 3413 e a todos quantos têm contribuído para o seu Blog. Imagine que eu, embora já o consulta-se desde finais de 1910, só depois de outubro deste ano, me apercebi que era um Blog e que estva aberto à participação de ex- combatentes de outras unidades militares, e não só.
      Entre as “matérias” que estou a tentar organizar consta a identificação e as datas das uinidades que estiveram sediadas na Mamarrosa, na Magina, no Luvo e na Canga. Digo sediadas, porque outras houve que embora possa haver registo da sua presença, a mesma verificou-se “por passagem” ou para “prestação de serviços”, com todo o respeito pelos mesmos e pelos seus integrantes.
      Os dados recolhidos sobre a Mamarrosa, a Magina e o Luvo estão muito avançados e quase completos, depois iniciarei a pesquisa relativa à Canga. Sobre os três primeiros aquartelamento, creio que se pode avançar para a sequência em que o registo das datas quase preenche o calendário que vai de de maio de1961 a novembro(?) de 1974, assim, na Mamarrosa:
      – 1961, CART.102 e CSap. e Eng. 151
      – 1962, as mesmas unidades
      – 1963, 1964 e 1965 até setembro, a CCS do BCAV. 631(?)
      – 1965, 1966 e até fevereiro de 1967, a CCS do BART.1852
      – 1967, até dezembro, a CCS do BCAÇ. 1900
      – 1967, dezembro a dezembro de 1979, a CCS. do BCAÇ. 1930
      – 1969 a 1971. CCS do BCAÇ. 1930 (de quando a quando?)
      – 1971(?),
      – 1972 e 1973, CCAÇ. 3413 de abril a setembro
      – 1973 e 1974, CCAÇ.8453 (até que mês ?)
      Desde já os meus antecipados agradecimentos pelos contributos que corrijam e/ou completem os dados avamçados.
      Por último, não posso deixar de manifestar a minha admiração por todos quantos têm contribuído para a dimensão dos relatos transmitidos e para a diversidade dos assuntos constantes do Blog, para os seus “gestores” e um abraço muito especial para as mensagens dos ex- combatentes da CART. 102 e da CSap. e Eng.ª 151, cujos testemunhos têm mais de cinquenta anos.
      Em breve enviarei fotos em locais que a CART. 102 e a e a CSap. Eng. 151 “rasgaram”.

      Um abraço,
      H.T. Marcelino

      • A CCS do BCAÇ 2890, esteve na Mamarrosa desde Dezembro de 1969 até 23 de Junho de 1970, tendo-se nessa data deslocado para o Cuimba, onde ficou atá ao fim da comissão, em Dezembro de 1971.
        Na Mamarrosa fomos substituidos por uma comanhia independente que ficou agregada ao Batalhão de Nóqui.
        José Covas (Furriel da CCS do BCaç 2890)
        TM 966058324 Telf. 253278465 – Braga; e-mail: joseafonsocovas@netcabo.pt

      • Caríssimo J. Covas, ilustre vizinho de “onde havia democrácia”:

        Um grande abraço, com desejo de que tudo vá muito bem consigo (e com os seus).
        A Bracara Augusta vou algumas vezes, pois aprecio deveras essa aprazível cidade, antiga, vetusta mas jovem… Quem sabe um dia destes não nos veremos, para um agradável cavaco…
        Grande consideração, meu amigo.
        Augusto R. D. Amaral (ex-alf. Amaral do B. Caç. 2890)

      • Na Mamarrosa,ainda esteve em finais de 1970 o 2ºpelotão da ccaç2530(Quiende1969-1970,Canga 1970-1971),antes da sua ida para o destacamento do Luvo.Ainda fizemos uns joguinhos de futebol no campo da Mamarrosa.Um abraço do ex.furriel miliciano João Almeida.

      • pois também gostava de encontrar amigos do batalhão de caçadores 1930 zzzz….martta146@gmail.com

      • Caros Veteranos,
        Começo por referir que o meu nome é Horácio e não “horáio” como por lapso, talvez cometido por mim, foi publicado em alguns dos meus comentários.
        Este meu comentário tem o objectivo de clarificar e complementar algumas das minhas anteriores participações aqui prestadas. Informo que nos tempos da minha passagem por aquelas “bandas” a Magina existente era a que está descrita pelo veterano da CEeSap.151 e que, tal como é referido, a outra Magina (a velha), onde essa companhia esteve acampada, ainda era notório ter aí existido um povoado (sanzala) como,por exemplo, era provado pelos existência de algumas árvores de frutos tropicais, creio que ficou despovoada em consequência das acções desenvolvidas na zona pelo Esq.CAV. 253 (GCav. 345), ou nas operações de reocupação(?) daquela zona, pelas nossas tropas, creio que, através do BCAÇ. 156, por alturas de Maio de 1961, São Salvador foi atacada pela UPA no dia 5 desse mês. Aproveito para referir que os restos mortais do soldado Manuel Rebelo Fonseca, segundo informação do ex- alferes miliciano Humberto Fernandes, foram trasladados a 29-07-73, em operação para o efeito, levada a cabo pela CART. 3447 do BART. 3859, que estava sediada em Cuimba onde, segundo registos da UTW de Maio de 1913, ainda constam do número de militares portugueses aí enterrados(!). Recorde-se que o acidente que o vitimou aconteceu em 22-09-6.
        De acordo com informações publicadas por ex- militares de unidades militares que permaneceram naquela região, em que só não encontrei registos de veteranos do GCAV. 345, creio já ter recolhido dados que atestam os períodos em que as mesmas estiveram na Mamarrosa, Magina, Luvo, Canga, M´Pozo, Calambata, Cuimba, Pangala, Luvaca e Buela.
        Para que possam constar desta página, aqui vai o meu contributo da recolha que consegui relativa à Mamarrosa (reocupada em 24-04-61).
        – CART. 102; 15-05-61 a maio de 1962
        – Esq.CAV. 353 e 148; de junho a 1962 a abril de 1963
        – CEng. Sap. 151; de agosto de 1962 a maio de 1963
        – BCAV, 631 (CCS); de julho de 1963 a setembro de 1965.
        – BCAÇ. 595; de novembro de 1963 a janeiro de 1965
        – BART. 1852 (CCS); de setembro de 1965 a feveriro de 1967
        – BCAÇ. 1900 (CCS); de fevereiro de 1967 a dezembro de 1967
        – BCAÇ. 1930 (CCS); de dezembro de 1967 a dezembro de 1969
        – BCAÇ. 2890 (CCS); de dezembro de 1969 a junho de 1970
        – CCAÇ. 2676; de junho de 1970 a abril de 1972
        – CCAÇ. 3413; de abril de 1970 a a setembro de 1973
        – CCAV. 8453; de setembro de 1973 a novembro de 1975.
        Também encontrei registos da presença na Mamarrosa do Pelotão de Morteiros 2002; 1968/1970 e de um pelotão da CCAÇ. 3372, que estava na Canga e ainda pela presença da CCAV 8450 (?). Nesta minha pesquisa obtive o nome de quase todos os graduados que comandaram as unidades aqui referidas bem como o número de baixas e as datas desses tristes acontecimentos ou que provocaram feridos.
        Uma saudação muito especial a todos quantos contribuíram para a recolha destes registos.
        Fico a aguardar os vossos contributos mesmo com comentários a complementar ou a corrigir este meu modesto trabalho.
        Aquele abraço.
        H.T. Marcelino

      • Duas observações
        1ª o batalhão 1930 chegou á mamarrosa a 24 de dezembro de 1967.
        2ª a companhia que foi para a magina não pode ter chegado antes dessa data.
        Um abraço do antonio marta

      • Decididamente, e pela ultima vez, vou renovar a mente ao Marta. Nós não chegamos a 24 de Dezembro à Mamarrosa, Luvo , Canga e Magina, mas sim a 20 de Dezembro . Depois de termos saído de Luanda no dia 18 , pelas 5 da manhã. A viagem durou 3 dias. Fim de mais esclarecimentos . Um abraço. A.Vilela

      • Caro Camarada/companheiro da Jornadas Africanas no Norte de Angola,mais concretamente na Mamarrosa.Magina,Canga e Luvo.Aqui chegou em Dezembro de 1967 o Batalão 1930 com 4 Companhias e aqui se manteve na Regiãi até Dezembro de 1969,com as Companhias operacinais a fazerem rotação,dentro do mesmo espaço geografico,menos a CCS deste Batalhão 1930 que se manteve os dois anos sempre na Mamarrosa.A 1783 passou o primeiron ano na Magina passando depois para o Luvo mais um ano,até acabar a comissão de serviço.É m prazer muito grande falarmos de Angola,orgulhosas de servirmos a Nossa Pátria. Até sempre,Júlio Ferreira da C.Caç 1783.

      • senhor marcelino entre 1972 e1973 não pode a ccaç 3413 porque eu esteve em angola 1971 1974 na buela e minha c era 3448

      • Uma correção.O Batalhão de cav 631 não esteve na Mamarrosa em 1963 pois este saiu de Lisboa 10 de FEVEREIRO de1964 . 1º cabo 1152 da comp .628 Joaquim Moreira, e seguiu para Sanza Pombo e a 628 para Quimbel.Um abraço.

    • um abraço da ccs do bc 1930 ocupas de dia de natal de 1967 a dia de natal de 1969 antonio marta

      • António Marta: Só não encontras os teus camaradas do Bat. 1930, se não quiseres. Pois nós reunimo-nos anualmente para um almoço de confraternização.Se precisares de informaçôes, o meu endereço elect. é anvilela@hotmail.com . Terei muito gosto em ajudar-te. Um abraço.

      • Em jeito de precisar uma passagem, em que sou citado – e bem, pelo camarada Horácio Tavares Marcelino e quanto à recolha da ossada do camarada, soldado Manuel Rebelo Fonseca, falecido acidentalmente em 22DEZ1967, num desarmadilhamento das NT junto à fronteira, onde foi, por força das circunstâncias, sepultado.
        A recolha dos seus restos mortais foi levada a cabo na “Operação Mirandela” que teve lugar entre 22JUL e 29JUL1973, a norte da picada Comandante Seabra.
        Participaram nela 4 grupos de combate do B.ART.3859, com sede em Cuimba: 2 G.C.da C.ART.3449 (Calambata); 1 G.C. da C.ART.3448 (Buela) e 1 G.C.da C.ART.3447 (Luvaca), que eu comandei, num total de 98 homens, comandados pelo capitão Cajão da C.ART.3447.

      • Ao contrário daquilo que me parecia certo vem o Vilela corrigir-me quanto á data de chgada do B.caçadores 1930 á Mamarrosa espero que aqueles a quem dei informação errada desculpem as minhas falhas de memória.

        um abraço e bom natal para todos

      • Amigo: Faz hoje 46 anos, dormi debaixo de uma Mercedes em AMBRIZETE. Devo ter dormido pouco mais de 2 horas. Foi uma noite espectacular , a caminho de S. Salvador . Voltava a dormir hoje no mesmo sitio , se me dessem oportunidade. Um abraço ,e bom Natal.

      • Caro Horácio Tavares Marcelino:
        A operação Mirandela, recolha dos restos mortais do sol. Manuel R. Fonseca, foi realizada por 4 GC de CART. 3447, 3448 e 3449 do BART 3859 entre os dias 22/7 e 29/7 de 1973, na qual eu fui incluído ( 2º GC da CART. 3449) comandado pelo Alferes Carlos Alves António, sendo eu o oper. de trans. soldado Santos, quero agradecer ao Humberto Fernandes a correção fidedigna da informação, sendo de salientar que os restos mortais foram levados para a Calambata onde se realizou a sua limpeza de forma digna e respeitosa.
        O BART. 3859 esteve localizado nessa zona, com as CARTs distribuídas CCS Cuimba, 3447 Luvaca, 3448 Buela e 3449 Calambata, entre 71 e 1974, isto para dar a razão ao meu camarada José Cunha, a tua informação está correta.
        Abraço.
        Carlos Santos

  2. Pode ser que a minha provocação dê frutos, pelo menos em comentários.
    E depois há tantas histórias para contar, passadas ao longo dos infindáveis 26 meses que deambulamos pelo norte de Angola.
    Esqueci-me do Oliveira das TRMS (organizador do almoço de Évora), que estava sempre a escrever e deve ter o maior diário de toda a GC.

    Um abraço do JS

  3. De facto o último batalhão com CCS na Mamarrosa tinha sido o BCaç.2890, que aqui chegou em Dezembro de 69, tendo mudado em Junho de 70 para Cuimba.

    Este batalhão foi comandado pelo algarvio de Lagos, Ten-Cor Joaquim Cardeira da Silva já falecido, que tem na sua terra uma rua com o seu nome.
    JS

  4. Vi hoje uma foto no vosso Blog que reconheci imediatamente, CASA SALVADOR BELTRÃO.Não fazia parte do meu album de fotos de SSalvador, muito embora essa casa tivesse sido a paisagem que eu via ao abrir a janela do meu quarto ,ao longo de dois anos e vinte dias.Junho1971 a julho1973.
    Havia outra casa mais voltada para Bazar onde a rapaziada, comprava as prendas para enviarem às Suas Amadas!!
    A CASA VERDE

    Cordiais saudações para o Mendes e todo o Pessoal da C3413 com quem convivi muito em especial Aqueles de Transmissões.
    Um Abraço. Velez

  5. Visitei hoje pela primeira vez o vosso site e concluo que foram a companhia que substituiu a minha (CCAC.2676). Há dia publiquei no SapoFotos algumas imagens da Mamarrosa. É sempre com alguma emoção que se recordam esses tempos. Como foi a vossa estadia?
    Aguardo uma resposta. Um abraço.

    • 2676-estive por ai uns tempos (escritas)gostava de contactar algum pessoal…

      • “CAMARADA” SILVA e OUTROS.
        Só hoje vi estas noticias.
        Fiz parte da C.Caç:2676. Quanto aos contactos da “CAMARADAGEM da 2676 tenho muito poucos pois a comp. era maioritária composta por SOLDADOS das NOSSAS LINDAS ILHAS AÇORIANAS.
        Os contactos que tenho são de alguns (Milicianos, ALFERES e FURREIS),posso enviar-te por hemail.
        Este ano vai haver um convivio em Braga no Bom Jesus a 12 de Maio da C.Caç. 2677 onde penso encontrar alguns camaradas da 2676.
        Contacto de hemai, castrofreitas1948@hotmail.com
        Um Abraço.
        J.castro

  6. Estive em Mamarrosa entre Janeiro de 1969 e Maio de 1971. Era furriel miliciano foto-cine e por mim passaram dois batalhões. Recordo com nostalgia aqueles tempos e gostava de estabelecer contactos regulares com alguns dos que lá estiveram. Estive diversas vezes no Luvo, em M’Pozo, na Magina, em M’Pala, em S. Salvador do Congo.
    Embora estivesse destacado e não pertencesse aos batalhões sempre me relacionei da melhor maneira com todos.
    Dêm notícias.

    • Olá amigos e camaradas, Ivo Ex Alf. do bat.1930, Celestino Brito, o Brito foto – cine Ex. Fu. Mil., nós os elementos do Bat. 1930 vamos realizar o nosso almoço anual. O IVO já tem o contacto dado pelo Seris ( um abraço grande amigo ) . O Brito é boa altura para aparecer na Figueira da Foz, local onde se irá realizar o almoço. Eu sou o Ex. Fu. Vilela da Caç 1781. Um abraço e o meu contacto é, Anvilela@hotmail.com. O almoço é no proximo dia 26 de Maio de 2012.Estes camaradas estiveram, no Luvo, Mamarrosa, Canga e Magina de Dezembro 1967 a Dezembro 69.

    • Onde é que tu andas, rapaz ? Que saudades. Um grande abraço Ivo ( ex-Alf.mil – B.Caç.1930 )

    • Boas camarada.
      venho informar o camarada Celestino Brito que anualmente o batalhao 2890 faz um convivio caso esteja interessado contacte-me pelo numero 934 746 295.

      Um abraço do camarada.
      Abilio Ribeiro.

    • Meu amigo Brito mais conhecido por TWO MOON’S, recordo com saudade os bons tempos que passamos tenho várias fotos nossas sobretudo aos Domingos quando davas música ao pessoal, porque o fil me já tinhamos visto 10 vezes pelo menos. Ainda nos encontramos pelo menos uma vez num almoço do B.CAÇ 1930. Sou o Ribeiro dos Morteiros.

  7. Olá Celestino-Quem não recorda com nostalgia aqueles tempos, embora tenha que se levar em conta que nem todos podem dizer o mesmo,felizmente não foi o meu caso. A minha Companhia independente, esteve quase dois anos na Mamarrosa, depois de termos eliminado dois antigos aquartelamentos na região, Coma e Pangala. Tínhamos um destacamento no Luvo onde eu ia regularmente e aí até chegámos a confraternizar com o “exército” zairense. Vivo em Setúbal e aguardo noticias suas. Um abraço. Carlos Santos

  8. OLÁ CAMARADAS de ARMAS e FARRAS sou o furriel CASTRO do 4º Pelotão da COMPANHIA DE CAÇADORES 2676 que saiu do B.I.I.17 da Ilha TERCEIRA, AÇORES que era mais conhecido pelo” CACIMBADO” que queria “matar o CAPITÃO da companhia”e quando foi expulso da companhia com destino a CABINDA e furou o telhado das intalações do edificio dos oficiais e não sei ao certo se também o a da secretaria .Tenho convivido (sempre que posso) com os camaradas da COMPANHIA 2677, onde já está também na net.COM UM GRANDE BLOG. com a sua presença em FORÇA.Gostaria de saber como estão TODOS os restantes CAMARADAS desde o SOLDADO AO CAPITÃO.Estive na ilha TERCEIRA em trabalho onde convivi com alguns camaradas da COMP..A minha vida profissional e familiar não me tem deixado muito tempo livre e só há dias é que vi este blog.Gostaria de saber se do furriel Joaquim CALADO que era do 2.º pelotão e que também saíu da COMP.e era da zona de Alcaçer do Sál se está bem?Dêm noticias,VAMOS-NOS REUNIR PARA RELEMBRAR OS VELHOS E NOVOS TEMPOS. UM GRANDE ABRAÇO DO AMIGO QUE NÃO ESQUECE OS CAMARADAS DESDE O DIA QUE EMBARCAMOS NO ANGRA DO HEROISMO com destino há TERCEIRA para formar as 4 COMPANHIAS 2674,2675,2676,2677. (O CACIMBADO) JOAQUIM MANUEL de FREITAS TAVARES de CASTRO

    • Ola Joaquim Castro

      O Dinis, falou-me que o meu amigo tinha contactado este Blog e aqui estou a mandar-lhe um abraço, sou o Albino, O home das trnamissões. Falamos uma vez ao telefone para nos ecnontrarmos em Braga mas depois…
      Espero que esteja bem. Pode contactar-me esteves.albino@gmail.com
      Um abc amigo

      • Olá “GRANDE ALBINO”
        Peço-te desculpa de só hoje te responder mas a vida tem-me pregado algumas partidas “negativas”pelo que não vi este blog..
        Desde o nosso contacto em Braga a minha vida deu um volta em sentido “negativo”.
        Esta semana tentei contactar-te para:253220845,964248630,assim como outros “Camaradas”para te dar conhecimento do convivio da c.caç.2677 que vai ser a 12 de Maio em Braga,no Bom Jesus,onde espero encontrar alguns “Camaradas da 2676.
        Já tentei entrar no blog. que fizes-te da C.CAÇ2676 mas não consegui.
        O DNIZ informou-me que estás fora do PAÍS,quando regressares dá noticias.
        Um Abraço.
        J.Castro

    • Saude da boa para todos Ex. 1° cabo Pimentel da 2674 a maior parte dos elementos das quatro companhias do B.i.i. 17 estao a viver aos Estados Unidos ou Canadà.Eu vivo em Franca Cidade de TOULOUSE . UM Abraço Pimentel Fernando

    • Olá Castro! eu sou o ex. Furriel mil. Almeida, do 2º pelotão da CCAÇ2530,
      que esteve aí com vocês na Mamarrosa, talvez em Outubro de 1970, e ainda fizemos uns joguinhos de bola antes de ir para o Luvo, onde vocês também tinham um pelotão.O Furriel de vocês que lá estava era aquele que lhe davam ataques epiléticos. quanto a ti, no dia da expulsão vieste no unimog da minha secção(3ª da 2530),e à saída deste uns tiros para o ar e o teu capitão veio ver o que se passava, e nós dissemos que foi caça que tinha aparecido.Um grande abraço. Estou no facebook, joaohjalmeida@gmail.com

  9. ola amigos!
    s.salvador-luvo-magina-calambata-cuimba,tambem fazem parte da minha pasagem na provincia do zaire entre 1970-1972,c.caçadores
    2609,tive bons e maus momentos,mas fiz bons amigos e camaradas.
    um abraço! (sou o Reis radiotelegrafista)

  10. Caros amigos é com um sentimento de nostalgia e de profunda saudade que acabo de ler tudo isto sobre a«nossa» MAMARROSA e LUVO. A C:CAV 8453 foi render em Setembro de 1973 a 3413.Fuialferes nessa c cav e fui mal cheguei para o Luvo. Em julho de 74 sofremos 2 ataques um a cada aquartelamento . Não tivemos baixas mas eles muitas. aproveito para dizer que domingo, 6 junho vai haver a 1a grande peregrinação em Fatima dos ex combatentes. Não faltem e divulguem Um grande ABRAÇO

    • Fico espantado com tanta vontade de reviver “alguns momentos” que juntos passámos em Angola e, essencialmente, por parte dos meus companheiros José Sampaio e Mário Mendes.
      Confesso que adoro abraçar todos quantos têm ido aos almoços anuais e pena é que não sejam todos, mas vão indo os que podem ou os que querem. Contudo, já não sinto tanta apetência para desenvolver aqui qualquer tema relacionado com a tropa, apesar de elogiar a vossa vontade de viajar ao passado.
      Um abraço para todos aqueles de alguma forma aqui deixaram as suas opiniões, especialmente para os que acima referi.

      • Caro companheiro Avelino, não é que eu seja saudosista no verdadeiro sentido da palavra daquela “guerra” que suportamos em África. No entanto esse tempo faz parte, quer queiramos quer não, do nosso passado e não há maneira de o eliminarmos das nossas vidas. Ali passamos bons e maus momentos, cimentamos camaradagem e agora que estamos a ficar “velhos” é preciso avivar as memórias para que o cérebro não paralise. Tenho pedido colaboração a quem a quiser dar para manter vivo este espaço, mas obviamente que só a dá quem quiser, aqui todas as opiniões são respeitadas. Um abraço para todos os que em 1971/72/73 fizeram parte da grande família que foi a C.Caç. 3413. (Mário Mendes).

    • eu jose cunha esteve na buela ntre 71 74 era da carte 3448 por isso não pode ser voçe ir render a companhia 3413 talves você esteja enganado peço desculpa

  11. Caros amigos:
    Depois de criar o meu blog tenho pesquisado por este nome e descobri coisas que nunca imaginei que existissem, embora sabendo que não fui o primeiro nem o último que passei por aquele local do norte de Angola.
    De facto fui Furriel Miliciano Sapador do BCAÇ 1900 que esteve na Mamarrosa em 1967 e tive como Comandante o TC Passos Esmeriz.
    Fiquei agora a saber melhor a origem daquele nome que jamais esqueceremos.
    Não posso dizer que os momentos tivessem sido todos felizes, sendo que a Companhia sediada na Canga foi atacada duas vezes na zona dos morros no regresso do reabastecimento de S. Salvador e tive de ir em socorro.
    Pessoalmente e a todo o pessoal da minha CCS correu tudo bem.
    Foi uma experiência marcante para as nossas vidas, apesar dos receios e dúvidas que já naquela altura se punham em relação ao futuro
    de Angola, guardamos boas recordações.
    Não fugimos, estivemos lá, ajudamos as Populações e só tenho pena
    que outros que vieram a seguir não lidassem com aquela situação com a sensibilidade e o sentido de responsabilidade que se impunham.

    • josé vieira fui 1º cabo radio telegrafista e estive no luvo em 1967/69 e tenho seguido com entusiasmo tudo aquilo que vos escreveis são momentos inesquecíveis um abraço a todos

      • Olá Vieira. Daqui vai um grande abraço – Ivo ( ex. Alf. Mil. ) Saudades.

      • Oh Vieira, tu és o Vieira , mais conhecido pelo escurinho é verdade . Um abraço. A.Vilela ex-Fur. Mil. da C.Caç 1781

      • Olá meus companheiros de terras africanas que muito amamos.è com um misto de felicidade e tambem tristeza que relembro os locais do Norte de Angola,principalmente da Magina e do Luvo onde passei a comissão de serviço no B Caç 1930 C.Caç 1783 de 12/67 a 12/69.Fiquei feliz por saber que o Manuel Rebelo da Fonseca,teve de ser enterrado pois era impossivel transporta-lo.pois parte da picada era dentro do rio,nas mrargens escorregava e caíamos,e por votação secreta,com votos feitos de papelinhos,apuramos a resolução,que por maioria votou que seria enterrado no local.Foi ume noite dramatica,mas com muita dignidade.Foi um prazer muito grande reviver esses tempos Muita saúde e muitas felicidades para todos os camaradas/companheiros.Júlio Ferreira-da C. Caç 1783 (Magina e Luvo 1967/1969.

    • estás a ser injusto para com o B.C.1930 Botequim ou então então estás mandar bitaites á sorte um abraço

    • sou o Artur Escriturário do Batalhão 1900 trabalhando com o Passos Esmeriz e o Tenente Ferreira. Vendo algumas fotos da-me saudades daquele tempo, assim como alguns colegas mais próximos. Abraço para todos.

    • numa dessas celebres emboscadas, a col. de reab.da canga, também lá estive em socorro; deixamos os atrelados de reab. na mamarosa, e seguimos.foi um arraial, mas para o lado pior para o pes. da canga.!!!.ex. radioteleg. Dias, c.caç 1652, acamp. Magina……um abraço a todos…

    • Meu caro Joaquim Botequim vamos por partes
      Quando falas de populações referes-te a quê?
      Aos habitantes da sanzala do Salvador Beltrão ao fundo do aquartelamento da mamarrosa?
      È que na canga habitantes só os corcodilos no rio lá no fundão
      Na magina nem isso havia porque o rio era minorca
      Pois talvez no luvo: mas esses seriam os militares do lado de lá da fronteira que aos domingos vinham tratar-se com os nossos médicos com autorização do tenente coronel Oliveira do 2º comandante Major Montanha e do Major de operações do qual não lembro o nome que por sinal ele e o Major montanha criaram o hábito de almoçarem na mamarrosa e irem sem escolta tomar café ao luvo.

      • Caro António Marta,
        Essa também foi a visão com que fiquei após mais de dezassete meses que, integrado na BART. 1852, de toda aquela zona onde os nossos batalhões permaneceram por tão longos períodos. De facto, fora dos espaços militares e das localidades que estavam vigiadas pelos militares, com entradas e saídas controladas e com gradeamentos reforçados com arame farpado como, por exemplo, São Salvador, não havia mais população nem qualquer tipo de plantações, salvo a que nascia espontaneamente nos espaços próximos das antigas sanzalas.
        Por esse facto, permita que subscreva o seu comentário direccionado ao veterano veterano Joaquim Botequim.
        Aquele abraço,
        H.T. Marcelino

    • Caríssimo companheiro Joaquim Botequim.Creia que é um prazer falar com gente das nossas jornadas do Norte de Angola:.Ue sou o Júlio Ferreira da C.Caç 1783 de 1967/69 que estive na Magina e no Luvo.Corobora tudo quanto disse,Angola tudo se tratava com equilibrio com igualdade e muito respeito.Nunca as populaç~es serão tão bem tratadas como nesse tempo,por ação da Psico-social.Dei 2 anos da minha juventude à minha Pátria sem arrependimento,mas tambem compreendo que depois de uma saturação do Q.P.,por ter acabado a ida e volta para as colónias e as promoções respectivas,só aí se lembraram que já não interessava.Não quero ferir susceptibilidades,mas esta é a verdade nua e crua.Acredito,sinceramente que a nossa presença foi exemplar.Muita saúde e sempre a dizer algo.Muitas felicidades,Júlio Ferreira -Porto

  12. Caro amigo Mário Mendes

    Tenho um amigo da Madeirra chamado Apolinário cripton que esteve na
    Mamarrosa durante dois meses,tendo substituido o cripton Silva da vossa
    Companhia,queria saber quando voçés fazem o convívio porque gostava
    de estar com voçés.-

    Um abraço do amigo Abreu

  13. Favor informe quem souber o contacto do ex-furriel ROCHA ou ex-furriel CACAIS

  14. Caros Camaradas !!
    Em anos mais ou menos distanciados, ficámos ligados à Mamarosa ! Por lá passei em meados de 1965, com um G.C. da C.Caç 673 que terminara a sua estadia no M’ Pozo, rendida pela C.Caç. 793 que eu levara em MVL, desde Luanda ! Anexo uma foto que penso, não tenho a certeza, foi tirada na Mamarosa ! Da esquerda para a direita, a mascote da unidade, o turrita agarrado a mim, depois o alferes capelão e à direita, o recém chegado cmdt da 793, capitão Trovão !!

    Um abraço, Manuel Carvalho

    • Camarada Manuel Carvalho estás enganado quando dizes que e à direita, o recém chegado cmdt da 793, capitão Trovão !! Ele Trovão não está nessa foto pois fui militar da CC 793 e como sabes conheço-o bem. Ainda está vivo convivemos todos os anos.
      Um abraço.

      • Alcindo Santos, sou o Rádiotelegrafista Lemos da 793, o camarada do lado direito, é o alferes Fernandes do 1.º pelotão. Um abraço

      • camarada Lemos só agora vi pois eu não ando muito por aqui mais uma retificação o alferes Fernandes era do meu “pelotão 2.º”

      • Lemos ainda me lembro quando estava-mos em Setúbal e havia um aspirante que quando estava de oficial de dia metia-se nos copos e tiveste um problema com ele. Lembraste?

  15. Boa tarde Companheiro
    O contacto do Rocha é:
    218531111
    965517519
    Cumprimentos
    Seris

    • Os meu agradecimentos, Seris. Um grande abraço para ti.

      • Foi um prazer encontrar algo do Ivo.Além de lhe enviar um abraço,ogostava de lhe perguntar se ainda tocas viola.Um abraço co camarada/companheira Júlio da C-Caç 1783

  16. Mais outro Manuel Carvalho que andou por esses lados, no tempo do alferes Faria.
    C.Caç 2609, B.Caç.2890. Olá, Faria. Tem-me constado que o batalhão tem realizado convívios regulares mas como resido no Canadá nunca pude estar presente. Algum dia será.
    Quando vou a Portugal tenho-me encontrado com o Pimentel, o Alho, o Mira e o Machado (já falecido).
    Abraço.

    • Amigo Carvalho. Sou o Soares, o fur.de minas da CArt 3449/BArt 3859 que redeu a CCaç 2609/BCaç2890 na Calambata em Dez-71. Só ontem vi a tua conversa com o Julio Ferreira da 1783/BCaç 1930 neste blog. Tentaste dar-me bons conselhos, que só segui depois de logo em Jan-72 no Lufusse ter dado cabo da perna a um da Buela (cujo GC veio acampar por conselho, na sobreposição, da vossa malta da Buela para o nosso lado do rio. Foi a única coisa que fiz na guerra, em que nem no único dia em que estive debaixo de fogo disparei (por não ver os 3 da frente – e eu era o 5º). E também estive quase a cair nas que tinha montado antes dessas na vossa picada da lenha na Magina – e isso que fiz como disseste, pelo alinhamento de morros que sempre lá ficam (depois de ter tudo picado à minha volta sem nada encontrar, numa nova busca, já quando me imaginava que ao mínimo desvio voaria pelos ares, plim!, a faca de mato tilintou na 1ª …só mesmo a uma mão travessa dos meus joelhos!) Vejo que estás ou estiveste (mas as raízes ganham-se …e estarás) no Canadá. Estou a escrever umas memórias não só da minha guerra mas de todos os que estiveram na zona de S.Salvador-Mamarrosa desde o 2º pelotão da 2ª CCE do Toto (CCaçEsp 61) até ais nossos sucessores do BCaç 4412 que entregaram todos os nossos quartéis à FNLA, retirando para S.Salvador e Nóqui (os da 1ª, que eram da Calambata). Só na Buela é que ficaram até quando todos partiram para Luanda com 14 meses de comissão. Tenho as histórias de tidos os batalhões, mas há muita aldrabice e sérias omissões (a barrer para debaixo do tapete). Tenho contactos com gente de quase todos os batalhões, menos do vosso. Dá sinal de vida. Se estás em Portugal, tlmv 93 701 39 97; se estás no Canadá, melhor o e-mail ( joaq.tomaz@gmail.com ). Tenho 3 PDF’s com histórias minhas em bruto que gistarás de receber (no 3º a Nkalambata – é assim que agora se escreve, mas tal como em Mbanza Congo, a 1ª letra não se lê – como estava em 2010: umas ruinas danadas. Um abraço, Joaquim Tomaz Soares PD – já és o 2º Manuel Carvalho a quem mando este relatório. Tinha visto isto num prints que fiz e que só lera na diagonal e agora ao tentar ‘procurar-te’ tropecei no outro M. Carvalho, mais velho ainda que tu. Espero que tenhas activadas às notificações e que vejas isto e me respondas, 5 anos depois do teu post (mas em 2013 também apanhei um de 2008 e estabeleci contacto com um caboverdiano que depois da nossa guerra fez carreira militar no Exército de Cabo Verde). Novo abraço.

  17. ola camaradas!sou o Reis ex-radiotelegrafista,gostei da vossa presença,falando desses tempos avivamos a memoria,sempre que e possivel vou as concentraçoes.
    lamento o falecimento do furriel Machado,que ja nao e primeiro que nos deixa.
    um abraço

  18. Caros Companheiros!

    Foi por acaso que a “brincar” dei conta deste site, fiz parte do Batalhão 1900 – C. Caç.1652 (Jan.1967/Fev.1969), estivemos “acampados” na Magina durante uns meses, depois fomos para Luanda para aquilo a que chamavam a intervenção, dizem as más línguas que como éramos os “enteados” do batalhão, tínhamos que aguentar com o fardo maior, felizmente tudo correu pelo melhor, como em tudo na vida, vivemos momentos de angustia e outros de grande felicidade, depois do “dever cumprido”, ficaram as amizades “semeadas” á época, umas “frutificaram”, outras foram “secando”, cada um seguiu o seu caminho, a emigração para diversos países do Mundo, foi a razão principal para que os contactos se fossem perdendo.
    Infelizmente, já somos muito menos do que á partida, mas devido á carolice de alguns, todos os anos ainda nos vamos encontrando, se por acaso, algum companheiro quiser estabelecer contacto para troca de informação, estarei sempre disponível.

    Saúde e longa vida para todos,
    Carlos Tibúrcio

  19. Olá companheiros:

    Li que a C.C. 2676 esteve aquartelada em Pangala, embora nenhuma das comunicações atrás façam referência a esse aquartelamento. Ficava no
    caminho de Buela para S.Salvador do Congo, antes de chegar ao entron-
    camento da “estrada” de Cuimba a S. Salvador. Fiz parte sa CCE 306, do
    BCE 357, e estive em Pangala em 1962/63.Aliás as mãos que estão a escrever esta mensagem, ajudarama construir esse acampamento. Fui Sargento Miliciano e gostaria de contactar com alguem que lá esteve, para troca de informações e fotografias.

    Ribau

    • Julgo saber que a C.Caç. 2676 que rendemos na Mamarrosa foram os últimos que estiveram em Pangala e Coma. Estes aquartelamentos foram extintos nessa altura (1970/71). Compaanheiros da referida companhia, haja quem responda ao Angelo Ribau Teixeira. Abraço amigo.
      Mario Mendes.

    • Pangala já não deve existir desde 1971, pois
      foi toda armadilhada e dinamitada tendo sido a ultima companhia a abandonar o local 2676.

  20. Ola!companheiros de armas.De vez em quando ca venho fazer uma visita.
    Gosto de ler as vossas lembranças, pois assim tambem avivo as minhas memorias.Hoje vou lembrar o acampamento (Calambata)mais proximo de S.salvador, onde a m/companhia 2609 esteve ja para o fim da comissao,zona mais calma,comparada com o desterro da “Magina”.(acampamento que nos desmatelamos).
    Para todos os que por la passaram e em especial para a compºcaç.2609.
    Deixo um abraço.
    Reis–(radiotelegrafista-2609)

  21. Caro Companheiro Carlos Reis,

    Em que data foi desmantelado o aquartelamento da Magina?
    Ainda por lá andava um guia chamado Nhassala?, o nome é capaz de estar mal escrito.
    antecipadamente grato pela possivel informação.

    Um abraço
    Carlos Tibúrcio

    • Caro Carlos Tiburcio,
      Estive na Magina, entre Set. de 1965 e Jan. de 1967,integrado na CART. 1405, do BART. 1852. O guia de que fala (N’assala) também por lá esteve todo esse tempo. Além de guia era uma espécie de ordenança do comandante da companhia (Capitão Moniz) e creio que também de mais alguns oficiaias. Chegou a constar que pertencia à ” dinastia dos reis do Congo ou que tinha sido soba de uma sanzala daquela zona. Uma vez foi guia de um poletão numa operação que eu fiz parte pela zona de Magina-a-Velha em que nos perdemos na Floresta do Dimba por uma tarde e uma noite, quando o programa era ser-mos recolhidos pelas viaturas a meio da tarde. Alguns camaradas levantaram muitas suspeitas se não teria sido o N’assala a provocar o erro do percurso. Salvou-o a calma e o equilíbrio do alferes que nos comandava. É que desde que nos perdemos até à manhã do outro dia não tínhamos nem água nem comida, uma vez que, cada elemento só tínha levado meia ração. Felizmente tudo acabou em bem.

      Um abraço,
      H.T. Marcelino

      • Dias ex. rad. teleg. Mag. fev, 67-dez. 67
        Esses dois elemetos nesta data nem eram
        guias, nem ordenanças.
        Eram eles que lavavam a roupa a quem os
        solicitava, pagava-se 10 $ por mês.
        nisso eram bons profissionais..

      • Olá companheiro das Jornadas do Norte Magina e Luvo.Curioso que depois de ler a historia que narra,lembrei-me que em 1968 tivemos uma peripécia,tambem com o N´ssala,que era descendente dos Reis do Kongo,e que era lavadeiro na Magina,que numa operação em 1968 fez-se perdido e tambem já não tinhamos àgua nem ração,subiamos às arvores para melhor orientação´mas avisamos logo que podiamos lerpar,mas que tivesse ciudado pois o primeiro seria ele,felizmente que depois de muito tempo perdidos vei a encontrar_se a picada e tudo acabou.Fui um prazer muito grande encontrar gente qu esteve na Magina.Muitas felicidades e até sempre

  22. Companheiro Carlos Tiburcio.A companhia 2609 saiu da Magina em Janeiro de 1971,o desmantelamento deu-se de imediato.Claro que recorri ao bau do sotao para colher estes apontamentos feitos a quarenta anos atras.Quanto ao guia ,nao tenho memoria de haver guia na companhia.(aproveito para fazer aqui um desafio aos meus companheiros da 2609,para corrigir ou completar esta informaçao) .
    um abraço .
    carlos reis.

  23. Carlos Reis!

    Obrigado pela informação, o teu bau funciona bem melhor que o meu, nós, saimos da Magina no final de1967, por acaso fui rendido por um camarada de minas e armadilhas que era meu colega de trabalho aqui no “puto”, certamente, ele teria coisas para contar, mas a emigração levou muita gente e os contactos perderam-se.
    Pode ser que outros camaradas deem uma espreitadela a este site, e resolvam dar uma palavrinha sobre o tema.
    Até sempre
    Um abraço
    Carlos Tibúrcio

    .

  24. Fui Alferes de 1971 a 1973 no Comando de Agrupamento em S. Salvador
    Recordo a fotografia do prédio do Sr. Beltrão porque aluguei um apartamento no edifício ao lado.

    O meu vizinho era o Furriel Jaime Santos que, apesar de, como eu, viver no Porto já não vejo há 20 anos.
    Um abraço, aos que conheço e aos que não conheço
    Jorge Esteves
    jorgegonzalezesteves@hotmail.com

  25. Ca estou mais uma vez estou a participar neste site.faço um apelo a todos os nossos camaradas de armas para participarem neste site,que um nosso camarada teve a feliz ideia de fazer.Como alguem dizia (desabafando e dascarregando lembranças, faz bem a mente).
    um abraço para todos os participantes,e batalhao 2890 e em especial para a companhia 2609 .
    caccreis@gmail.com

  26. Amigo Reis em relaçao ao desmatelamento da Magina nao foi em Janeiro de 1971 mas sim entre Março e Abril do mesmo ano. Digo isto porque eu estava com o primeiro grupo de combate, que foi quem efectivamente desativou e desmantelou o referido aquartelamento. Para o amigo desconhecido Carlos Tiburcio,informo que conheci o Nassala (tambem nao sei se e assim que se escreve) estava no luvo quando a companhia 2609 rendeu a que ali se encontrava e que terminara a comissao. Indo conosco para a magina quando mudamos para la. Raramente era utilizado como guia, tratava da roupa de alguns de nos. Quando a companhia foi para a calambata ele foi viver para o ex S. Salvador do Congo.
    Um grande abraço para conhecidos e desconhecidos,que participam neste site,batalhao 2890,companhia 2609 e em particular para o amigo Reis.
    Eu sou o Carrilho ex mecanico da 2609.

  27. Amigos J. Carrilho e Carlos Reis,
    Escrevi dois comentários que não sei porquê não seguiram, deu erro.
    Quero agradecer os vossos comentários sobre a Magina, Não estou no local habitual, Depois voltarei.
    Um abraço para voçês e todos os companheiros que andaram pelos mesmos caminhos.
    Carlos Tibúrcio
    cmdtibúrcio@gmail.com

  28. APROVEITO PARA DESEJAR UM ANO 2012 MELHOR DO QUE O QUE SE APREGOA,E NOS OS (VELHOS)COMBATENTES QUE FIZEMOS HISTORIA NOUTRA EPOCA DIFICIL,VAMOS AGUENTAR FIRMES E IRTOS. COMO E A NOSSA FIBRA.UM ABRAÇO E UM BOM ANO.

  29. Dentro de poucas horas o ano de 2011 vai deixar-nos, durante o mesmo desapareceram do nosso convivio, muitos companheiros com quem partilhámos uma parte importante das nossas vidas, na chamada guerra colonial.
    Sem qualquer tipo de pretensiosismo, quero endereçar a todos os amigos e companheiros que tem partilhado este blogue, um final de ano muito feliz, e que 2012 traga para todos incluindo os seus familiares, muita saúde e prosperidade.
    Apelo a todos, que façam deste “sitio” o elo de ligação entre nós, enviando noticias e partilhando “histórias” que felizmente ainda temos para divulgar.

  30. Olá Reis e Carrilho. Eu sou o ex-furriel miliciano Manuel Carvalho da 2609. Resido há muitos anos no Canadá. Quando vou a Portugal, encontro-me regularmente com o Pimentel e o Alho. Curiosamente, nos últimos tempos reuni alguns textos sobre a guerra que reuni aqui:

    Espero que vos façam recordar um pouco aqueles anos que passámos juntos.

    • Ola Manuel Carvalho.gostei de rever os textos do livro,mas a foto da pagina do livro deixa-me preocupado,por conhecer os rostos da altura,mas nao me recordo dos nomes,se puder ajudar,seria bom,um abraço.(caccreis@gmai.com )

  31. Em relação ao desmantelamento da Magina, ocorreu, de facto, em 1971, embora não possa precisar o mês. Fui eu e o alferes Nunes que armadilhámos o que sobrou do aquartelamento e que depois, em Dezembro de 1971, o voltámos a desarmadilhar. Esta foi uma operação de alto risco que nunca mais poderei esquecer. Quando acabámos, fomo-nos banhar no rio. Nunca um banho me soube tão bem.

    • Olá Carvalho.É um prazer falar sobre a Magina,onde estive de 12/67a 1/69,tendo ido depois para o Luvo.Não imaginas o quanto se trabalhou na Magina,principalmente fazendo valas e meias-portas nas traseiras das camaratas e a construção do paiol subterraneo,
      à prova de canhão.Deixei na imagem de N.Srª de Fátima um terço em prata,na capela da Magina.Na magina perdi a noção do tempo,rezavamos o terço todas as tardes,e todos os valentes crentes e n-ao crentes iam assistir.Muitas felicidades

  32. Caros Camaradas, Companheiros e Amigos, sou o ex furriel miliciano Carlos Tibúrcio da C.C.1652 / B.Caç. 1900, que Juntamente com mais de um milhar de jovens, embarcou a 21/01/1967 no famoso Paquete Vera Cruz com destino a Angola, onde “estacionámos” até Fevereiro de 1969.
    Hoje não vou alongar-me, é só para lembrar, a passagem do 45º aniversário da nossa partida, infelizmente, muitos não regressaram e outros também já partiram para outra viagem sem regresso.
    Para todos os que visitam este site, deixo um ferveroso abraço de amizade e votos de
    muita saúde.

  33. Também estive na Mamarrosa de 1962 a 1963, como bem diz o meu companheiro de armas, e meu grande amigo José Magalhães, (José de Almeida Magalhães). Já lá vão uns anitos!… Que saudade, principalmente da nossa juventude e daquela vontade que tinhamos de viver. Para todos os que por ali passaram, aqui fica o meu abraço.

    • Grande amigo Cerveira,
      Foi uma grande surpresa encontrantar-te aqui nas memórias do nosso companheiro Mário Mendes. Já tentamos tudo para saber do teu endereço e nº de telefone ou telemóvel; logo que possas agradeço que que me envies para te pedir uma foto para integrar um trabalho (DVD) feito pelo 1º Cabo Fernando Nunes (Operador de Máquinas de Terraplanagem), mas só conversando é que eu te poderei eexplicar melhor o que foi feito. E já agora sabes o que me apetecia dizer? Apetecia-me dizer…etc, etc. Um grande abraço para ti e também para o Mário Mendes que nos deu a oportunidade deste encontro.
      O meu número fixo é 229384408 e o móvel 916709217.

  34. Fernando Antunes – CCS do BART1852

    Angola 1965/1967

    Inscrevo o meu contacto para tentar comunicar com alguém que partilhou comigo nesse local e nesse tempo e de quem não tenho qualquer notícia.
    Este é um sítio que pode servir de ponte para posteriores conversas e/ou encontros.

    Fico a aguardar notícias da rapaziada.

    • Caro Antunes
      Fui condutor auto na Magina (CART 1405-BART1852), encontro-me com alguma regularidade com o Pinto Penão, Serra, Costa, Peralta, Gaspar, Sampaio e outros de quem tenho os contactos. Este ano parece que não realizar-se o nosso almoço- convívio que o ano passado se fez e Ameirim e foi organizado pelo Celestino. Se me quiseres contactar podes utilizar o meu endereço electronico: horacio.marecelino@gmail.com
      Um abraço.

  35. Caros camaradas
    Tambem eu,já lá vão 42 anos andei por essas bandas,sou o ex-alf.mil.Silveira do Pel.Mort.2167 e estive estacionado em Cuimba de 1969 a 1971 tendo convivido durante largos meses com os Alferes Duarte e Amaral do Bat.2890.Para estes e restantes camaradas um grande abraço e continuem dando noticias pois é bom saber que ainda cá estão.

    • Caríssimo A. Silva Silveira, de quem sempre recordo a presença afável, amiga, digna e animada! Grande gosto em “ver-te” e… falar-te!
      Alguns daquele nosso grupo de “conjurados”, efetivamente, têm-se ido dentre nós, restando-nos mais mortiço o olhar e a mente perturbada. Mas, estando cá, protestamos que queremos (con)viver…
      Seria, sem dúvida, interessante, encontrar aqui outros mais alguns de nós, aproveitando este espaço cuja porta o amigo M. Mendes (com quem não privámos, e a quem agradecemos) nos abriu.
      Embora com raizes beirãs (Viseu – S. P. Sul), sou desde há décadas lisboeta por adoção (e devoção). Assim sendo, talvez até sejamos quase… vizinhos, e quem sabe se não poderíamos um dia destes falar mais de perto.
      Quem de vez em quando vejo é o Figueiral, e de quem esporadicamente ouço a voz é o L. S. Duarte. O Faria esteve aqui nesta plataforma, mas os sinais que deixou não consegui transformá-los em contacto.
      Amigo Silveira, um grande abraço, e… até breve!
      Augusto Amaral (ex-alf. Amaral, do B. Caç. 2890)

  36. Caro Amaral
    ao ler a tua mensagem,sabes do que me estava a lembrar? dos teus discos do Martinho da Vila, que se bem me lembro a tua irmã te tinha mandado. do Brasil ,certo?e já lá vão 40 anitos
    .Vi tambem o Figueiral nos anos 90 nas proximidades de Seia (Pinhanços),local onde passo algum tempo.
    Gostei de saber que estás bem
    um grande abraço

  37. Para todos aqueles que por ironia do destino a Pátria chamou a constituir o B.CAÇ 2890 um grande abraço. A Mama Rosa foi uma passagem, o Cuimba uma lavagem. Sou o Alberto Campos da CCS, que vos punha todos de braços esticados ao correr do corpo antes do em frente marche.

  38. Como nos encontramos no Outono da vida e a dita Pátria tem sido um bocado madrasta, chegou a hora de lhe solicitarmos o Cartão de Combatente. Se não servir para mais nada, pelo menos que sirva para a isenção das taxas moderadoras…

  39. Quero frisar que a CCS do BCAÇ 2890 passou pela Mamarrosa entre Dezembro de 1969, e Junho de 1970, o que por lapso alguém atribuiu este espaço a outro Batalhão Só assim se poderá confirmar, Mamarrosa no espaço e no tempo. Um grande abraço, Alberto Campos.

    • Caro Alberto Campos,
      Se o lapso foi meu, porque de lapso se trata, as minhas desculpas pelo mesmo. Segundo os meus registos a CCS do BCaç. 2890 confirmam os seus. O que ainda não registo com precisão é o número das companhias, onde é que as mesmas estiveram sediadas e até que data. Se puder agradeço a sua colaboração. Logo que tenha a “pesquisa” mais avançada vou solicitar a sua publicação neste Blog.

      Um abraço,
      H.T. Marcelino

      • Amigo Horáio Marcelino.Para além da CCS como é óbvio havia mais três companhias operacionais cuja numeração se discrimina.2609,2610,2611.Quanto á sua localização, a pessoa mais indicada para o efeito, é o ex Alferes Faria que fêz parte integrante da 2609 e consta deste site um abraço
        Alberto Campos

  40. Amigo Horáio Marcelino Correcção: O número das companhias que por lapso publiquei, deve ler-se 2608, 2609 2610.Assim, fica a correcção exata e fiel á realidade Um abraço
    Alberto Campos

  41. Para o ex Furriel foto cine Celestino Brito um grande abraço. Lembro-me muito bem da sua pessoa como se fosse hoje.E já agora, os Ex Furriéis Magalhães e Espinhal ainda respiram?Diga quem souber. Como nem tudo pode ser agradável e para quem desconhecer, já lá vão dois a três anitos que morreu O ex Alferes Pinheiro comandante do Pelotão de Sapadores da CCS do B/caç 2890.
    Alberto Campos.

  42. Fiquei sem pinta de sangue ao saber que o Pinheiro já nos deixou.Só me lembro de um Campos da ccs do 2890 era precisamente da terra do Pinheiro,Póvoa de Varzim,estou correcto?Eu sou o Silveira do Pel.mort 2167.Se és o Doc.um grande abraço

  43. Alberto B. Campos
    Como vai Ex Alferes Silveira? Lembro-me muito bem de si.Eu chamo-me Alberto Campos, fiz parte da CCS do B/CAÇ 2890, não sou da terra do EX Alferes Pinheiro, ele era de facto da Póvoa de Varzim e eu sou de Cabeceiras de Basto. Soube da morte dele através de um camarada de Custóias que integrava o pelotão dele e conviviam bastante os dois. De qualquer das formas ,gostei muito de saber que ainda está operacional e um grande abraço.

  44. Antonio Pedro R. Costa
    Ola ex camaradas, eu fui u 1cabo mecanico da C,Cac,2610 do Bat, 2890 que passou pelas zona de S.Salvador do Congo, M”Pozo, Buela, desde 1969to1971,gostaria de contactar com ex-camaradas,para mais referencias eu fui o que transportou os ex-camaradas feridos depois do rebentamento das minas na fronteira do Congo. Um Grande Abraco .

    • Estava lá também quando rebentaram as minas.Sou o ex furriel Branco do 3ºpelotão.Nesse dia, o comandante do meu pelotão que era de Setubal ficou ferido numa perna e foi evacuado com todos os outros.São momentos que nunca mais se pode esquecer.Um abraço.

  45. Olá Camarada Costa. Lembro-me como se fosse hoje desse incidente. Fiz parte integrante da C:C:S: do B/CAÇ 2890, e do Pelotão de reconhecimento e Informações o qual foi chamado de imediato após o rebentamento das minas. Se ainda não morreram de outra, daquela lá escaparam.
    Um grande abraço.

  46. Alberto Campos

    Olá senhor Horáio Marcelino

    Em conformidade com a sua solicitação quero informá-lo que as companhias operacionais do B/CAÇ 2890 sediado na Mamarrosa entre Dezembro de 1969 a Junho de 1970, foram distribuidas pela Canga,MªPozo e Luvo. Quanto ao Nª das Companhias mais uma vêz se discrimina. 2608, 2609 e 2610.A partir de Junho de 1970,o Batalhão ficou sediado no Cuimba, até ao fim da comissão, sendo que as companhias operacionais foram distribuidas pelos aquartelamentos de Luvaca, Buela e Magina.
    Sempre pronto a colaborar quer na paz quer na guerra,

    Um grande abraço

    Alberto Campos

    • Caro Alberto Campos,
      Graças aos muitos contributos publicados neste Blog, em particular os seus, bem como dos companheiros Tibúrcio, Mendes, Campos e Carrilho e à pesquisa que, com muita regularidade, nos últimos tempos, vou efetuando, estou a avaçar imenso na cronologia das unidades militares que estiveram sediadas, com a responsabilidades dos mesmos, em particular, nos aquartelamentos da Mamarrosa, Magina, Luvo e Canga. É claro, que pela mobilidade de algumas unidades e pelas alterações (táticas/estratégias) militares que foram operadas, acabo por também colher dados que passam pelo M´ Pozo, Calambata, Pangala, Buela, Luvaca, Coma, Cuimba, etc. Graças a esses contributos colhi que a CCaç. 1652 também integrou o BCaç. !900 e mais, nos registos de militares portugueses ainda sepultados em solo angolano, consta na Magina o nome do soldado Manuel Rebelo Fonseca, da CCaç. 1652, como tendo falecido (creio que em combate) em 22-09-1967 e de aí estar sepultado. Será que existe outra Magina onde a CCaç. 1652 também esteve ? Gostava de clarificar esta situação.

      Aquele abraço,
      H.T. Marcelino

      • Caro Horácio Tavares Marcelino,

        Efectivamente a C.C 1652 pertenceu ao BC1900, cuja CCS, estava estacionada na fazenda Mamarosa. A CC 1652, Começou a comissão deslocada na Magina, (1967) e nesse mesmo ano foi transferida para o Grafanil (Intervenção 1967/1969), deslocando-se a partir do grafanil, para todo o território Angolano, em missões diversas.
        Infelismente, o nosso camarada Manuel R. Fonseca, por lá ficou, era do meu pelotão, não morreu em combate, o acidente aconteceu quando no periodo de transição, quiz acompanhar o grupo que andava a desmontar minas anti-pessoais colocadas por nós, fiz parte do grupo que tentou resgatar o corpo infelismente sem o conseguir.
        Um abraço
        Carlos Tibúrcio – cmdtiburcio@gmail.com – 917136847

      • Olá caro companheiro H.T.Marcelino.è um prazer falar da Magina,muito meis com quem lá esteve.Queria sómente precisar sobre o factído Man Rebelo da Fonseca,não morreu em combate,mas quando a Companhia,que que a minha Companhia 1783 foi render,quando entregava uma zona de minas,já tudo estava pronto,e alguem se esquece de um alicate,e oM.Rebelo Fonseca,disse,muito solícito,que o ia buscar,dizendo-lhe cuidado com a mina ali junto à palmeira,ele dsitraíu-se pisou o fio de .arame e a mina rebentou-matando-o.Foi um tempo muito difícil,uma parte da picada era feita por dentro de um rio,chuvia copiosamente,o corpo embrulhado num Dolmen.com um pau para dois o transportarem
        Fez-se noite,veio outro dia,e quero destacar um homem o 2º Sargt Andrade que com outros,fez muitos kilometros sózinhos,numa zona muito perigosa,junto à Fronteira,e eis que se fazem nuns papelinhos,votos para todo o Pelotão votar,e por votação decidui-se democraticamente enterrar o seu corpo.e armadilhado,pois o Hélio não ia lá.Felizmenfíc
        que o local sempre vigiado,e feliz fiquei em saber que jé está removido do local:Foram tempos muito difíceis na Magina,que marcarão para toda a vida.Tanto trabalho,para abrirmos mei-as portas nas trazeiras das casernas,para melhor proteção,um Paiol à prova de canhão,tantos sacrifícios,mas tudo por bem da minha Pátria.JúlioFerreira-Porto.Um abraço a todos,com votos de muita vida.

    • Amigo Alberto Campos, acho que a CCAÇ2608,foi rendida na Canga, pela minha CCAÇ2530 ,em Junho de 1970,viemos do Quiende onde estivemos desde Junho de 1969.Eu digo acho, porque na altura não estava, tinha ido de férias à metrópole e regressei à Canga,só em Julho.
      Um abraço do ex.Furriel mil. João Almeida.

  47. Alberto Campos

    Amigo Horáio Marcelino. Conheci razoávelmente a área de São Salvador do Congo, e não me consta que haja Magina segunda. Assim sendo, o dito Combatente a que faz alusão, só pode estar sepultado naquela Magina que bem conhecemos.

    Um grande abraço

    Alberto Campos

  48. cheguei na Mamarrosa em 24/12/1967 e na minha especialidade de sapador ouvi comentar a morte de um militar num trilho onde haviam montado armadilhas e ao irem desativar esses engenhos ter-se-á dado o acidente.sei apenas isto, ficou-me a ideia de ser alguém da companhia ccs que fomos render e não da magina porém de nada mais tenho conhecimento. um abraço para vocês

  49. Caros camaradas, o nome de Magina segunda vem de Magina-a-Nova, eu explico porque estive um ano na zona de Magina. A companhia de Sapadores 151, chegou a Mamarrosa em 1962, e deu inicio á reparação da estrada e pontes Mamarrosa Magina,
    Com o avanço dos trabalhos estivemos acampados junto ao rio Lunguege, e depois Magina, os trabalhos continuaram com uma nova estrada em direção á fronteira, a poucos quilómetros de Magina sobre o rio Luvo construimos uma ponte que ficou com o nome de Craveiro Lopes, e logo após a essa ponte mesmo no alto de um morro, terraplanamos o ponto mais alto e fizemos o nosso acampamento para continuar com os trabalhos, a esse acampamento foi dado o nome de Magina-a-Nova por ser depois de Magina.
    Como em julho de 1963 terminamos a nossa missão, as placas por lá ficaram com as indicações da companhia de Sapadores 151, e foi assim que, provavelmente depois de nós chamaram Magina segunda,

  50. Veterano Horácio Marcelino
    Como diz o meu companheiro de armas da CSap.Egª 151, a Magina passou a ser só uma, “Magina-a-Nova”, já que na anterior quando lá chegamos em Agosto de 1962, tendo como guias funcionários da Fazenda Mamarosa, não havia nebhuma cubata.
    A este aquartelamento foi dado o nome de Magina-a-Nova, pois este local oferecia melhores condições e mais segurança e tinhamos água a cerca de 200 metros do aquartelamento, num riacho que lá passava, onde lavavamos a roupa e serviamo-nos da água para a alimentação e higiene pessoal.
    A Magina inicial, com o novo aquartelamento, desapareceu e até próximo do rio havia uma picada, que nós alargamos, e depois da construção de uma ponte continuamos com a estrada contornando um Morro e depois de feita a terraplanagem e nivelamento ficamos lá instalados. Portanto o acampamento foi feito pela nossa Companhia e não se notou a presença de militares de outras unidades durante todo o tempo que lá permanecemos, salvo o Esq.Cav. 253 estacionado no Luvo, que pertencia ao GCav. 345 (do então Coronel Spínola) , que por vezes lá passava com um grupo de combate fazendo uma ronda.

    Por lá ficaram diversas placas com identificação de localidades mais próximas e numa delas dizia mesmo MAGINA-A-NOVA.

    Quanto à foto que o Veterano Horácio Marcelino colocou no “sítio” da UTW, tanto a legenda como a insercão do seu nome não estão correctos. Não foi a CArt 102 que colaborou connosco e a foto foi tirada em 1962 e não em 1961, por dois companheiros da CSapEngª 151- Fernando Nunes Marques e Manuel de Jesus Pereira. Esta foto foi tirada a cerca de 200 metros. Portanto, achamos (CSap.Engª151) que, embora a foto seja pública, NÃO devia estar lá inserido o seu nome e a legenda devia ser alterada.

    Um abraço para todos os Veteranos que connosco estiveram nas campanhas de África e um Feliz Natal com muita saúde para podermos continuar a escrever no blog do nosso companheiro e Veterano Mário Mendes.

    José Magalhães

    • Caro veterano José Magalhães,
      Parece-me que andamos muito interessados em recolher dados relativos às datas e locais das unidades militares que a história relata a sua passagem ou presença pela Magina, Mamarrosa,etc. O meu interesse tem levado a um entusiasmo tal que tem provocado, inclusive, a algumas incorreções. sempre sem intenção de ultrapassar quem quer que seja ou de chamar a mim o que a outros se deve. Saí so serviço militar como soldado e já não espero, nem desejo, ser promovido. Esses dados serão tão mais fededignos quanto o forem relatados por aqueles que contribuíram para os mesmos, ou os testemunharam. A minha presença nos nesses locais verificou-se entre 09- 09-1965 e 15-02-1967 e, mesmo no decorrer destas datas, já tenho cometido algumas “gaffes” que têm gerado comentários que contribuiram para as devidas correções.
      A publicação da imagem no “sítio” da UTW, da época em que foi construído o aquartelamento da Magina, deve-se, para além do meu deconhecimento do seu autor, ao facto de também não saber que a mesma iria ser publicada com aquela legenda, no que, naturalmente, não existiu intenção por parte da UTW. Como se pode verificar a legenda refere “companhia de artilharia” e não refere qual. As imagens da Magina também referem o meu nome e, como deve compreender, também não são da minha autoria, sei que as tenho no meu baú e que as adquiri na Foto Cinderela, em São Salvador.
      Apesar dos muitos contributos, em que os seus são dos mais relevantes, ainda não me é fácil conluír qual a unidade militar que primeiro chegou à Magina e qual era a que aí estava sediada, com responsabilidade da sua defesa, Há muitos relatos de ex- militares de diversas unidades que referem que ter estado em determinados locais e que depois se conclui que isso, não deixando de ser verdade, só se verificou porque por lá passaram por força de uma operação militar ou por outra razão qualquer. Parece-me que a CArt. 102 esteve na Mamarrosa de nov. de 1961 a Jun. de 1962 e que também, nesse período de tempo, que foi ou esteve na Magina e que a CSap. Eng. 151, segundo registos da UTW, da responsabilidade do companheiro José Alma, tem a sua presença aí marcada entre agosto de 1962 e o mesmo mês de 1963.
      Já enviei para a UTW mais imagens em que tenho o cuidado de não omitir referências de que tenha conhecimento que, por diversas interpretações, possam ferir suscetibilidades, só pretendo permitir o acesso a imagens que até há relativamente pouco tempo desconhecia a forma de as mostrar para fora dos ciclos de alguns familiares e de um reduzido número de antigos camaradas do BArt.1852.
      Comungo de todos os votos por si formulados no último parágrafo do seu comentário.

      Aquele abraço,
      H:T:Marcelino

  51. Caro Veterano Horácio Marcelino,

    Apenas para o informar de que o nome José Alma que refere na resposta ao meu comentário, diz respeito à minha pessoa, pois o E-mail começa por “josealma”, o que quer dizer José (Al)meida (Ma)galhães. Não é da responsabilidade do Horácio, mas assim fica a saber que sou eu no caso de aparecer mais algum comentário.

    Um abraço
    José Magalhães

  52. Boa noite, caros veteranos,
    Sobre as fotos:
    Quando nos enviam para publicação algo, no caso em apreço, as fotos do aquartelamento de Magina, partimos do pressuposto que são do próprio e por isso colocámos em cada uma delas o nome de quem nos enviou (é uma prática recente).
    Com a remodelação efectuada no sítio
    http://ultramar.terraweb.biz/RMA/RMA_HoracioMarcelino.htm, mais concretamente em
    http://ultramar.terraweb.biz/RMA/RMA_HoracioMarcelino_01aquartelamentodemagina.htm
    o problema está resolvido.
    Saudações
    A equipa do UTW

    • Aproveito para dezejar BOAS FESTAS a todos os VETERANOS e BOM ANO 2013 em especial a C.C.2609, que tambem andamos pela provincia do zaire,em especial na Magina nos anos 70/71.Aproveito para comentar que nao me recordo de haver alguma campa de um nosso camarada na magina,espero que tenha sido transladado antes da minha chegada.Gostei de ver as fotos do acampamento,que me fez voltar atras no tempo,e ja agora uma curiosidade no meu tempo ja tinha-mos o deposito da agua que era bombeada de um poço que ficava a cerca de mil metros de distancia.
      Para todos um abraço.

      • Caro Casrlos Reis,

        Retribui os votos de boas festas e torno-os extensivos a todos os nossos companheiros dessas “aventuras”, Quanto a campas, segundo alguns comentários e contributos da UTW, parece que o local antes referido como cemitério não passa de uma picada a uns 700 metros de um cemitério na Magina-a-Velha, coisa que, apesar de ter por lá andado diversas vezes, nunca dei conta de existir. Como cidadão, gostava que os restos mortais daquele ex-combatente fossem tratados com a dignidade merecida.
        Julgo saber qual o local onde a água seria bombeada, anos mais tarde. na época que lá esteve. No tempo em que lá estive (1965-1967), nos períodos de maior secura era transportada desde o Rio Luvo, como é documentado pela imagem já editada, após grandes chuvadas, o local do transporte, era da vala que corria após o campo de futebol. Penso que o local onde, no seu tempo, seria bombeada, seria, desse mesmo riacho, na mata que existia um pouco mais abaixo da picada. Agora gosto de recordar esses tempos.
        Aquele abraço,
        H:T:Marcelino

  53. Nesta quadra Natalicia, e quando nos começamos a preparar para as despedidas do ano de 2012, sendo verdade, que durante o mesmo, desapareceram do nosso convivio, muitos companheiros, com quem partilhámos uma parte importante das nossas vidas, na chamada guerra colonial, outros felizmente, ainda por cá andam, sem qualquer pretensiosismo, quero endereçar a todos os amigos e companheiros que tem partilhado este blogue, um Natal muito feliz, um final de ano cheio de supresas boas, e que 2013 traga para todos, incluindo familiares, muita saúde e prosperidade.
    Apelo a todos, que façam deste “sitio” o elo de ligação entre nós, enviando noticias e partilhando “histórias” que felizmente ainda temos para divulgar.
    Ultimamente, tenho sido confrontado com muitos comentários sobre a morte e sepultura do ex- combatente Manuel Fonseca, que esteve na Magina, como já disse, era do meu pelotão, e por respeito, não vou por agora fazer qualquer comentário, mais tarde , quando o assunto estiver “arrefecido”, direi o que realmente aconteceu.
    Um abraço para todos
    Carlos Tibúrcio .

  54. não pertencendo a nenhuma companhia que tenha sofrido na mamarrosa, não deixei de ter ligação direta com a malta dessas companhias, entre o fim de 71 , e Abril de 74.

    estava em s, salvador, no P. A . D., 3070, e era o cabo que estava nos sobressalentes, a fornecer o material auto. todo o pessoal das companhias pertencentes ao setor, lá se deslocavam, ora a rtequisitar material, e , simultaneamente, recolher o que fira anteriormente requisitado.

    Tinhamos uma bela equipa de futebol de salão, fazendo os nossos brilharetes no clube CRESSA… só a J A E A nos ganhava, mas não sempre.

    todos os responsáveis pelos sobressalentes, de todas as companhias, especialmente os furriéis me conheciam, mas o certo é que me farto de pesquizar, e não consigo encontrar nenhum nome ou foto de referencia, sendo certo que também já não me lembro dos nomes, mas das caras , sim.

    se algum desse camaradas ” frequentadores ” do P A D, 3 070, que ali se deslocavam para reparações, mesmo de armas ( mecarmas ), é favor darem uma dica,,,

    Abraço a todos, com votos de um novo ano á maneira.

    joão Guerra ( fiel )

    Nº. 08395971( reab mat )

  55. Estive na guerra do ultramar integrado no batalhão 1930 soldado condutor na companhia 1783 durante a comissão estive na Magina- Luvo- Mamarrosa e São Salvador .Escrevi as memórias da minha guerra retiradas do meu diário da guerra assim como fotos tiradas nos locais onde estivemos. se algum colega estiver interessa pode ir ao meu faceboock-americoricardo46@gmail.com

    • Caro Américo Reis,

      Gostava de ter oportunidade em aceder às fotos que refere, como não sou nem a pensar, a curto ou médio prazo, ser ou vir a ser aderente do facebook, pergunto se não terei outra forma de visionar esses seus documentos ?

      Aquele abraço.
      H.T.Marcelino

  56. Caros ilustres veteranos alguém conheceu e esteve com o meu Pai (MANUEL JOAQUIM LOBÃO) na Companhia de Caçadores 793.
    Um bem haja para todos os veteranos.
    Atenciosamente,

    NELSON LOBÃO (Filho)

  57. olá amigos e camaradas,eu também fui um elemento da ccaç 1652 bat. 1900 que esteve no acamp. da magina em 1967,depois viemos para o grafanil onde estivemos o resto do tempo na intervenção, até fever. de 1969. sou o Dias ex.radioteleg. se alg. me quiser contact. o meu mail, é antoniojoseloureirodias@gmail.com um abraço para todos….

  58. Manuel Leitão (Batalhão de Cavalaria 631) Angola 1964/1966

    Se houver alguém desta altura que possa entrar em contacto comigo agradecia, as cartas para o convivio eram dirigidas provalvelmente para a morada antiga da minha mãe (morada que tinha durante o serviço militar) , e desde dessa altura nunca mais revi ninguêm. Abraço camaradas
    Tlm: 969242626

  59. Caro Leitão,
    Creio que o seu escrito confirma que foi o B.Cav.631 que foi rendido, em agosto de 1965 pelo B.Art. 1852, a que eu pertenci. Estive na Magina, onde existia um memorial da da C. Cav.628, a 630 esteve no Luvo e a CCS na Mamarrrosa, não tenho registos da companhia que teria estado na Canga, pode ajudar-me com esse esclarecimento?
    Creio que as unidades da 631 foram render as do B,Caç.595, tem o registo da data em que tal se verificou e onde estavam as mesmas?
    Caso o pretenda pode contatar-me pelo Tlm. 965186758
    Aquele abraço,
    H.T.Marcelino

  60. Caro Tibúrcio : Não sei se existiam dois individuos com o mesmo none na vossa comp. Mas é demasiada coincidência. O que tenho é de um José Miguel D. Tibúrcio, ex-Fur. de Minas e armadilhas, do pel. do ex. Alfe. José Evangelista. O tal ex- Fur. de minas e armadilhas, era o Anibal Martins Matos do bat. 1930. Foi consigo que na sobreposição, e o Matos, que se deu a morte do sold. Manuel Rebelo Fonseca, na armadilha. A vossa comp era a 1652, a do Matos era a 1783. O acidente deu-se na manhã do dia 22 de DEZEMBRO de 1967 Para mais esclarecimentos, contacte-me para este endereço. Eu sou um ex.Fur. de minas e armadilhas do bat. 1930, que estava nessa altura no Luvo. Um abraço a todos aqules que por lá amarguraram aquele calor ANGOLANO.

    • Meu caro ex-camarada António Vilela. Efectivamente não existiam dois Tibúrcio’s, eu era o único, e o nome correcto é: Carlos Miguel Dias Tibúrcio, o meu pelotão era o 1º da 1652, o comandante era o ex-Alferes Costa, O ex-alferes Evangelista era do 2º pelotão, o malogrado, Manuel Rebelo Fonseca, era do 1º pelotão e da minha secção, tudo o resto está correcto excepto a minha ida nesse grupo, que tinham como missão, desactivar armadilhas colocadas por nós, foi o ex-alferes Evangelista que comandou esse grupo. Eu fiz parte do grupo de resgate que infelizmente não consegui trazer o nosso querido camarada Fonseca.
      Uma curiosidade, o ex-furriel Aníbal M. Figueiredo, era meu colega de trabalho na (metrópole), e foi uma surpresa enorme, quando o destino nos reunio, a tantos milhares de Km, precisamente na Magina. Caro ex-camarada António Vilela, estarei disponível sempre que possa contribuir para a verdade dos factos, mesmo “acordando” alguns fantasmas que por vezes nos “visitam” sem os convidarmos. Um abraço para todos os ex-camaradas que se servem deste blog para comunicar. Carlos Tibúrcio – cmdtiburcio@gmail.com – 917136847

      • Com respeito ao camarada Manuel Rebelo Fonseca (soldado 03832266), falecido nas circunstâncias relatadas e sepultado no local, posso acrescentar o seguinte. Os seus restos mortais foram “resgatados” durante a “Operação Mirandela” do B.ART. 3859 (Cuimba – DEZ71-FEV74) que teve lugar em 1973.07.22a29 em que participaram 99 homens comandados pelo Capitão Cajão da C.ART.3447, comandando eu (alf. mil.- minas e armadilhas) o 4ºGC da C.ART. 3447. O local da sepultura foi localizado, após várias tentativas, por um croquis disponível. Disponho de diversas fotos da “operação mirandela” no seu todo, que também teve para nós diversas peripécias, felizmente sem consequências de maior, nomeadamente ter metade da coluna passado sobre uma mina anti-pessoal belga M.35, que foi detectada à retaguarda e levantada. O livro de recordações da C.ART. 3447 “Retalhos Duma Comissão”, relata em várias páginas essa nossa participação, que coloquei na minha página no facebook. Não hesitem em contactar-me para o que tiverem por conveniente: humb_fern@netcabo.pt; 963110548.

        Da História da Unidade – B.ART.3859:
        Em 22 JUL
        – Tem início a OP. MIRANDELA com a finalidade de efectuar o patrulhamento para Norte da Picada CMDT SEABRA, ao longo do eixo CANGA-BOANZA-RIO LUVO-LULA, para atingir o local da campa do Soldado nº 03832266, MANUEL REBELO FONSECA, e transportar as ossadas para o quartel, nomadizando simultâneamente a mesma região. Tomaram parte na OP. 2 GC/CART 3449, 1 GC/CART 3447 e 1 GC/CART 3448, comandados pelo Comandante da CART 3447.
        Em 29JUL
        – Termina a OP. MIRANDELA tendo sido cumprida integralmente a Missão. Foram referenciados vários vestígios recentes da passagem do IN que utiliza a região para caçar e pescar. foi levantada no local (141400.055410) uma mina APES M 35.

    • Olá companheiro Vilela.É com imenso prazer que recordo passagens da N/ passagem pela Magina e Luvo.O Vilela,fez-me recordar o A níbal M Matos,que fazia parte da minha Companhia 1783,que efectivamente foi render a 1652 do Batalão 1900,e aquele factidico dia em que faleceu o Man Reb da Fonseca,da forma mais inflória,por absoluto descuido,mas é a vida,e como fiquei feliz por saber que o seu corpo foi de lá retirado.
      Felizmente que ainda podemos recordar,passados todos estes anos,quase a completar 50 anos,aquilo que para
      toda a vida nos marcou na alma.Feliicidades para todos e até sempre.

  61. Caros veteranos Carlos Tibúrcio e António Vilela,
    Começo a pensar que agora, talvez por força do cacimbo que caíu em cima nos vinte e quatro meses que estive em Angola, não consigo ficar esclarecido com algumas informações/comentários aqui publicados por estes camaradas.
    Vejamos: O fatídico acidente que vitimou o camarada Manuel R. Fonseca, segundo os registos, nomeadamente os oficiais prestados pelo M. do Exército, ocorreu em 22-09-1967. O B.Caç.1930 só substituíu o B.Caç.1900 depois de meados de dezemdro (“a vinte e tal”), como é que foram possívelis aquelas ocorrências transmitidas pelo ex-fur. Vilela?
    Ajudem-me p. f.
    Aquele abraço,
    H. T. Marcelino

    • Caro Marcelino. Ainda aguardo informaes suas acerca das fotografias que enviei. Depois lhe enviarei documentao a comprovar o que digo. Date: Wed, 7 Aug 2013 08:04:05 +0000 To: anvilela@hotmail.com

      • Caro Vilela,
        Através das cópias dos e-mails que troquei com a UTW, que espero tenha recebido, deve ter concluído o porquê da minha dúvida quanta à data em que se deu a ocorrência que foi fatal para o infeliz soldado Manuel R. Fonseca. Como deve compreender, a data era o menos importante, eu só entrei nesta “novela” porque me sentia indignado por, passados mais de quarenta e cinco anos, os restos mortais daquele nosso compatriota, se é que alguns despojos ainda existissem, se encontrarem em plena selva, numa picada, referenciada por cordenadas, num território cuja soberania já não é a portuguesa, situação bem diferente da existente até ao dia 11 de novembro de 1975. Agora, depois de tomar conhecimento do comentário/informação do ex- alferes milic. Humberto Fernandes, o qual saúde de forma muito especial, o meu sentimento de indignação transformou-se num misto de alívio e de perplexidade. Decerto que as ossadas do Manuel R. Fonseca, desde há cerca dequarenta anos, repousam onde a família o pretendeu e onde lhe foi possível prestar as devidas homenagens. Infelizmente ainda assim não sucedeu com todos os que por lá tombaram ao serviço da Pátria. São do nosso conhecimento a existência de muitas situações imensamente confrangedoras e humilhantes, ainda mais difíceis de compreender, quando as relações com esses países, nomeadamente com Angola, permitiriam soluções bem diferentes. A minha perplexidade advem do facto de ainda, depois da actualização de junho passado, o nome do Manuel Fonseca, continuar a constar do mapa, com outros mais de quatrocentos tumulos com os restos mortais, de militares portugueses ainda em solo angolano. Até aos devidos esclarecimentos, de quem de direito, fico a pensar que, talvez haja, quem não esteja a lidar com este assunto com o cuidado e o respeito merecidos.

        Aquele abraço.,
        Horácio T. Marcelino

    • Um rectificação que importa fazer, que tem a ver com as fontes por vezes conterem dados errados.
      O referido militar Manuel Rebelo Fonseca, morreu confirmadamente em 22DEZ1967, durante a sobreposição da sua companhia, a C.Caç.1652 (B.Caç.1900), com a C.Caç.1783 (B.Caç.1930), companhia esta que chegara à Magina em 20DEZ1967.
      Dada a necessidade de repor nos seus exactos termos o que é factual, contactei hoje mesmo o portal do terraweb, informando-os desta data, para eles fazerem o que tiverem por conveniente.
      O camarada Américo Ricardo, condutor da C.Caç.1783, descreve eloquentemente, na sua “Crónica do Meu Diário de Guerra” como teve conhecimento do infausto acidente que vitimou o militar Manuel R. Fonseca – o que poderá ser lido no facebook na página de “Soldados de Portugal”.

    • Caríssimo H.T. Mrarcelino.Os meus melhores cumprimentos.Sobre o Manuel R. Fonseca,o acontecimento factídico deu-se no tempo da sobreposição,ou seja durante o tempo em que estavamos a receber o Zona uque passava a pertencer à 1783,seidiada no Luvo,isto em Dezembro de 1967.Já tinhamos tomado conheicimento da minas,uma parte da picada até lá era pelo meio do rio,açguem se esqueceu do alicate,e o Fonseca muito voluntarioso,efereceu-se para ir lá buscar o dito alicate.Foi avisado que estava proximo da palmeira onde se encontrava uma mina,descuidou-e pisou o arame e a mina rebentou.Pois foi no tempo que mediou a apresentação do terreno,pela Companhia que ia embora,entregando o território à n/ Companhia do Bat 1930 Companhia C. Caç 1783,comandada pelo então Capitão Vilas-Boas.Esta é a história real e não pode haver outro.Muitos cumprimentos,e falem sempre.

      • Caros ex-combatentes, tinha prometido a mim mesmo não voltar a este assunto, porém, por respeito pela memória do meu querido ex-companheiro de batalhão, companhia, pelotão e secção, Manuel Rebelo Fonseca, que desde Abrantes (1966) depois Angola/Magina onde estivemos juntos de fev a dez de 1967 na Magina, até ao fatídico dia em que ele se ofereceu para fazer parte do grupo comandado pelo Alf, miliciano Jose Luis Evangelista que tal como eu tinha o curso de minas e armadilhas, o acidente aconteceu porque o Fonseca sendo “velhinho” queria mostrar aos “macaricos” a dureza da operacao seguindo em passo acelerado na frente do grupo, infelismente não parou quando devia e tropeçou no chamado arame de tropeçar, acionando a mina anti-pessoal existente, foi a única vitima mortal, tudo foi feito pelos companheiros que estavam com ele e por outro grupo que saiu do aquartelamento para ajudar, infelizmente devido ao acidentado do terreno, não foi possivel com os meios disponíveis carregar o corpo do nosso querido companheiro. Ficou praticamente no local do acidente, até final da comissão fev. de 1969, nada foi feito para resgatar o corpo, sobre o que aconteceu posteriormente, não vou dizer nada, gostava que os ex- camaradas com ou sem cacimbo, tivessem o respeito devido pela memoria do citado e acabassem de romancear o acontecido. Desculpem este desabafo, desejo a todos longa vida com muita saúde. Carlos Tibúrcio

        Em 21/03/2015 17:39, “cc3413.wordpress.com” escreveu: > > Júlio commented: “Caríssimo H.T. Mrarcelino.Os meus melhores cumprimentos.Sobre o Manuel R. Fonseca,o acontecimento factídico deu-se no tempo da sobreposição,ou seja durante o tempo em que estavamos a receber o Zona uque passava a pertencer à 1783,seidiada no Luvo,ist” >

    • Caríssimo Tavares Marcelino,companheiro das Jornadas de Angola Magina.Relativamente ao factidico acidente do camarada Man Rebelo da Fonseca,acontece já próximo do final de Dezembro de 1967,quando o B.Caç 1930,vaia render a Companhia da Magina,quando nos estava a entregar à C.Caç 1783 a zona de minas.É em finais de Dezembro de 1967.Muitos cumprimentos,um abraço grande e felicidades para todos os Veteranos.Júlio Ferreira da C.Caç 1783 do B.Caç.1930

    • Olá amigo Américo,Algarvio.Foi com muita satisfação que encontrei algo sobre ti.Fiquei muito contente,sempre que vou ao Algarve me lembro de ti e do outro condutor que não me recordo o nome.O meu Email é http://www.portoferreir@gmail.com.Gostava imenso que dissesses alguma coisa pois tenho saudades.Um abraço,fico a aguardar notícias tuas.Um grande abraço e até breve.Eu sou o escriturário da tua Companhia estivemos na Magina e depois no Luvo.Grande abraço,diz alguma coisa

  62. Sr. Horácio Marcelino : Para se entender melhor o seu comentário, seria bom que fizesse as seguintes correcções. Maio de 1913, que data é esta?Acidente aconteceu em 22-09-6, que data é esta?Gostaria de ver estas datas esclarecidas. Aproveito este comentário , para voltar a falar nas fotografias que lhe mandei. Que me diz ? Um abraço, A Vilela, Ex. Fur. Mil. da C.Caç.1781, Bat. de Caç. 1930. Luvo, Canga, Mamarrosa, Magina, S. Salvador, Ambrizere , Tomboco, Malange, Salazar, Nova Lisboa, Sa da Bandeira, Lobito, Luanda, e Mussulo. Grande ANGOLA.Dezembro de 1967 a Janeiro de 1970.

    • Caro Vilela,
      Agradeço as interrogações. De facto, o que devia ter escrito era Agosto de 2013 e 22-09-1967, tal como do documento da UTW. Sabe que o número de soldados portugueses ainda sepultados em Angola, de acordo com essa actualização de Agosto, passou para 577?
      Congratulo-me por não ter detectado, no meu comentário outros erros, gralhas ou omissões. Ou estou a melhorar nas minhas capacidades redactoriais, ou o Vilela não ligou a todo o texto do meu comentário.
      Não sei a que fotografias se refere. No seu comentário de 08-08-2013, também diz que me enviou fotos e documentos, não posso comentar o que desconheço, se enviou reencaminhe de novo (horacio.marcelino@gmail.com].
      Aquele abraço,
      H.T. Marcelino

    • Carissimo companheira das Jornadas Africanas, em especial da Magina e do Luvo.Sobre a confusão das datas,é mais exactamente 22/10/67,a Companhia,minha,acabada de chegar à Magina,fazendo parte do Balhão 1930.
      Um abraço e desejo da melhor saúde. e um até sempre.

  63. Olá Marta. Mais uma ajuda para o teu baú. O Com. do Bat. 1930, era o Ten. Cor. David F. de Oliveira, 2º Com. Major José A. F. Montanha, Com. Operações, Major Chaves Costa. Um abraço do ex-Fur. Mil. A.Vilela, da Comp. 1781. Luvo, e Canga.

    • Obrigado Vilela pelo lembrete mas isto é preguiça ,eu até tenho um ficheiro com todos os elementos do nosso batalhão que me foi enviado pelo nosso camarada Ribeiro Morais mas por vezes falta vontade de andar a rabuscar essas coisas.
      Um abraço do antonio marta

      • Jose Lima Vieira 1 /12 / 2013
        a todos que passarao pur a zona do Zaire é com nestalgia que percorri este blog
        tamben eu esteve na canga e na luvaca de 69/71 companhia de caçadores 2608
        batalhao 2890 companhia comandada pelo capitao Cotovio; 40 anos passados
        à coisas que ficarao marcadas na memoria

  64. Caro José Vieira. Fiz parte da Comp. de Caç. 1781, que voçês foram render à Canga, em Dez. de 1969. da sua Comp. faziam parte dois militares que eram meus amigos . Pois residiam aqui na minha zona. Tinha estado com eles ainda no Quiende. Eram dois bons jogadores de bola.Mande-me o seu e-mail, e eu faço-lhe uma surpresa. Um abraço.A. Vilela

  65. Caro Antonio Vilela então passamos pela mesma zona na nossa juventude’ que como a tantos
    outros nos marcou para sempre embora talvez mais uns que outros eu perdi là un camarada
    que saltou numa mina en janeiro de 1970 quando faziamos uma patrulha en direcção hà
    fronteira do Zaire são momentos enesquessiveis; foi un prazer encontrar alguen que talves me possa fazer descovrir camarades con quen vivemos e partilhamos momentos muinto difisseis
    e con quen perdi todo contacto o meu e-mail é vieirajose66@gamil.com

  66. PARA TODOS OS CAMARADAS VETERANOS,O DESEJO DE UM NATAL FELIZ E BOM ANO 2014,SAUDAÇOES PARA A COMP.CAÇAD.2609 (BATALHAO 2890) LUVO,MAGINA ,CALAMBATA ,MADIMBA 1970-1972.
    UM ABRAÇO——-Reis-Radiotelegrafista ——–

  67. Companheiro Horácio Marcelino

    Mais uma vez venho rectificar um seu comentário, este com data de Nov. 14 de 2013, assim:
    1 – Na listagem das companhias onde se lê Esq CAV 353 deve ler-se 253;
    2 – CSap.Engª 151 onde se lê Agosto de 1962 a Maio 1963 deve ler-se a JULHO 1963;
    3 – Também na Magina esteve uma CCaç. pertencente ao BATCAÇ. 379 e que tinha o nº 426 ou 427 e a data da sua chegada à Magina deu-se entre Maio/Junho 1963 (?). Foi a nossa companhia (151) que construi o seu aquartelamento.
    Abraço, Magalhães

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    • Sou um ex-furriel miliciano da Companhia de Sapadores 151 e, como é natural estou, sempre que me é possivel, (pois apesar da idade ainda estou no ativo), a procurar tudo o que se refere com a chamada Guerra Colonial, com infoque nas áreas por onde passei, nomeadamente pela Mamarrosa nos anos 1962/1963, em que participei ativamente na reparação/construção da estrada que sai, (saía), da Mamarrosa até à interceção para a Buela. Fiquei ligado a todas as obras de arte, (pontes, pontões, aquedutos, etc.), que foram construidos nessa via de comunicação. Quer isto dizer que conheço muito bem todo aquele traçado, e a construção do aquartelamento em “Magina-a.Nova”, que assim batizamos. Quero acrescentar um esclarecimento, pois o ex-alferes miliciano Humberto Fernandes, que não conheço, nem podia conhecer, já que a minha passagem por aquelas bandas foi muito antes, se refere a uma picada “Comandante Seabra”.
      Bom, se a memória me não engana, e penso que não, nós Comp. 151, não batizamos picada, mas sim ponte Comandante Seabra, que foi a última ponte que construimos em Angola, já bem próximo da Buela. Este nome, “Comandante Seabra”, foi uma homenagem ao nosso Segundo Comandante, (Segundo Comandante do então Batalhão de Engenharia de Angola, Major Seabra),
      Aproveito para deixar aqui um grande abraço aos meus camaradas da 151, nomeadamente ao José Almeida Magalhães e Fernando Nunes Marques, que também aqui dexam os seus testemunhos.

      • Caro Manuel Cerveira,
        Também eu procuro, com alguma frequência, referências aos locais por onde, tal como o Cerveira, andei nos anos de 1965 a 1967. Estive na Magina, integrando a C.Art. 1405, do B.Art. 1852. Entre a Mamarrosa e a Buela ainda existiam muitos testemunhos, escritos e construídos, pela C.Sapadores e Engenharia 151, alguns desses testemunhos registei-os em imagens. algumas já partiilhadas com os visitantes deste Blogue. Como o povo diz que “recordar é viver desejo transmitir-lhe a forma e a visão que então tivemos de alguns dos locais e obras que refere no seu comentário.
        Para nós, Magina era o local onde estava sediada a companhia, cuja responsabilidade pela construção do aquartelamento, se ficou a dever à 151. Magina-a-Velha, onde só existiam alguns vestígios do antigo povoado (sanzala), ficava situada entre a Mamarrosa e antes da Mata do Binda e da descida para o Rio Luvo. Aqui, foi construída pela 151, a Ponte General Craveiro Lopes e que ainda lá tinha uma placa, com os seguintes dizeres ” Rio Luvo Classe 13 Ton”, era neste local que nos abastecíamos de toda a água consumida no aquartelamento, salvo na época das chuvas, em que o fazíamos no ribeiro que corria um pouco abaixo do campo da bola, no caminho para Buela ou Pangala. Sobre o rio Lufusso, antes da bifurcação da Magina para a Buela/Pangala, existia a tal “Ponte Comandante Seabra”. Entre a Magina e a Mamarrosa, havia o Rio M´Matende, onde a 151 também deixou o seu testemunho com a construção de mais uma ponte, com estruturas em ferro, tal como as outras duas já referidas. Quanto à estrada/picada, aberta pela 151, entre a Mamarrosa e Buela, passando pela Magina, onde existiam mais uma série de pontões que o Cerveira refere, tudo fruto do trabalho da 151 e que tornou possível que, nomeadamente, as idas a São Salvador, se fizesse ou pela Mamarrosa ou por Pangala e Calambata. Na tal bifurcação da Magina para Buela/Pangala, existia uma placa, junto à qual há uma imagem, já publicada neste Blogue, “no capítulo Recordações do distrito do Zaire”, em que eu figuro na mesma, com os seguintes dizeres “Estrada Comandante Seabra Homenagem da 151”. De facto, em alguns relatos de acontecimentos de guerra verificados nesse itenerário, tal como o ocorrido, 23-10-1969, com a C.Art. 2475, do B.Art. 2864, em que é atribuído a um militar, um louvor pelo reconhecimento dos seus atos de bravura, é referido que esse acontecimeto se verificou na Picada Comandante Seabra. Também em alguns relatos da triste ocorrência que vitimou nove soldados da C.Art. 3449, a 21-06-1972, que estava sediada na Calambata, é referido que o mesmo se verifica, nesse percurso, com uma coluna militar que vinha da Buela e que é emboscada junto ao Rio Lungadge.
        Aquele abraço.
        H. T. Marcelino

  69. Obrigado amigo Marcelino, vejo que anda atento. Sinceramente que não me recordo do nome da “Estrada” Comandante Seabra, mas é natural que fossemos nós, Companhia De Sapadores 151, a colocar esssa placa, pois a que está na sua citada foto tem a “marca” do autor, o Feliciano meu camarada de armas, nessa profusão de placas que colocamos ao longo desse nosso trabalho. É estranho que, pese embora o sofrimento que passamos nessa guerra a que fomos obrigados, sentimos tantas saudades desses tempos.
    Não sei se é a saudade da juventude perdida e que não vivemos na sua plenitude, ou se dessa mistica que África tem, que tanto nos encanta. Uma coisa é certa, os tempos passados em Angola nos marcou para sempre.
    Nas minhas pesquisas, para além das fotos da construção da ponte Marechal, (não General), Craveiro Lopes, encontrei ainda fotos dessa mesma ponte em 1968 e 1973, pois ainda lá estava. Quanto á ponte sobre o M,Matende, onde também partecipei, é uma ponte improvizada com as chamadas “chapas de pista”, que passados uns anos foi reconstruida por outros militares. (Quantas vezes me banhei neste rio!…)
    Sobre a Magina, (que ficou como Magina-a-Velha), posso contar um episódio:- Quando avançavamos pelo mato com a estrada, era necessário saber por onde seguir. Assim, primeiro fizemos um reconhecimento aéreo, voando sobre a mata, mas depois era preciso explorar o terreno. Foi então que embrenhados pela mata, caminhamos, (um pequeno grupo), até próximo do rio Luvo. No regresso a fome apertava, pois demoramos mais tempo do que o previsto, e ao retornarmos á Magina-a-Velha deparamos com uma goiabeira carregadinha de fruto. Eu detestava a goiaba, nem o cheiro suportava, mas com a fome comi até mais não poder. A partir daí passei a adorar goiaba e ainda hoje as procuro nos supermercados, que embora não seja a mesma coisa sempre dá para matar a saudade.
    Perdoem-me esta minha divagação. Mas…, como eu adorava visitar aquela estrada!…
    Um forte abraço para todos os que pela Mamarrosa passaram, em especial, (e ninguém se zangará por isso), para os camaradas da Companhia de Sapadores de Engenharia 151.
    Bem hajam a todos. Escrevam mais, escrevam sempre.

    • Ao companheiro das Jornadas africanas da N/ Magina e LuvoLi com entusiasmo a historia das Goiabas,dos banhos no rio Luvo etc. eocorre-e um episódioque se passou na minha Companhia C.Caç 1930 em 1968 no Luvo.Era Domingohabitualmente ìamos nadar para o Rio Luvo, uns no Rio outros a montar a segurança,tudo divertido e eis que sai da margem esquerda um crocodilo,passa a raspar nossos corpos,não ataca ninguem,foge, e descobrimos que na margem estavam160 ovos que ele estava a chocar.Um grande abraço para ti e para todos os camaradas das Jrnadas de Àfrica.Júlio Ferreira,Porto.

  70. Sou Alcindo Vieira dos Santos estive em Angola de 1965/1967 no M`pozo cerca de 18 meses depois vim para o Grafanil Intervenção, a minha companhia era a C.C. 793 capitão Trovão.

  71. Caros Amigos, Sou Antonio Vieira ex. Fur. Mil. Mecº. quero aqui deixar o meu testemunho, estive na Buela de Junho de 1965 a Dezembro de 1967 pertenci a Cª. Cavª. 781 do Batª. Cavª. 782 que estava no Cuimba, devido a minha função pouco sai do Aquartelamento, a não ser quando ia a São da Salvador do Congo ao PAD 925 para is buscar sobressalentes para as viaturas enquanto o Vaguemestre se abastecia de viveres, e outros iam buscar o correio outros ainda aproveitavam e davam um salto até a sanzala, era assim duas a três vezes por semana e a maior parte dos militares aproveitavam para tirar a barriga da miséria e se comia m churrasco ou um belo bife no Salvador Beltrão, portanto todo aquele itinerário ali na zona conheci, Buela-Pangala-Calamabata- São Salvador e também o itinerário até Cuimba fui uma vez a Luvaca jogar futebol, quem nos abastecia de gasolina e alguns viveres era o Silva de Maquela do Zomba

  72. Caro Horácio Marcelino
    As minhas desculpas por mais uma vez ter de corrigir o seu comentário de 14 Novembro de 2013.
    Assim: A CART 102 não esteve na Mamarrosa em 15-05-1961, pois esta foi a data da sua partida de Lisboa. Foram para a Mamarrosa em Março de 1962. Estiveram em Noqui, Mamarrosa e Sazaire.
    A CCAV. 148 não esteve na Mamarrosa. Partiu de Lisboa em 15/06/1961 e passou por: Luso, Cazombo, Teixeira e Sousa, Lumenge, Rio M´Pozo e Calambata.

    Abraço
    Magalhães

    • Caro Veterano José Magalhães,
      Estou em crer que o caro veterano tem uma certa apetência para emitir os seus comentários e correcçõs no mês de Dezembro (2012, 2013, 2014), espero que assim continuemos por muitos e longos anos.
      Não tem que pedir desculpas por desejar contribuir para um melhor conhecimento, de datas e locais, da presença das nossas unidades militares por locais que nos foram comuns.
      Acredito que talvez tenha razão quando refere que a GCav. 148 não esteve na Mamarrosa. Fui induzido nesse possível erro quando li do seu camarada de companhia, Fernando Nunes Marques in-História resumida da Companhia de Sapadores 151 “*para reforço ao citado GCav. 253, em 17Set62-03Maio63 acantonou junto à Ponte do M’Pozo o GCav.148 comandado pelo capitâo de cavalaria João de Almeida Bruno”.
      Ora, lendo eu que a 253 estava “estacionada” no Luvo e que patrulhava toda aquela zona (M’Pozo, Canga, Mamarrosa, etc.), deduzi, talvez mal, que a 148 reforçava as mesmas zonas.
      Quanto à CArt.102, é claro que não pode ter chegado á Mamarrosa na data em que, também o confirmo, embarcou em Lisboa. Contudo, creio que também não o foi, como refere, em 1962.
      Vejamos: Segundo os contributos escritos e com imagens, de membros dessa mesma unidade, publicados neste mesmo espaço da CCaç.3413 in-“Zaire- chegada das primeiras tropas-Angola”, referem que tudo isso ocorreu em 1961.
      Segundo li, Mamarrosa foi reocupada pelas nossas tropas, não sei por que unidades, em 24-05 1961, na mesma data em o foram São Salvador, Cuimba e Maquela do Zombo. A chegada do BCaç.156 a São Salvador verifica-se em Maio do mesmo ano, creio que após o ataque que essa localidade sofreu no dia 6 desse mesmo mês. Por tudo isso, sou levado a crer que a 102 já por la andava em 1961.
      Aproveito para lhe referir que desde há cerca de um ano privo com alguma regularidade com um camarada veterano que integrou o BCaç. 379 que rendeu o ECav.345 (Spínola). Esse batalhão teve companhias na Calambata (a 426),,na Canga (a 427) e na Magina (a 428), a que o meu amigo pertencia. Diz ele que foi a CCaç. 428 quem recebeu o aquartelamento da Magina construído pela CSap.Eng. 151. A 428 foi rendida e partilhou o aquartelamento da Magina com a CCaç.535 do BCaç. 595 que por sua vez, foi rendida CCav. 628 do BCav. 631.
      Aqui fica o meu modesto mas trabalhoso contributo.

      Amistosas saudações
      Horácio Marcelino

      • Veterano Horácio Marcelino,

        Aproveito este espaço que o Camarada Mário Mendes nos disponibiliza para lhe dizer quanto gostei da sua entrevista/factos reais, que veio publicada na Revista do Correio da Manhã no passado dia 15/02.
        Os meus parabéns pelo seu escrito, que realça a realidade porque passaram, não só a CArt. 1405, mas também todas as outras companhias que estiveram na Magina, a partir de 1963 e por lá cumpriram a sua Nobre Missão.
        Nós, da 151, não passamos por esses tormentos, talvez por pertencermos a Engª. Fica a dúvida, pois nós contribuímos com a construção de raiz de estradas que o Veterano tantas vezes percorreu, mas certamente na altura em que lá esteve as mesmas estavam já bastante degradadas, bem como outras construções que não vamos agora mencionar.
        A 151, está com certeza muito feliz ao ler esta sua mensagem, mas também os nossos Camaradas que não conheceram aquela zona terrível da Magina, mas também para os outros Camaradas Veteranos que lá estiveram e passaram momentos muito complicados.
        Por outro lado reconheço duas fotos que o Veterano Horácio colocou: a ponte Marechal Craveiro Lopes e também a sua foto com as placas de tambores de 200 litros, executadas pelo nosso Camarada Feliciano Gião, entre outras.
        Também todos os Camaradas da CArt 1405 se devem sentir orgulhosos com os factos lá relatados, repetindo o que já disse anteriormente, verdadeiros, e para eles vai também o nosso agradecimento.
        Não me alongo mais, pois muitos comentários anteriores aqui postados relatam essa dura batalha porque passaram.
        Continuação de uma sã e longa vida para podermos continuar a ler os suas histórias sobre a nossa passagem por essa zona tão apetecível a emboscadas – MAGINA

        José Magalhães

      • Caro Veterano José Magalhães,

        As suas palavras, que agradeço, assumo-as e partilho-as com todos os que contribuíram para existirem, naquelas paragens, as condições que nos permitiram resistir e partilhar as nossas vivências, não só com os que por lá lutaram, das formas mais variadas, mas também com aqueles, em particular, das gerações seguintes, que assim podem ter acesso aos nossos testemunhos, na primeira pessoa, como como agora se diz. Os veteranos da 151, pelo que já conheço, têm muitas responsabilidades, no bom sentido, em tudo o que se conta daquelas regiões.
        Subscrevo integralmente o que refere sobre o veterano Mário Mendes.
        Espero que também tenha lido a “entrevista” do passado dia oito do corrente mês, publicado no mesmo jornal (Suplemento) que o meu relato. O mesmo é o resumo, com algumas “arrumações” . do que enviei ao responsável pela página, o pode ser compreensível quando se evocam critérios e espaços. É uma “novela” que lhe vou tentar explicar através do seu correio electrónico, espero que o endereço ainda seja o mesmo.

        Aquele Abraço.
        Horácio Marcelino

  73. Estive em S. Salvador desde 16 de agosto de 1970 atè fins de 1971. Fui um dos condutores das diamondes da secçao de tranportes instalada no comando de sector. Tambem lidei com o capitao Trovao que nessa altura era o comandante dos grupos especiais. Ja se passaram muitos anos. Um abraço a todos os combatentes.

  74. Para todos os camaradas veteranos que passaram pela Mamarrosa, Magina, etc., em especial para os inesquecíveis amigos da Companhia de Sapadores 151, que desejar um Santo e Feliz Natal, e que no Ano Novo que se aproxima, o Criador ainda nos dexe por cá andar. Para todos um Abraço do tamanho do mundo.

  75. Amigos desconhecidos, mas com a mesma missão Fui Fur. Milº. Mecânico da Cª Cavª 781 do Batº. Cavª. 782, também passei pela Zona de São Salvador do Congo estive 18 meses na Buela e ia normalmente ao PAD 925 e ao outro PAD que o rendeu buscar material para as viaturas que tinha a meu cargo, também sei que algumas companhias operacionais que passaram por esta zona passaram por maus bocados, felizmente nós nada tivéssemos apesar das varias operações militares que se fizeram em toda a zona do controlo do Batalhão incluindo algumas idas a Serra da Canda. podem ver algumas fotos em BATº.de CAVª. 782….ww.tonhozevieira.blog.spot.pt….Um abraço a todos os Veterenos da Guerra…

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