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		<title>HISTÓRIAS E MEMÓRIAS DA C. CAÇ. 3413 (VI)</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Jan 2012 08:42:55 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Do Toto á Cleópatra, o terreno apresentava-se mais ou menos plano, alguns tufos de mata e muito, mesmo muito capim. A C. Eng.ª 2579 não primava por esmeros militares, mas á sua maneira, era organizadíssima e umas máquinas a trabalhar, &#8230; <a href="http://cc3413.wordpress.com/2012/01/23/historias-e-memorias-da-c-cac-3413-vi/">Continuar a ler <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cc3413.wordpress.com&amp;blog=7192306&amp;post=8128&amp;subd=cc3413&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Do Toto á Cleópatra, o terreno apresentava-se mais ou menos plano, alguns tufos de mata e muito, mesmo muito capim. A C. Eng.ª 2579 não primava por esmeros militares, mas á sua maneira, era organizadíssima e umas máquinas a trabalhar, que os seus vinte e tal meses de Angola lhes conferiam. A nós, cabia-nos garantir a sua protecção e segurança. Ainda de noite, saíamos á sua frente a bater toda a zona para que trabalhassem em sossego. Mas antes, era-nos servido um lauto pequeno-almoço, que consistia sempre em pão untado com margarina, tipo sebo, com algum café, pouco leite (em pó) e muita, mas mesmo muita água para ninguém se desidratar. De seguida era distribuído a cada, um bom naco de pão, linguiça e vinho. Este era intragável mas ninguém reclamava. Era para comer a meio da manhã, ou quando a fome apertasse e desse jeito. E assim que possível, lá cheirava a linguiça assada. Nesta fase, ficávamos estrategicamente divididos e colocados por secções, para daí dominarmos e abrangermos a maior área possível. Estávamos na época do &#8220;Cacimbo&#8221;, ou seja, a época menos quente do ano, e praticamente sem chuva. As manhãs começavam todas invariavelmente frescas e nebulosas. Entretanto, lá para o meio da manhã, o sol abria e era um sufoco. No meio do capim, expostos á canícula, era de estarrecer. O sol batia impiedoso e não havia brisa que passasse por entre o capim para nos refrescar. Quando calhava ficarmos perto dalgum tufo de mata, era uma bênção dos Deuses. Ali o sol não batia, era fresco e até dava para espairecermos. Era um regalo, e todos ensaiámos os nossos dotes de &#8220;Tarzan&#8221;, visto á época o &#8220;Rambo&#8221; ainda não ter nascido. Eram espontaneamente organizados concursos que consistiam em arremessar a faca de mato contra uma qualquer árvore descuidada, e onde mediamos as capacidades de cada um no manejo da mesma. Resultado do exercício? Muitas facas partidas e muitas mais sem bico, que as sentinelas, por não poderem participar no &#8220;concurso&#8221;, festejavam efusivamente!</p>
<p style="text-align:justify;">    Ainda na Cleópatra, certo dia, no fim duma pequena subida, entramos numa zona planáltica e de repente demos de caras com uma manada de pacaças! Eram centenas e centenas delas a correr á desfilada. Metemos as viaturas pelo meio da manada e vá de fogachada. O tropel de uma manada em disparada já de si é enorme. Agora a isto juntemos o barulho das viaturas de prego a fundo, os nossos gritos, mais o som dos tiros, foi de loucos. Uma situação única, inesquecível e irrepetível! Muitas ficaram certamente feridas, mas três pelo menos, ficaram para nosso contentamento e melhoraria do rancho. Até houve fartura de carne! E neste particular os &#8220;engenheiros&#8221;, com uma grande tarimba, davam cartas. As suas tendas eram enormes, compridas e bastante altas, e até tinham uma cobertura dupla, para o sol não bater de chapa, e o ar circular por entre os panos da tenda e assim refrescar o ambiente. Bem arejadas e espaçosas, revelavam-se espectaculares em comparação com as nossas, baixas, pequenas e curtas. Descobri o Parreirinha que era, e é, de Montemor. Graças a isso, tinha livre-trânsito às suas instalações e muitas vezes me desloquei até lá, para um petisco, umas cervejas ou simplesmente conversarmos. Porque isto da &#8220;velhice ser um posto&#8221;, era mesmo verdade e constatei que tinham um esquema fantástico. Não comiam do rancho como a generalidade do pessoal. Enquanto nós íamos todos para a frente de trabalhos mais os seus operadores, alguns deles ficavam no aquartelamento e um, que tinha uma habilidade nata para o &#8220;desvianso&#8221;, todos os dias estava encarregue, sem que ninguém se apercebesse muito menos os cozinheiros e o vago-mestre, de surripiar os géneros alimentares necessários para a refeição pretendida. Além da &#8220;fruta roubada &#8221; saber sempre melhor, eles também confeccionavam tudo a preceito. E era diferente de cozinhar para os próprios e poucos do que o fazer naqueles caldeirões enormes do rancho, e em que a higiene era a possível ou nenhuma…. E em vez de lume a lenha, utilizavam uma forja e num instante o lume estava pronto. Era só dar á manivela. Um verdadeiro luxo!</p>
<p style="text-align:justify;">Com o aproximar da Cecília, tudo se alterou. O terreno deixou de ser plano. O capim deu lugar a mata cerrada, e os trabalhos e dificuldades cresceram a olhos vistos. Acabávamos de dar entrada nas matas do Luaia, zona sob o domínio do &#8220;Pedro Afamado&#8221;. E o que estas matas tinham de misterioso e dantesco, também se revelavam atractivas e sedutoras. Eram matas virgens, onde as nossas forças esporadicamente entravam, mas não dominavam. Era entrar e sair. Daí o interesse em abrir picadas, para mais facilmente serem lançados ou recolhidos os militares envolvidos nas futuras operações. Ao que me lembro, esta picada tinha por destino a zona dos &#8220;Dembos&#8221;, ficando assim aberta uma nova via de comunicação. Claro que isto era precisamente o que os movimentos não aceitavam, e contrariavam á sua maneira….</p>
<p style="text-align:justify;">    Mas voltando á mata! Era um espanto todo aquele esplendor da natureza, que nos infundia respeito, admiração, e ao mesmo tempo uma atracção irresistível. O sol embora radioso, ali não entrava. A terra era húmida e cheirava a plantas putrefactas e em decomposição. Ao pisarmos o solo, este era macio, almofadado e viscoso, fruto de milhares de folhas caídas ao longo dos anos. Era o abrigo de muitos animais, principalmente macacos que os havia aos bandos. Para se ter uma ideia da imponência da mata, era normal que os HD6 e HD7 (Caterpillar), quando rasgavam a mata e derrubavam as árvores, ficassem frequentemente presos naquele emaranhado de ramos e lianas. E chegava uma altura em que nem para a frente nem para trás e lá tinha a motosserra que entrar em acção, depois das catanas já terem feito o seu papel. Os grupos de combate eram positivamente engolidos pela vegetação. Praticamente sobrepostas, havia muitas e muitas árvores e arbustos. Umas mais pequenas, outras maiores, outras ainda mais altas e mais acima, lá muito em cima mas também fechadas, lá estavam as mais altas e imponentes na sua grandiosidade, a formarem um tecto verde a tapar o azul do céu, erguendo-se muitos metros acima do solo e tornando tudo num intrincado mundo de folhas e ramos que tudo e todos escondia.</p>
<p style="text-align:justify;">Duma das vezes fomos destacados para nos juntarmos a outro grupo que já lá se encontrava na frente. Chegados ao sítio designado, procuramos via rádio localizá-los. Era uma zona escarpada dum lado e doutro. Estávamos em frente deles, uns cinquenta metros se tanto, ouvíamo-los mas não os víamos. – É pá levantem-se, dissemos nós. &#8211; Estamos em pé, responderam eles. – Levantem uma arma. – Já está. E nada de os ver. O que nos pareciam uns arbustos rasteiros, tipo erva, tinha só para aí uns três metros de altura…</p>
<p style="text-align:justify;">Depois de rasgada um bocado da mata, ficavam sempre algumas árvores com os seus extensos tentáculos de ramos e lianas, que eu aproveitava para me atirar para o vazio, voando uns bons metros acima do solo, sentindo sensações indescritíveis. Se por acaso os ramos se partissem, eu também não ficava inteiro de certeza. O precipício esperava por mim lá em baixo, mas mesmo muito lá em baixo.&#8221; Coisas de rapazes&#8221;…</p>
<p style="text-align:justify;">Mas entretanto os &#8220;engenheiros&#8221; chegam ao fim da sua comissão e são rendidos. Era malta fiche e bem mereceram o bilhete de volta. Uma alegria imensa, que nós partilhamos! E fizeram-me sonhar com o meu dia, mas só de pensar no que ainda nos faltava… o melhor mesmo foi não pensar mais nisso e andar para a frente. E aí estava a maçaricada, acabadinhos de chegar do &#8220;puto&#8221; e com uma vontade imensa de dar continuidade ao excelente trabalho dos &#8220;velhinhos&#8221;. Algumas chuvadas, prenúncio da estação das chuvas que se aproximava, atrasam os trabalhos. Mas o comandante acabadinho de chegar, queria a todo o custo mostrar serviço e não desmerecer dos &#8220;velhinhos&#8221;. E lá fomos ficando.</p>
<p style="text-align:justify;">Entretanto chega o Natal. Natal? Mas onde é que estava o frio, os abafos de inverno, os jantares em família, os votos de &#8220;PAZ&#8221; e saúde, as prendas e tudo aquilo a que estávamos habituados? &#8220;NADA&#8221;. O que tinha com fartura era mato, camuflados e armas, e por companhia aqueles tristes que como eu que para ali estavam desterrados com o pensamento nos seus e nas sua terras. Que confusão que aquilo me fez…E ainda hoje na noite de Natal, SEMPRE, retiro-me um minuto para recordar aqueles dias tão distantes, e agradecer o pouco que agora tenho…E lá passámos esta data o melhor possível. Houve até um programa de variedades fantástico na Noite de Natal, já aqui referido, e no dia 25-12-71 uma almoçarada reforçada com um javali que tinha caído numa armadilha, e que &#8220;alguém&#8221; confeccionou, e nós comemos a preceito. Depois de jantar, cada um recolheu aos seus aposentos para em &#8220;família&#8221; sonhar que estava &#8220;cá com os seus&#8221;. E como doía estar longe, mais a mais naquele triste cenário. Em determinada altura fui dar uma volta pelo acampamento e as tendas da 1311, que ficavam viradas para a &#8220;1ª circular&#8221;, estavam um espanto. O ser humano tem um poder inventivo realmente fantástico, e ainda hoje me interrogo como conseguiram fazer tudo aquilo, se não havia nada para fazer o que quer que fosse. O certo é que as tendas estavam um espectáculo de luz e cor, mais lembrando &#8220;os Moulins Rouges&#8221; e demais &#8220;boîtes&#8221; e &#8220;Cabarets&#8221;, duma qualquer cidade. Tinham tido o cuidado e a obrigação das luzes ficarem só visíveis e vistas de dentro, não sendo visíveis do exterior, até como mandavam as regras de segurança. Só que para celebrar e ao mesmo tempo afogar as mágoas, estava tudo bem bebido. A Liamba crescia espontânea e havia com fartura sendo consumida por alguns. Claro que esta combinação era perigosa e podia dar no que deu…</p>
<p style="text-align:justify;">Um soldado lembrou-se de ir urinar, e em vez de ir verter águas na &#8220;piscina&#8221; ou noutro sítio qualquer mais á mão, lembrou-se de sair do acampamento, atravessar a zona de segurança sem ser visto e depois de aliviado fazer o caminho inverso. Só que nessa altura, a sair duma tenda vinha um outro camarada seu, que dá de caras com um vulto a dirigir-se para dentro do acampamento, e o que via era um &#8220;Turra&#8221; a infiltrar-se. Alarmado e cheio de &#8220;briol&#8221;, pelo menos, começou a disparar para o que ele imaginava ser o inimigo, no que foi secundado por mais dois ou três que tal como ele estavam &#8220;etilizados&#8221;. Isto em cenário de guerra, é como os rebanhos de ovelhas. Para onde vai uma, vão todas. E se um dispara, os que estão perto é quase certo que intuitivamente fazem o mesmo, mesmo sem saber porquê. O desgraçado ao sentir-se o alvo dos tiros, bem levantava os braços e gritava, mas o fogo só parou, quando um mais sóbrio o reconheceu. No meio de tanto tiro, só lhe acertaram no salto duma bota e o homem sobreviveu sem uma única beliscadura, a dezenas de tiros. Era de raça branca, mas estava transparente. Todo ele tremia, mas estava inteiro. Só um &#8220;milagre&#8221; ou mais concretamente, o estado de embriaguez em que aquela malta se encontrava permitiu este feliz desfecho, tendo-lhe saída a prenda de Natal que mais se ambiciona. E o que primeiro disparou jurava a pés juntos que o &#8220;homem&#8221; que ele viu era negro e bem negro. Bebedeiras…</p>
<p style="text-align:justify;">E logo a seguir vem o fim do ano. Totalmente diferente o estado de espírito duma data para a outra. Enquanto o Natal mexe muito com os nossos sentimentos e nos faz pensar nos familiares e em tudo o que tínhamos &#8220;cá&#8221; deixado, a passagem do ano era de alegria e alívio pelo terminar do ano. E havia que celebrar. Como? Uma jantarada reforçada e com muita bebida. As horas foram passando, e quando chegou a meia-noite, nada como comemorar. E começou um tiroteio cerrado. Toda a minha gente virou as armas para fora do acampamento e fogo. Tiro a tiro, rajadas, valia tudo. E para animar a festa e a pedido, entram os morteiros no festival. As suas granadas começam a rebentar junto á picada. E toda a minha exige mais perto, mais perto. As morteiradas sucedem-se cada vez mais perto, o morteiro cada vez está mais na perpendicular, até que por fim, e quando nós também já tínhamos percebido que as granadas rebentavam perto até de mais, os comandantes mandaram por fim aquele festival de doidos. Não houve mais incidentes, ninguém se feriu ou aleijou, e depois dos comentários da praxe ao ocorrido, tudo para o vale de lençóis. Tudo numa boa. O pior foi de manhã ao acordarmos. O capitão dos engenheiros andava de volta das suas viaturas e apontava para os estilhaços com que as suas viaturas tinham sido presenteadas. Mas o pior foi dois pneus das motoniveladoras que tinham ficado cravejados e todos esburacados, e aqui nada havia a fazer senão substituí-los por novos. Estamos a falar de pneus enormes, da altura dum homem mediano, e que há altura, nem havia muitos e eram caríssimos…Que grande bronca!</p>
<p style="text-align:center;"><img src="http://cc3413.files.wordpress.com/2012/01/012112_1041_histriaseme1.png?w=540" alt="" /><span style="font-size:18pt;"><br />
</span></p>
<p style="text-align:center;">Alves, Teixeira e Rodrigues do 1º pelotão da C.Caç. 3413 e mais 4 da Cª. Eng. 2579</p>
<p style="text-align:center;">Do lado direito, a célebre &#8220;forja&#8221;</p>
<p style="text-align:center;"><img src="http://cc3413.files.wordpress.com/2012/01/012112_1041_histriaseme2.png?w=540" alt="" /><span style="font-size:18pt;"><br />
</span></p>
<p style="text-align:center;"><img src="http://cc3413.files.wordpress.com/2012/01/012112_1041_histriaseme3.png?w=540" alt="" /><span style="font-size:18pt;"><br />
</span></p>
<p style="text-align:center;">Nas matas do Luaia, ora em posição de combate, ora em descanso,</p>
<p style="text-align:center;">aqui em amena &#8220;cavaqueira&#8221; com os furriéis Lopes e Camelo da C.Caç. 1311.</p>
<p style="text-align:center;"><img src="http://cc3413.files.wordpress.com/2012/01/012112_1041_histriaseme4.png?w=540" alt="" /><img src="http://cc3413.files.wordpress.com/2012/01/012112_1041_histriaseme5.png?w=540" alt="" /><span style="font-size:18pt;"><br />
</span></p>
<p style="text-align:center;">Desbravar estas matas e remover tanta terra era &#8220;obra&#8221; …</p>
<p style="text-align:center;"><img src="http://cc3413.files.wordpress.com/2012/01/012112_1041_histriaseme6.png?w=540" alt="" /><span style="font-size:18pt;"><br />
</span></p>
<p style="text-align:center;"><img src="http://cc3413.files.wordpress.com/2012/01/012112_1041_histriaseme7.png?w=540" alt="" /></p>
<p style="text-align:center;">Momentos de descontracção em que as rainhas da festa eram as Cucas e Nocais. Ao centro, o capitão Videira, o furriel enfermeiro Martins (já falecido) e o furriel Pedrosa, todos  da 1311. O restante pessoal é da nossa 3413, furriéis Alves, Teixeira, Rodrigues, Mendes, Maia, Penedo.</p>
<p style="text-align:center;"><img src="http://cc3413.files.wordpress.com/2012/01/012112_1041_histriaseme8.png?w=540" alt="" /><span style="font-size:18pt;"><br />
</span></p>
<p style="text-align:center;">A picada serpenteando a mata.</p>
<p style="text-align:left;"><em>Joaquim Alves</em></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/cc3413.wordpress.com/8128/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/cc3413.wordpress.com/8128/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/cc3413.wordpress.com/8128/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/cc3413.wordpress.com/8128/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/cc3413.wordpress.com/8128/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/cc3413.wordpress.com/8128/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/cc3413.wordpress.com/8128/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/cc3413.wordpress.com/8128/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/cc3413.wordpress.com/8128/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/cc3413.wordpress.com/8128/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/cc3413.wordpress.com/8128/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/cc3413.wordpress.com/8128/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/cc3413.wordpress.com/8128/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/cc3413.wordpress.com/8128/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cc3413.wordpress.com&amp;blog=7192306&amp;post=8128&amp;subd=cc3413&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>O Luvo em 2011</title>
		<link>http://cc3413.wordpress.com/2012/01/19/o-luvo-em-2011/</link>
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		<pubDate>Thu, 19 Jan 2012 08:30:26 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Rio Luvo]]></category>

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		<description><![CDATA[Deambulando pela net encontrei há dias um blog de um motard português que percorreu o continente africano e que na sua passagem de Angola para a RDC pernoitou no posto fronteiriço do Luvo, onde estivemos em 1972/73.  A transcrição do &#8230; <a href="http://cc3413.wordpress.com/2012/01/19/o-luvo-em-2011/">Continuar a ler <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cc3413.wordpress.com&amp;blog=7192306&amp;post=8094&amp;subd=cc3413&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Deambulando pela net encontrei há dias um blog de um motard português que percorreu o continente africano e que na sua passagem de Angola para a RDC pernoitou no posto fronteiriço do Luvo, onde estivemos em 1972/73.</p>
<div> A transcrição do relato do autor:</div>
<div></div>
<div style="text-align:justify;"><em><strong>Trajecto Mbanza Congo &#8211; fronteira do Luvo</strong></em></div>
<div style="text-align:justify;"><em><strong><a href="http://4.bp.blogspot.com/-fQkR9-7vOMk/TfhjB8o4bNI/AAAAAAAACJk/yzX4dZ9-ABQ/s1600/7_1.jpg"><br />
</a>Não foi difícil arranjar um espaço seguro onde passar a noite: depois de falar com o responsável da migração, já com o carimbo de saída de Angola no passaporte, este arranjou-me um espaço para colocar a tenda, junto da sua residência.</strong></em><br />
<em><strong> Optei por passar a noite em solo angolano, em vez de atravessar para a RDC, pois ainda me restava uns kwanzas no bolso e seria sempre mais agradável que passar a noite na migração do &#8220;outro lado&#8221;.</strong></em><br />
<em><strong> Previa que no dia seguinte as coisas fossem bastante demoradas, no mínimo, e queria começar as formalidade da entrada assim que os portões abrissem.</strong></em><br />
<em><strong> Assim, às 8:30 da manhã, com tempo de sobra para arrumar tudo e comer alguma coisa, saí finalmente de Angola e entrei na estrada que dá acesso, passando o Rio Luvo, à RDC.</strong></em></div>
<div style="text-align:justify;"></div>
<div style="text-align:justify;"></div>
<div style="text-align:justify;">Com algumas fotos que colhi do blog aqui vai um pequeno vídeo com fotos do Luvo:</div>
<div style="text-align:justify;"></div>
<div style="text-align:justify;"><span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://cc3413.wordpress.com/2012/01/19/o-luvo-em-2011/"><img src="http://img.youtube.com/vi/bHN3_ST0jfs/2.jpg" alt="" /></a></span></div>
<div style="text-align:justify;"></div>
<div style="text-align:justify;">Muito diferente do Luvo que conhecemos, eu bem tentei em cada foto vislumbrar alguma construção daquele tempo, mas parece-me que só na última foto, do lado esquerdo, o edifício será a traseira do que foi a messe dos oficiais e sargentos.</div>
<div style="text-align:justify;"></div>
<div style="text-align:justify;">Precisam-se olhos de lince para encontrar algo que nos seja familiar, o desafio está lançado aos ex-combatentes que estiveram naquele local e queiram comentar estas fotos.</div>
<div style="text-align:justify;"></div>
<div style="text-align:justify;">Agradeço ao autor das mesmas, Gonçalo B. que pode conhecer clicando <strong><a title="Luvo, norte de Angola, 2011" href="http://africadomeucoracao.blogspot.com/2011/06/angola-rdc-entrada-em-africa-crazy.html" target="_blank">AQUI</a></strong>.</div>
<div style="text-align:justify;"></div>
<div style="text-align:justify;"><em>Mário Mendes</em></div>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/cc3413.wordpress.com/8094/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/cc3413.wordpress.com/8094/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/cc3413.wordpress.com/8094/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/cc3413.wordpress.com/8094/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/cc3413.wordpress.com/8094/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/cc3413.wordpress.com/8094/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/cc3413.wordpress.com/8094/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/cc3413.wordpress.com/8094/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/cc3413.wordpress.com/8094/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/cc3413.wordpress.com/8094/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/cc3413.wordpress.com/8094/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/cc3413.wordpress.com/8094/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/cc3413.wordpress.com/8094/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/cc3413.wordpress.com/8094/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cc3413.wordpress.com&amp;blog=7192306&amp;post=8094&amp;subd=cc3413&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>O acordo de Alvor = pedaço de papel</title>
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		<pubDate>Sun, 15 Jan 2012 07:29:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cc3413</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[Acordo de Alvor]]></category>
		<category><![CDATA[Agostinho Neto]]></category>
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		<description><![CDATA[14-01-2005 &#124; Fonte: Lusa (Vera Magarreiro) O acordo de Alvor, que há 30 anos permitiu a independência de Angola e previa a paz na antiga colónia portuguesa, representa para António Almeida Santos (na foto), um dos signatários, apenas &#8220;um pedaço &#8230; <a href="http://cc3413.wordpress.com/2012/01/15/o-acordo-de-alvor-pedaco-de-papel/">Continuar a ler <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cc3413.wordpress.com&amp;blog=7192306&amp;post=8014&amp;subd=cc3413&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-family:Constantia;font-size:12pt;"><em>14-01-2005 | Fonte: Lusa (Vera Magarreiro)<br />
</em></span></p>
<p><img align="left" src="http://cc3413.files.wordpress.com/2011/12/121911_1829_oacordodeal1.png?w=540" alt="" /><span style="font-family:Constantia;font-size:12pt;">O acordo de Alvor, que há 30 anos permitiu a independência de Angola e previa a paz na antiga colónia portuguesa, representa para António Almeida Santos (na foto), um dos signatários, apenas &#8220;um pedaço de papel&#8221; que &#8220;não valeu nada&#8221;. </p>
<p>Em entrevista à Agência Lusa, o dirigente do Partido Socialista Português, que a 15 de Janeiro de 1975 era ministro da Coordenação Interterritorial e integrava a delegação portuguesa que assinou com os líderes dos três movimentos de libertação de Angola o acordo de Alvor, no Algarve, refere que, assim que viu o documento, soube que &#8220;aquilo não resultaria&#8221;. </p>
<p>O acordo &#8220;previa a eleição de uma assembleia política disputada por três partidos, que tinham por detrás três exércitos e três países cheios de ambições económicas, materiais&#8221;, afirma o deputado, para justificar a sua certeza de que a solução era &#8220;inexequível&#8221;. </p>
<p>Além das disputas internas, estava em causa o apoio aos movimentos de três potências mundiais, em plena guerra-fria &#8211; o MLPA era apoiado pela URSS, a UNITA pela África do Sul e, num plano de fundo a própria China, e a FNLA pelos Estados Unidos, &#8220;não apenas politicamente, mas com dinheiro, material e formação&#8221;. </p>
<p>&#8220;Era um tabuleiro em que as grandes potências jogavam o xadrez ligado ao petróleo e aos diamantes&#8221;, afirma Almeida Santos, que na altura propôs ao &#8220;amigo&#8221; Agostinho Neto, colega dos tempos de Coimbra, uma reunião com os líderes dos três movimentos &#8220;à margem&#8221; da cimeira de seis dias, que decorreu no Hotel Penina, em Alvor. </p>
<p>O encontro prolongou-se pela madrugada e Almeida Santos transmitiu a sua oposição à solução encontrada: &#8220;Com este esquema vocês vão continuar aos tiros&#8221;. </p>
<p>&#8220;Com um órgão de cúpula em que havia uma representação dos três movimentos, ou seja dos três exércitos, que decisões é que eles iriam conseguir tomar? Como era possível conseguir uma maioria? O que ficasse em minoria desataria aos tiros&#8221;, argumenta. <br />Propôs então uma solução alternativa que previa uma presidência rotativa. Cada um dos líderes assumia rotativamente o cargo de presidente, de primeiro-ministro e de chefe das forças armadas ou presidente do parlamento. </p>
<p>A solução assentava ainda na criação de uma Constituição, que seria referendada e serviria para estruturar o novo Estado. As eleições realizar-se-iam apenas quando o país estivesse estabilizado e não antes da independência como ficou estabelecido no Acordo de Alvor. </p>
<p>Os três aceitaram mas, à saída, Agostinho Neto disse que tinha ainda de consultar o comité central do MPLA sobre a proposta. </p>
<p>&#8220;No dia seguinte a resposta foi negativa&#8221;, lamenta o deputado socialista, para quem esta solução, de que muito se orgulha, podia ter traçado um rumo diferente dos acontecimentos. </p>
<p>Resignou-se à solução, mas tem pena de ter sido apenas um &#8220;escriba&#8221; do documento. </p>
<p>&#8220;O acordo já vinha pré-estabelecido pelos líderes dos movimentos. Eu e Mário Soares (então ministro dos Negócios Estrangeiros) limitámo-nos a meter o acordo em bom português&#8221;, destaca. </p>
<p>&#8220;Do acordo de Alvor sou apenas um escriba, não sou mais do que isso&#8221;, reforça, lembrando que Portugal não teve outra alternativa, senão assinar por baixo o que os líderes dos movimentos decidiram uma semana antes de Alvor, em Mombaça, no Quénia. </p>
<p>Sobre a reunião de Mombaça, diz que &#8220;foi quase um milagre conseguir sentá-los (aos líderes dos movimentos) à mesma mesa, porque a guerra civil já estava no auge, principalmente em Luanda, onde já se estavam a matar uns aos outros&#8221;. </p>
<p>Para Almeida Santos, Portugal teve &#8220;um atraso mínimo de dez anos e máximo de 20&#8243; no processo de descolonização em relação a outros países como a França, a Inglaterra, a Holanda ou a Bélgica e era preciso &#8220;encontrar uma solução&#8221; urgentemente. </p>
<p>&#8220;As nossas tropas estavam saturadas da guerra, o que, de certo modo levou à revolução do 25 de Abril&#8221; e originou uma &#8220;psicose de pressa&#8221;, refere, lembrando que, além disso, as tropas portuguesas estavam &#8220;à beira de uma derrota na Guiné-Bissau e em Moçambique a situação estava a deteriorar-se cada vez mais&#8221;. </p>
<p>&#8220;Era um castelo de cartas. Sabia-se que quando caísse a primeira carta, cairiam todas as outras. Em resultado disso a descolonização foi feita em condições péssimas&#8221;, refere. </p>
<p>A descolonização devia ter sido feita progressivamente, porque a própria opinião pública portuguesa &#8220;não estava preparada para um salto rápido&#8221; que implicava &#8220;a perda das colónias&#8221; mas isto gerou a desconfiança nos movimentos de libertação, que exigiram a negociação simultânea de um processo de paz. </p>
<p>A guerra colonial prolongou-se por mais alguns meses após o 25 de Abril, o que &#8220;agravou a revolta dos militares&#8221;. &#8220;Não percebiam porque continuava a matar-se a morrer-se&#8221;, sublinha o deputado. </p>
<p>&#8220;Gerou-se então um clima de indisciplina, já ninguém mandava em ninguém, já não havia respeito por qualquer tipo de ordem&#8221;, uma situação &#8220;perigosíssima para quem tinha que negociar a descolonização&#8221;, agravada pelo facto de ser necessário chegar a acordo &#8220;com três e não apenas um movimento de libertação&#8221;, analisa.</p>
<p>&#8220;Nas circunstâncias, o acordo de Alvor foi o acordo possível, em extremo de causa. É preciso ver que é um acordo entre três beligerantes, entre três exércitos em luta uns contra os outros. É mais um armistício do que um acordo de descolonização&#8221;, considera. </p>
<p>No entanto, com este acordo, Portugal ganhou legitimidade para dizer &#8220;isto é um problema deles, fizemos o que tínhamos a fazer, agora entendam-se&#8221;, destaca Almeida Santos. &#8220;De certa forma legitimámos a nossa saída&#8221;. </p>
<p>Sem desistir da proposta apresentada em Alvor aos três dirigentes angolanos, Almeida Santos reapareceu com um documento &#8220;na mesma base&#8221;, em Junho de 1975, aproveitando a ideia de que o acordo devia ser revisto porque não estava a ser cumprido. </p>
<p>&#8220;O governo concordou, o Presidente da República também, mas infelizmente o Melo Antunes (na altura ministro sem pasta responsável pelos processos de descolonização) discordou, não sei porquê&#8221;, recorda. </p>
<p>O dirigente socialista considera que Melo Antunes estava &#8220;agarrado&#8221; à esperança de que ainda era possível que os três movimentos chegassem a acordo e recorda uma visita que ambos fizeram posteriormente a Luanda, em que conseguiram &#8220;uma trégua de duas ou três semanas&#8221;. </p>
<p>Estas tréguas, diz, eram, no entanto, &#8220;precárias&#8221; dado que &#8220;as razões por que eles lutavam eram tanto internas como de fora, porque naquela altura a guerra-fria mobilizava paixões terríveis&#8221;. </p>
<p>&#8220;Cada um defendia os seus interesses, interesses que cheiravam a petróleo e brilhavam como os diamantes, eram interesses muito fortes&#8221;, reforça. </p>
<p>&#8220;Fomos ultrapassados pelos acontecimentos e aquele acordo de Alvor é um acordo que não valeu nada&#8221;, sublinha Almeida Santos. </p>
<p>O deputado recorda o seu discurso durante a tomada de posse, em Luanda, do governo provisório acordado em Alvor, em que afirmou: &#8220;este acordo tanto pode vir a ser um bom acordo para salvar Angola como pode vir a ser apenas um pedaço de papel&#8221;. </p>
<p>&#8220;Infelizmente, foi apenas um pedaço de papel&#8221;, diz, 30 anos depois. </p>
<p>Questionado pela Lusa sobre se Portugal cometeu o mesmo erro com as negociações de paz de Bicesse, em 1991, Almeida Santos responde que não percebe por que não resultou, dado que terminara a guerra- fria, mas avança uma hipótese: &#8220;provavelmente era cedo demais, ainda não havia a saturação da guerra&#8221;. </p>
<p>Sobre o fim do conflito armado em 2002, possível após a morte de Savimbi, o socialista responde com uma declaração que fez há anos em Angola e que, na altura, &#8220;chocou os jornalistas&#8221;: &#8220;Angola está condenada a que a guerra dure até que um dos contendores vença o outro&#8221;. </p>
<p>Sobre se o cenário seria diferente caso a UNITA tivesse assumido o poder em Luanda em vez do MPLA, Almeida Santos defende que diferente seria certamente, mas que não sabe se melhor. </p>
<p>&#8220;Tenho as minhas dúvidas. Se ganhasse a FNLA, ficávamos debaixo da pata do Mobutu (ditador do ex-Zaire), que não era flor que se cheirasse, se ganhasse o Savimbi, ficávamos não só debaixo da pata do Savimbi mas também da África do Sul, racista. Das três hipóteses viesse o diabo e escolhesse&#8221;. </p>
<p>O acordo de Alvor, composto por 60 artigos, acabou por ser suspenso temporariamente três meses antes da independência de Angola, a 11 de Novembro de 1975, pelo então presidente da República, Francisco da Costa Gomes, que invocou a sua violação constante. </p>
<p>De Alvor, os líderes dos três movimentos de libertação &#8211; Agostinho Neto, pelo MPLA, Jonas Savimbi pela UNITA e Holden Roberto pela FNLA &#8211; levaram pelo menos a garantia de serem &#8220;únicos e legítimos representantes do povo angolano&#8221; No seu discurso, após a assinatura do acordo de Alvor, que considerou de &#8220;transcendental importância&#8221;, o presidente Costa Gomes deixou aos dirigentes dos três movimentos o desafio de encontrarem &#8220;soluções angolanas autênticas, baseadas na capacidade de diálogo, no espírito de cooperação e na boa vontade de servir&#8221; o país, apesar das &#8220;diferenças sociais, filosóficas e políticas&#8221;. </p>
<p>Prevaleceram as diferenças e foi abandonado o diálogo. O resultado foi mais 27 anos de guerra, desta vez civil, num país que Costa Gomes qualificou na altura como dos &#8220;mais florescentes do continente africano&#8221;.</span></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/cc3413.wordpress.com/8014/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/cc3413.wordpress.com/8014/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/cc3413.wordpress.com/8014/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/cc3413.wordpress.com/8014/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/cc3413.wordpress.com/8014/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/cc3413.wordpress.com/8014/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/cc3413.wordpress.com/8014/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/cc3413.wordpress.com/8014/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/cc3413.wordpress.com/8014/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/cc3413.wordpress.com/8014/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/cc3413.wordpress.com/8014/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/cc3413.wordpress.com/8014/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/cc3413.wordpress.com/8014/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/cc3413.wordpress.com/8014/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cc3413.wordpress.com&amp;blog=7192306&amp;post=8014&amp;subd=cc3413&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Recordações (IV)</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Jan 2012 11:06:42 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Uma vez que a grande maioria do pessoal da C.Caç. 3413 não abre o baú das recordações, que continua fechado a sete chaves, aqui vão algumas fotos da autoria do nosso amigo Correia. Ao visioná-las pode ser que mais alguém &#8230; <a href="http://cc3413.wordpress.com/2012/01/12/recordacoes-iv/">Continuar a ler <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cc3413.wordpress.com&amp;blog=7192306&amp;post=8085&amp;subd=cc3413&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:Bookman Old Style;font-size:13pt;">Uma vez que a grande maioria do pessoal da C.Caç. 3413 não abre o baú das recordações, que continua fechado a sete chaves, aqui vão algumas fotos da autoria do nosso amigo Correia. Ao visioná-las pode ser que mais alguém arrombe o baú e traga à luz do dia as suas vivências com fotos ou sem elas dos anos de 1971, 72 e 73 que passámos em Angola.<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><img class="aligncenter" src="http://cc3413.files.wordpress.com/2012/01/011212_1105_recordaesiv1.jpg?w=540" alt="" /><span style="font-family:Bookman Old Style;font-size:13pt;">Vista área do aquartelamento da Mamarrosa, a zona alta onde se situavam o comando, a secretaria, a enfermaria e posto médico, as transmissões e a messe dos oficiais.<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><img class="aligncenter" src="http://cc3413.files.wordpress.com/2012/01/011212_1105_recordaesiv2.jpg?w=540" alt="" /><span style="font-family:Bookman Old Style;font-size:13pt;">Mamarrosa, avenida principal, vista da zona mais baixa, vendo-se lá no alto os edifícios mencionados na foto anterior.<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><img class="aligncenter" src="http://cc3413.files.wordpress.com/2012/01/011212_1105_recordaesiv3.jpg?w=540" alt="" /><span style="font-family:Bookman Old Style;font-size:13pt;">O estádio de futebol da Mamarrosa em primeiro plano com bancada e tudo que se vê no lado direito, onde se realizaram grandes encontros de futebol.<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><img class="aligncenter" src="http://cc3413.files.wordpress.com/2012/01/011212_1105_recordaesiv4.jpg?w=540" alt="" /><span style="font-family:Bookman Old Style;font-size:13pt;">Outra vista geral da Mamarrosa do lado oposto ao da foto anterior.<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><img class="aligncenter" src="http://cc3413.files.wordpress.com/2012/01/011212_1105_recordaesiv5.jpg?w=540" alt="" /><span style="font-family:Bookman Old Style;font-size:13pt;">Do lado direito a picada rodeada de palmeiras que dava acesso ao aquartelamento, o edifício maior é a serração de madeiras e atrás desta a sanzala dos trabalhadores do café.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:Bookman Old Style;font-size:13pt;"><em>Mário Mendes</em><br />
</span></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/cc3413.wordpress.com/8085/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/cc3413.wordpress.com/8085/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/cc3413.wordpress.com/8085/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/cc3413.wordpress.com/8085/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/cc3413.wordpress.com/8085/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/cc3413.wordpress.com/8085/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/cc3413.wordpress.com/8085/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/cc3413.wordpress.com/8085/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/cc3413.wordpress.com/8085/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/cc3413.wordpress.com/8085/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/cc3413.wordpress.com/8085/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/cc3413.wordpress.com/8085/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/cc3413.wordpress.com/8085/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/cc3413.wordpress.com/8085/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cc3413.wordpress.com&amp;blog=7192306&amp;post=8085&amp;subd=cc3413&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>APVG &#8211; Sorteio de 2011</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Jan 2012 11:47:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cc3413</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Adiamento da data do sorteio nacional. Devido a que os bilhetes do sorteio nacional da APVG (Associação Portuguesa dos Veteranos de Guerra) está a decorrer muito lentamente, porque a vida está difícil para todos, foi feito um pedido a S.Excelência &#8230; <a href="http://cc3413.wordpress.com/2012/01/06/apvg-sorteio-de-2011/">Continuar a ler <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cc3413.wordpress.com&amp;blog=7192306&amp;post=8062&amp;subd=cc3413&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Adiamento da data do sorteio nacional.</strong></p>
<p>Devido a que os bilhetes do sorteio nacional da APVG (Associação Portuguesa dos Veteranos de Guerra) está a decorrer muito lentamente, porque a vida está difícil para todos, foi feito um pedido a S.Excelência  o senhor  Ministro da Administração Interna para a dilatação do prazo da venda dos bilhetes.</p>
<p>Assim, no dia 19 de Agosto de 2011, foi despachado favoravelmente o pedido para alteração da data do sorteio que passou do dia 29 de Dezembro de 2011 para o dia 31 de Julho de 2012. É esta a informação que consta no site da APVG (www.apvg.pt)</p>
<p>Este ano ainda não vi os vendedores dos bilhetes aqui na minha cidade e por isso não tive oportunidade de adquirir qualquer. O próprio site da APVG deveria disponibilizar a venda on line, seria mais fácil para quem quisesse ajudar.</p>
<p>Mais uma vez esperamos pela solidariedade dos portugueses, pois o Estado já não se interessa pelos seus ex-combatentes. Já lhes sugou o sangue, suor e lágrimas, podem agora ser descartados.</p>
<p>Mário Mendes</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/cc3413.wordpress.com/8062/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/cc3413.wordpress.com/8062/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/cc3413.wordpress.com/8062/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/cc3413.wordpress.com/8062/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/cc3413.wordpress.com/8062/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/cc3413.wordpress.com/8062/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/cc3413.wordpress.com/8062/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/cc3413.wordpress.com/8062/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/cc3413.wordpress.com/8062/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/cc3413.wordpress.com/8062/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/cc3413.wordpress.com/8062/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/cc3413.wordpress.com/8062/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/cc3413.wordpress.com/8062/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/cc3413.wordpress.com/8062/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cc3413.wordpress.com&amp;blog=7192306&amp;post=8062&amp;subd=cc3413&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Os números de 2011</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Jan 2012 08:29:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cc3413</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O número de visitantes que acederam a este blog em 2011 foi de 75.976 Os sites que mais o mencionaram em 2011 foram: ultramar.terraweb.biz facebook.com manuelaldeias.blogspot.com pt.wordpress.com pesquisa.sapo.pt Os 5 comentadores mais activos: 1 José Guilherme, 20 comentários 2 Joaquim &#8230; <a href="http://cc3413.wordpress.com/2012/01/04/os-numeros-de-2011/">Continuar a ler <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cc3413.wordpress.com&amp;blog=7192306&amp;post=8041&amp;subd=cc3413&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O número de visitantes que acederam a este blog em 2011 foi de 75.976</strong></p>
<p><a href="http://cc3413.files.wordpress.com/2012/01/estatisticas_2011.jpg"><img class="size-full wp-image-8059 aligncenter" title="estatisticas_2011" src="http://cc3413.files.wordpress.com/2012/01/estatisticas_2011.jpg?w=540&#038;h=292" alt="" width="540" height="292" /></a></p>
<blockquote><p><strong>Os sites que mais o mencionaram em 2011 foram:</strong></p>
<ul>
<li><a href="http://ultramar.terraweb.biz/" target="_blank">ultramar.terraweb.biz</a></li>
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</ul>
<p><strong>Os 5 comentadores mais activos:</strong></p>
<ul>
<li>1 <a href="http://gravatar.com/gnecho"><img src="http://1.gravatar.com/avatar/5d274f8c6531d7e221e83e11e7d5818a?s=32&amp;d=identicon&amp;r=G" alt="" width="32" height="32" /></a> José Guilherme, 20 comentários</li>
<li>2 <img src="http://1.gravatar.com/avatar/911c52f430b4e9f241c582eb3ab4f258?s=32&amp;d=identicon&amp;r=G" alt="" width="32" height="32" /> Joaquim Alves, 20 comentários</li>
<li>3 <img src="http://1.gravatar.com/avatar/9773e026553522d4d29c5506077115f4?s=32&amp;d=identicon&amp;r=G" alt="" width="32" height="32" /> José Sampaio, 10 comentários</li>
<li>4 <img src="http://0.gravatar.com/avatar/a54e9a78727bdbb75fa7d391ab2fe89e?s=32&amp;d=identicon&amp;r=G" alt="" width="32" height="32" /> Cremon de Lemos, 8 comentários</li>
<li>5 <img src="http://1.gravatar.com/avatar/fcb272998ae0d8a086157b2e044d7f7a?s=32&amp;d=identicon&amp;r=G" alt="" width="32" height="32" /> Manuel Aldeias, 6 comentários</li>
</ul>
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<li>2 <a href="../2010/11/11/independencia-de-angola/" target="_blank">Independência de Angola</a> 2 comentários, Novembro 2010</li>
<li>3 <a href="../2011/02/22/morte-de-jonas-savimbi/" target="_blank">Morte de Jonas Savimbi</a> 1 comentário, Fevereiro 2011</li>
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<li>5 <a href="../2009/09/03/luanda-de-ontem-e-de-hoje/" target="_blank">Luanda, de ontem e de hoje</a> 2 comentários, Setembro 2009</li>
</ul>
<p><strong>Visitantes provenientes de muitos países sendo os do topo: Portugal, Brasil e Angola</strong>.</p>
<p>Obrigado a todos, aquele abraço.</p>
<p><em>Mário Mendes</em></p></blockquote>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/cc3413.wordpress.com/8041/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/cc3413.wordpress.com/8041/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/cc3413.wordpress.com/8041/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/cc3413.wordpress.com/8041/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/cc3413.wordpress.com/8041/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/cc3413.wordpress.com/8041/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/cc3413.wordpress.com/8041/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/cc3413.wordpress.com/8041/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/cc3413.wordpress.com/8041/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/cc3413.wordpress.com/8041/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/cc3413.wordpress.com/8041/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/cc3413.wordpress.com/8041/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/cc3413.wordpress.com/8041/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/cc3413.wordpress.com/8041/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cc3413.wordpress.com&amp;blog=7192306&amp;post=8041&amp;subd=cc3413&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
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		<title>Sismo de 1980 na Terceira</title>
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		<pubDate>Sun, 01 Jan 2012 12:05:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cc3413</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Faz hoje 32 anos que um forte sismo abalou as ilhas do grupo central dos Açores. Depois dos festejos do fim do ano, o dia 1 de Janeiro de 1980 apresentou-se solarengo e agradável e muita gente passeava pelas ruas &#8230; <a href="http://cc3413.wordpress.com/2012/01/01/sismo-de-1980-na-terceira/">Continuar a ler <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cc3413.wordpress.com&amp;blog=7192306&amp;post=8029&amp;subd=cc3413&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:Century Gothic;font-size:12pt;">Faz hoje 32 anos que um forte sismo abalou as ilhas do grupo central dos Açores. Depois dos festejos do fim do ano, o dia 1 de Janeiro de 1980 apresentou-se solarengo e agradável e muita gente passeava pelas ruas quando às 15 horas e 42 minutos, hora local, um grande abalo com magnitude de 7.2 na escala de Richter fez enormes estragos nos edifícios e provocou grande pânico na população.<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:Century Gothic;font-size:12pt;">As ilhas mais afectadas foram a Terceira e São Jorge, tendo falecido 51 pessoas na primeira e 20 na segunda e registado também cerca de 400 feridos. Mais de 15.500 edifícios ficaram danificados e como consequência ficaram desalojadas cerca de 15.000 pessoas.<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:Century Gothic;font-size:12pt;">Apesar de tanto sofrimento, a hora do sismo com muita gente na rua permitiu que o balanço não fosse tão dramático face à destruição provocada. As imagens que se seguem neste vídeo são esclarecedoras da situação. Angra do Heroísmo, a cidade onde 9 anos antes quase todos os companheiros da C.Caç. 3413 estivemos e serviu de berço à constituição da mesma, ficou irreconhecível.<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://youtu.be/6ciEzANHcxE"><span style="font-family:Century Gothic;font-size:12pt;"><span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://cc3413.wordpress.com/2012/01/01/sismo-de-1980-na-terceira/"><img src="http://img.youtube.com/vi/6ciEzANHcxE/2.jpg" alt="" /></a></span></span></a><span style="font-family:Century Gothic;font-size:12pt;"><br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:Century Gothic;font-size:12pt;">Entramos em 2012, anunciam-se também alguns terramotos económicos e sociais, mas que comparados com estes fenómenos da natureza não são nada. Depende dos homens com a sua vontade, inteligência e bom senso ultrapassar as hecatombes socioeconómicas que eventualmente poderão acontecer, mas vamos manter a esperança que os responsáveis sejam capazes de levar o barco a bom porto e no fim de 366 dias possamos fazer um balanço positivo do ano que agora começa.<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:Century Gothic;font-size:12pt;">Quanto às catástrofes naturais, muitas vezes também provocadas pelo homem pelos seus comportamentos ambientais, que fiquem afastadas de todo o mundo. Em Portugal, nos últimos anos as que mais devastação e mortes provocaram foi a que aqui se relata e também as enxurradas que aconteceram na ilha da Madeira em 21 de Fevereiro de 2010 e que provocaram 40 mortos.<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:Century Gothic;font-size:12pt;">Em ambos os casos os portugueses arregaçaram as mangas, deram as mãos, foram solidários e são essas características que nos vão fazer sair desta situação de crise que atravessamos.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:Century Gothic;font-size:12pt;"><em>Mário Mendes</em><br />
</span></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/cc3413.wordpress.com/8029/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/cc3413.wordpress.com/8029/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/cc3413.wordpress.com/8029/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/cc3413.wordpress.com/8029/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/cc3413.wordpress.com/8029/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/cc3413.wordpress.com/8029/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/cc3413.wordpress.com/8029/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/cc3413.wordpress.com/8029/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/cc3413.wordpress.com/8029/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/cc3413.wordpress.com/8029/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/cc3413.wordpress.com/8029/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/cc3413.wordpress.com/8029/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/cc3413.wordpress.com/8029/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/cc3413.wordpress.com/8029/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cc3413.wordpress.com&amp;blog=7192306&amp;post=8029&amp;subd=cc3413&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Retrato de Portugal a p&amp;b</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Dec 2011 15:24:59 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Vem aí mais um ano, com mais um dia, o 29 de Fevereiro, que só aparece nos calendários de 4 em 4 anos e diz a sabedoria popular que os bissextos costumam ser ruins. Os responsáveis políticos não se cansam &#8230; <a href="http://cc3413.wordpress.com/2011/12/28/retrato-de-portugal-a-pb/">Continuar a ler <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cc3413.wordpress.com&amp;blog=7192306&amp;post=8019&amp;subd=cc3413&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><span style="color:black;font-family:Book Antiqua;font-size:13pt;">Vem aí mais um ano, com mais um dia, o 29 de Fevereiro, que só aparece nos calendários de 4 em 4 anos e diz a sabedoria popular que os bissextos costumam ser ruins.<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:black;font-family:Book Antiqua;font-size:13pt;">Os responsáveis políticos não se cansam de repetir que os sacrifícios que vão ser exigidos aos portugueses não têm precedentes e como eles nunca dizem a verdade toda ou melhor mentem muito, já todos ficamos a saber o que nos espera.<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:black;font-family:Book Antiqua;font-size:13pt;">No início de 2012, &#8220;lamentamos&#8221; 10 anos da introdução do euro, eu queria dizer &#8220;comemoramos&#8221;, mas fugiu-me a boca para a verdade. A utilização da nova moeda, &#8220;meteu&#8221; Portugal no clube dos ricos sem o ser e bastaram apenas 10 anos para que as consequências desse modo de vida estejam agora bem expressas na sociedade portuguesa.<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:black;font-family:Book Antiqua;font-size:13pt;">Basta lembrar que as últimas bicas (cafés), custaram entre 40 a 50 escudos, e hoje esse simples acto tão democrático e popular entre nós custa uns trocos de euro, mas na realidade equivalem entre 110 a 120 escudos em lugares modestos porque em sítios mais luxuosos é uma &#8220;fortuna&#8221; para os depauperados bolsos do &#8220;zé povinho&#8221;. Então e os salários quanto subiram? Em 10 anos o SMN (salário mínimo nacional) passou de 348 euros para 485, o que equivale a uma valorização de cerca de 40%. Como a bica encareceu mais de 100%, é extrapolar para outros produtos e verificar as &#8220;benesses&#8221; que nos trouxe o euro.<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:black;font-family:Book Antiqua;font-size:13pt;">A ilusão de um país próspero, moderno, rico como os mais desenvolvidos da Europa, parece que cegou os portugueses, mesmo quem não tinha dinheiro, não havia razão para não ter vícios, os cartões de crédito tudo resolviam, quem não se lembra do slogan: &#8220;queres dinheiro? vai ao Totta!&#8221;&#8216; passe a publicidade e outros como &#8220;compre agora, comece a pagar daqui a 3 meses!&#8221;. E assim, cantando e rindo, o povo foi fazendo a festa, mas a factura pode chegar tarde, mas chega sempre e com juros cada vez mais altos.<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:black;font-family:Book Antiqua;font-size:13pt;">Há dias um rapazola que tem assento em S.Bento, até alvitrou que não paguemos as dívidas, os credores que nos &#8220;incentivaram&#8221; a gastar mais que as nossas possibilidades é que são os responsáveis pela nossa irresponsabilidade e portanto que paguem as &#8220;favas&#8221;. Moralmente, até aceito este raciocínio, mas quando a solução é pior que o &#8220;status quo&#8221;&#8216; o melhor é mesmo ficar calado, mas enfim o moço, como bom discípulo, limitou-se a imitar o mestre.<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:black;font-family:Book Antiqua;font-size:13pt;">Mas para mal dos nossos pecados, a democracia que se seguiu a uma ditadura longa, produziu também alguns &#8220;ilusionistas&#8221; e &#8220;malabaristas&#8221;, autênticos especialistas em engenharias financeiras, económicas e afins que inventaram uns estratagemas só ao alcance de grandes cérebros, tais como: SCUT &#8211; Estradas <strong>S</strong>em <strong>C</strong>usto para o <strong>UT</strong>ilizador, PPP &#8211; Parcerias Público-Privadas.<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:black;font-family:Book Antiqua;font-size:13pt;">As SCUT, cujo nome mais apropriado seria CCC, (<strong>C</strong>om <strong>C</strong>usto <strong>C</strong>ontribuinte) porque somos todos nós que as pagamos têm agora cobrança virtual, mas perderam quase metade do tráfego que voltou a circular nas estradas nacionais com as consequências que daí resultam, mais acidentes e deslocações mais demoradas, ou seja mais tempo perdido sem trabalhar, o contrário do que esteve na origem das mesmas. E o que dizer do esquema engendrado para fazer pagar os turistas e emigrantes que nos visitam? Ou alugam um chip que carregam com dinheiro para utilizar durante o tempo que estiverem por cá, ou então tiram &#8220;bilhete&#8221; em máquinas estrategicamente colocadas à entrada das nossas fronteiras, um sítio privilegiado para que os amigos do alheio os deixem apeados e sem carteira. Um país onde o turismo é uma grande fonte de receita, não é com estas &#8220;armadilhas&#8221; que se caça. Os inventores das SCUT devem-se estar a rir, já emigrados, um tema que agora entrou na moda, mas como eles foram visionários, estão sempre à frente, ficam na história porque durante alguns anos os portugueses tiveram a ilusão de andar gratuitamente em auto-estrada. Quem vier atrás que feche a porta!<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:black;font-family:Book Antiqua;font-size:13pt;">Quanto às PPP, que nasceram como cogumelos e uma vez que o sector público não tinha arcaboiço financeiro para suportar tanta obra faraónica com que nos brindaram os iluminados que escolhemos para nos governar, seria lógico pensar que o próprio nome, Parceria, quereria significar vantagens mútuas para ambos os lados, mas afinal o privado ficou com a nata do negócio, o público com os desperdícios. Estes sorvedouros de dinheiro público vão condicionar o futuro das gerações vindouras. Grandes Parcerias estas, hein!<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:black;font-family:Book Antiqua;font-size:13pt;">Hoje, com 10 anos de euro, a nossa economia já regrediu para a última data do escudo e não tardará muito a situar-nos na década de 90 ou mesmo de 80. Dirão alguns que pelo menos fizemos figura de &#8220;abastados&#8221; durante uns tempos. Não resisto a contar aquele episódio de um alentejano que estava com a sua carroça puxada por macho, a beber água numa fonte à beira da estrada. Ali estaciona também para beber um homem bem vestido e bem montado num carro topo de gama. Então compadre, aqui no Alentejo ainda usam carroça? Olhe ali para o meu carro, tem 150 cavalos! Cada um mete estrada fora e passado algum tempo o alentejano da carroça depara com o carro estampado dentro duma pequena lagoa à beira da estrada. Então, compadre, está dando de beber ao gado!<br />
</span></p>
<p><span style="font-family:Book Antiqua;font-size:13pt;"><span style="color:black;">Ao contrário do que é hábito, esta crónica já vai longa, muito mais haveria que deixar no muro das lamentações, tanto que eu queria pi</span>ntar o meu país de cores alegres<span style="color:black;">, mas até o verde das florestas é cada vez menos, o preto e branco (p&amp;b) domina, mais o preto, cor da fome e da miséria. A coisa aqui tá preta e para não ser acusado de hipocrisia, devem compreender que é difícil fazer votos de um ano novo cheio de prosperidades, com fazíamos outrora e sendo assim deixo apenas o desabafo que usamos na Beira Baixa quando as perspectivas são sombrias: <strong>Haja Saúde e coza o forno!</strong></span></span></p>
<p><em>Mário Mendes</em></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/cc3413.wordpress.com/8019/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/cc3413.wordpress.com/8019/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/cc3413.wordpress.com/8019/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/cc3413.wordpress.com/8019/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/cc3413.wordpress.com/8019/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/cc3413.wordpress.com/8019/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/cc3413.wordpress.com/8019/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/cc3413.wordpress.com/8019/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/cc3413.wordpress.com/8019/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/cc3413.wordpress.com/8019/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/cc3413.wordpress.com/8019/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/cc3413.wordpress.com/8019/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/cc3413.wordpress.com/8019/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/cc3413.wordpress.com/8019/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cc3413.wordpress.com&amp;blog=7192306&amp;post=8019&amp;subd=cc3413&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>A todos um bom NATAL</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Dec 2011 07:58:56 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Há 40 anos atrás, no Natal de 1971 a CC3413 estava dividida entre Quimaria, Toto e Cecília, lugares inóspitos nos confins do Uíge, norte de Angola e para a grande maioria foi talvez o primeiro Natal longe dos familiares e &#8230; <a href="http://cc3413.wordpress.com/2011/12/20/a-todos-um-bom-natal/">Continuar a ler <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cc3413.wordpress.com&amp;blog=7192306&amp;post=7989&amp;subd=cc3413&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;"><span style="color:#00b050;font-size:12pt;">Há 40 anos atrás, no Natal de 1971 a CC3413 estava dividida entre Quimaria, Toto e Cecília, lugares inóspitos nos confins do Uíge, norte de Angola e para a grande maioria foi talvez o primeiro Natal longe dos familiares e amigos e ainda por cima em clima de guerra.<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#00b050;font-size:12pt;">Trocaram-se votos de saúde, paz e amor entre os companheiros de armas, a nossa família de ocasião para os bons e maus momentos e mais outro Natal, o de 1972 foi festejado desta vez na província do Zaire, entre os aquartelamentos de Mamarrosa e Luvo.<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#00b050;font-size:12pt;">Hoje festejamos esta quadra no seio da família biológica, mas não nos esquecemos daqueles amigos companheiros que há 40 anos partilharam connosco alegrias e tristezas. Muitos de nós já viram partir os pais, mas vieram os netos para nos encherem de alegria. Felizes aqueles que ainda conseguem juntar à mesa da consoada quatro gerações.<br />
</span></p>
<p><a href="http://youtu.be/LXuH1AmbQLc"><span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://cc3413.wordpress.com/2011/12/20/a-todos-um-bom-natal/"><img src="http://img.youtube.com/vi/LXuH1AmbQLc/2.jpg" alt="" /></a></span></a></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#00b050;font-size:24pt;">A Todos um Bom NATAL!<br />
</span></p>
<p><em>Mário Mendes<br />
</em></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/cc3413.wordpress.com/7989/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/cc3413.wordpress.com/7989/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/cc3413.wordpress.com/7989/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/cc3413.wordpress.com/7989/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/cc3413.wordpress.com/7989/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/cc3413.wordpress.com/7989/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/cc3413.wordpress.com/7989/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/cc3413.wordpress.com/7989/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/cc3413.wordpress.com/7989/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/cc3413.wordpress.com/7989/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/cc3413.wordpress.com/7989/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/cc3413.wordpress.com/7989/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/cc3413.wordpress.com/7989/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/cc3413.wordpress.com/7989/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cc3413.wordpress.com&amp;blog=7192306&amp;post=7989&amp;subd=cc3413&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>A invasão de Goa foi há 50 anos</title>
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		<pubDate>Sat, 17 Dec 2011 08:37:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cc3413</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A invasão dos territórios portugueses de Goa, Damão e Diu, consumada em 1961 pelas tropas indianas, foi &#8220;ilegal, ilegítima e contra os direitos humanos&#8221;, disse à Lusa o general Carlos Azeredo. &#8220;Foi um ataque absolutamente ilegal, ilegítimo e contra os &#8230; <a href="http://cc3413.wordpress.com/2011/12/17/a-invasao-de-goa-foi-ha-50-anos/">Continuar a ler <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cc3413.wordpress.com&amp;blog=7192306&amp;post=7955&amp;subd=cc3413&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">A invasão dos territórios portugueses de Goa, Damão e Diu, consumada em 1961 pelas tropas indianas, foi &#8220;ilegal, ilegítima e contra os direitos humanos&#8221;, disse à Lusa o general Carlos Azeredo.</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;Foi um ataque absolutamente ilegal, ilegítimo e contra os direitos humanos. O que lá vai lá vai, mas isso é uma verdade histórica, e a verdade não se torce&#8221;, afirmou Carlos Azeredo, em entrevista à agência Lusa, no Porto, onde vive.</p>
<p style="text-align:justify;">Carlos Azeredo, então com 31 anos, estava em Goa como oficial de ligação do comandante da Polícia do Estado da Índia (PEI, designação dada ao Exército português na Índia), general Vassalo e Silva, quando 50 mil tropas da União Indiana invadiram o Estado Português da Índia, ao anoitecer de 17 de Dezembro de 1961. &#8220;Eles tinham armas automáticas e nós umas Kropatchek de 1892, armas de origem checa completamente obsoletas, que era preciso carregar depois de cada tiro. Não tínhamos qualquer meio aéreo e eles atacaram-nos com aviões a jacto. Foi a primeira vez que vi um avião a jacto&#8221;, recordou Carlos Azeredo.</p>
<p style="text-align:justify;">O ataque foi feito por terra, com carros de combate blindados, por ar, com inúmeros caças e bombardeiros, e por mar, com vários navios de guerra. A resistência durou pouco. O então capitão Azeredo tinha a incumbência de comandar as tropas no último reduto, em Goa, mas não chegou a entrar em acção. Com apenas uma metralhadora antiaérea, escassa artilharia, poucas munições e só um navio de guerra, um aviso de primeira classe, os portugueses não podiam resistir muito tempo. Menos de dois dias depois, às 17.00 de 19 de Dezembro, aceitaram o cessar-fogo e a União Indiana consumou a ocupação, mas a anexação unilateral só foi reconhecida por Portugal e pelas Nações Unidas depois de 1974.</p>
<p style="text-align:justify;">Com o cessar-fogo, que não constituiu uma rendição oficial, como sublinhou Carlos Azeredo, a União Indiana enviou para campos de prisioneiros os cerca de 3500 militares da PEI. Impedidos de tentar fugir, sob pena de serem considerados &#8220;traidores&#8221;, só seis meses depois um navio português foi buscar os prisioneiros, recebidos em Lisboa sob a ameaça de pistolas, dado Salazar os ter acusado de &#8220;covardes&#8221; por não terem lutado até à morte. &#8220;Goa foi uma tragédia, um desastre nacional&#8221;, frisou Carlos Azeredo, ex-chefe da Casa Militar do Presidente da República Mário Soares. Para Carlos Azeredo, não havia qualquer razão, &#8220;a não ser geográfica&#8221;, para integrar Goa, Damão e Diu na União Indiana, que era de constituição bem mais recente do que a Índia Portuguesa. * Lusa</p>
<p style="text-align:justify;">DN, 14/12/11.</p>
<p><a href="http://youtu.be/54MwHlRisMg"><span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://cc3413.wordpress.com/2011/12/17/a-invasao-de-goa-foi-ha-50-anos/"><img src="http://img.youtube.com/vi/54MwHlRisMg/2.jpg" alt="" /></a></span></a></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/cc3413.wordpress.com/7955/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/cc3413.wordpress.com/7955/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/cc3413.wordpress.com/7955/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/cc3413.wordpress.com/7955/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/cc3413.wordpress.com/7955/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/cc3413.wordpress.com/7955/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/cc3413.wordpress.com/7955/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/cc3413.wordpress.com/7955/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/cc3413.wordpress.com/7955/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/cc3413.wordpress.com/7955/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/cc3413.wordpress.com/7955/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/cc3413.wordpress.com/7955/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/cc3413.wordpress.com/7955/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/cc3413.wordpress.com/7955/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cc3413.wordpress.com&amp;blog=7192306&amp;post=7955&amp;subd=cc3413&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>O ciclo do café</title>
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		<pubDate>Sun, 11 Dec 2011 08:47:09 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[secagem]]></category>

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		<description><![CDATA[A Fazenda Mamarrosa, no norte da província do Zaire em Angola, onde estivemos 17 meses era uma grande produtora de café, propriedade de Salvador Beltrão e para recordar o ciclo do café aqui vão umas fotografias de 1972/73 que ilustram &#8230; <a href="http://cc3413.wordpress.com/2011/12/11/o-ciclo-do-cafe/">Continuar a ler <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cc3413.wordpress.com&amp;blog=7192306&amp;post=7938&amp;subd=cc3413&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://cc3413.files.wordpress.com/2011/12/121011_1145_ociclodocaf1.jpg?w=286&#038;h=420" alt="" width="286" height="420" align="left" /></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:Verdana;font-size:12pt;">A Fazenda Mamarrosa, no norte da província do Zaire em Angola, onde estivemos 17 meses era uma grande produtora de café, propriedade de Salvador Beltrão e para recordar o ciclo do café aqui vão umas fotografias de 1972/73 que ilustram a actividade.<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:Verdana;font-size:12pt;">O cafeeiro é um arbusto da família rubiaceae, género coffea, existindo diversas espécies, sendo as mais comuns a arábica e a robusta, do qual se colhem sementes, o café, que produz a bebida mundialmente conhecida e apreciada.<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:Verdana;font-size:12pt;">A floração começa em Setembro e a colheita faz-se nos meses de Abril a Junho.<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:Verdana;font-size:12pt;">Até 1975, Angola foi o 4º produtor mundial de café, depois desse período a produção foi decaindo e hoje é considerada residual. Os maiores produtores são o Brasil, a Colômbia e o México.<br />
</span></p>
<p><img class="alignnone" src="http://cc3413.files.wordpress.com/2011/12/121011_1145_ociclodocaf2.jpg?w=540" alt="" /><span style="font-family:Verdana;font-size:12pt;"><br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:Verdana;font-size:12pt;">Os trabalhadores partindo da Mamarrosa para as plantações com os cestos para colheita do produto. Atrás, um homem armado de Mauser, controlando todo o movimento.<br />
</span></p>
<p><img class="alignnone" src="http://cc3413.files.wordpress.com/2011/12/121011_1145_ociclodocaf3.jpg?w=540" alt="" /><span style="font-family:Verdana;font-size:12pt;"><br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:Verdana;font-size:12pt;">No cafezal, com os cestos cheios para encher as sacas que seriam transportadas numa camioneta para o terreiro de secagem.<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><img class="aligncenter" src="http://cc3413.files.wordpress.com/2011/12/121011_1145_ociclodocaf4.jpg?w=540" alt="" /><span style="font-family:Verdana;font-size:12pt;">O café espalhado no terreiro para secar ao sol. Nesta fase retiram-se as folhas e outras impurezas. É maioritariamente de cor verde, denomina-se &#8220;cereja&#8221; e à medida que vai amadurecendo toma diversos tons que vão do amarelo ao vermelho.<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><img class="aligncenter" src="http://cc3413.files.wordpress.com/2011/12/121011_1145_ociclodocaf5.jpg?w=540" alt="" /><span style="font-family:Verdana;font-size:12pt;">O café espalhado deve ser mexido várias vezes ao dia para melhor secar e não fermentar com a humidade. Nesta fase de secagem ganha um tom castanho escuro e designa-se por &#8220;mabuba&#8221;.<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><img class="aligncenter" src="http://cc3413.files.wordpress.com/2011/12/121011_1145_ociclodocaf6.jpg?w=540" alt="" /><span style="font-family:Verdana;font-size:12pt;">Depois de seco é descascado por máquinas mecânicas e volta para o terreiro para secar. Já seco e limpo volta a ser ensacado, tornando-se assim finalmente grão de café.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><em><span style="font-family:Verdana;font-size:12pt;">Mário Mendes</span></em></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:Verdana;font-size:12pt;"><em>Fotos de: Sacramento Correia</em><br />
</span></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/cc3413.wordpress.com/7938/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/cc3413.wordpress.com/7938/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/cc3413.wordpress.com/7938/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/cc3413.wordpress.com/7938/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/cc3413.wordpress.com/7938/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/cc3413.wordpress.com/7938/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/cc3413.wordpress.com/7938/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/cc3413.wordpress.com/7938/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/cc3413.wordpress.com/7938/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/cc3413.wordpress.com/7938/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/cc3413.wordpress.com/7938/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/cc3413.wordpress.com/7938/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/cc3413.wordpress.com/7938/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/cc3413.wordpress.com/7938/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cc3413.wordpress.com&amp;blog=7192306&amp;post=7938&amp;subd=cc3413&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Fim da picada</title>
		<link>http://cc3413.wordpress.com/2011/12/07/fim-da-picada/</link>
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		<pubDate>Wed, 07 Dec 2011 08:53:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cc3413</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[asfalto]]></category>
		<category><![CDATA[desmatação]]></category>
		<category><![CDATA[Luvo]]></category>
		<category><![CDATA[Mbanza Kongo]]></category>
		<category><![CDATA[Nóqui]]></category>
		<category><![CDATA[Nkoko]]></category>

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		<description><![CDATA[Troço rodoviário Mbanza Kongo/Luvo recebe tapete asfáltico  AngolaPress, 03-11-2011 Mbanza Kongo &#8211; O troço rodoviário entre a cidade de Mbanza Kongo e a comuna do Luvo, na província do Zaire, está desde finais de Outubro do ano em curso a &#8230; <a href="http://cc3413.wordpress.com/2011/12/07/fim-da-picada/">Continuar a ler <span class="meta-nav">&#8594;</span></a><img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cc3413.wordpress.com&amp;blog=7192306&amp;post=7916&amp;subd=cc3413&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color:black;"><span style="font-family:Arial;"><strong><span style="font-size:14pt;">Troço rodoviário Mbanza Kongo/Luvo recebe tapete asfáltico</span><span style="font-size:13pt;"> </span></strong></span></span></p>
<p><span style="color:#cd1c0a;font-family:Verdana;"><span style="font-size:12pt;background-color:white;">AngolaPress, 03-11-2011</span></span></p>
<table style="border-collapse:collapse;background:white;" border="0">
<col style="width:0;" />
<tbody valign="top">
<tr>
<td style="text-align:justify;" valign="middle"><span style="color:#cd1c0a;font-family:Verdana;font-size:13pt;background-color:white;">Mbanza Kongo &#8211; O troço rodoviário entre a cidade de Mbanza Kongo e a comuna do Luvo, na província do Zaire, está desde finais de Outubro do ano em curso a receber o tapete asfáltico, no âmbito do programa de reabilitação das vias de acesso às zonas fronteiriças do país.</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#cd1c0a;font-family:Verdana;font-size:13pt;background-color:white;">Em declarações hoje (quinta-feira) à Angop, o director da obra, José Pedro Sousa, disse terem sido asfaltados três dos 60 quilómetros da estrada que separa a sede provincial à comuna fronteiriça do Luvo.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#cd1c0a;font-family:Verdana;font-size:13pt;background-color:white;">&#8220;Começamos a colocar o tapete asfáltico em finais de Outubro. Apesar das chuvas, os trabalhos decorrem sem sobressaltos e acreditamos que até Março de 2012 concluiremos a primeira fase que vai até à sede comunal do Luvo&#8221;, sublinhou.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#cd1c0a;font-family:Verdana;font-size:13pt;background-color:white;">A segunda fase do projecto, explicou, contempla a reabilitação dos 112 quilómetros de estrada entre a localidade do Nkoko (comuna do Luvo) e a sede municipal do Nóqui, numa empreitada que terá a duração de 24 meses.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#cd1c0a;font-family:Verdana;font-size:13pt;background-color:white;">Explicou ainda que o pavimento é composto por uma camada de sub-base de 25 centímetros e de base de 20 centímetros, duas faixas de rodagem de 3,5 metros cada e um metro de bermas em cada sentido.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#cd1c0a;font-family:Verdana;font-size:13pt;background-color:white;">Paralelamente à colocação do tapete asfáltico, José Sousa informou que a sua empresa está igualmente a reabilitar cinco pontes degradadas ao longo da via, bem como a colocação de aquedutos.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#cd1c0a;font-family:Verdana;font-size:13pt;background-color:white;">Quanto à estrada que liga Mbanza Kongo ao município fronteiriço do Nóqui, passando pela localidade do Nkoko (comuna do Luvo), a fonte disse estarem em curso trabalhos de desmatação e terraplanagem tendo sido já intervencionados quatro quilómetros da via.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#cd1c0a;font-family:Verdana;font-size:13pt;background-color:white;">Os trabalhos estão a ser executados por 190 trabalhadores.</span></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/cc3413.wordpress.com/7916/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/cc3413.wordpress.com/7916/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/cc3413.wordpress.com/7916/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/cc3413.wordpress.com/7916/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/cc3413.wordpress.com/7916/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/cc3413.wordpress.com/7916/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/cc3413.wordpress.com/7916/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/cc3413.wordpress.com/7916/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/cc3413.wordpress.com/7916/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/cc3413.wordpress.com/7916/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/cc3413.wordpress.com/7916/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/cc3413.wordpress.com/7916/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/cc3413.wordpress.com/7916/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/cc3413.wordpress.com/7916/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=cc3413.wordpress.com&amp;blog=7192306&amp;post=7916&amp;subd=cc3413&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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